Imposto de Renda: o que fazer se você perdeu os recibos de gastos médicos


Despesas informadas sem os devidos documentos levam o contribuinte para a malha fina da Receita Federal. Arte G1
Quem informa seus gastos médicos na declaração de Imposto de Renda pode obter descontos no valor devido à Receita Federal. Essas despesas são dedutíveis do cálculo do imposto, mas somente para o contribuinte que entregar a declaração completa.
SAIBA TUDO SOBRE O IR 2019
A comprovação das despesas médicas é feita com documentos originais que devem conter nome, endereço e número do Cadastro de Pessoas Físicas (CPF) ou Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ) do prestador de serviço. Quem perdeu este documento deve buscar uma cópia ou segunda via com o profissional que forneceu o serviço médico. É necessário informar o valor correto do serviço, sob o risco de cair na malha fina.
Dicas IR 2019: Despesas com plano de saúde devem ser divididas por beneficiário
Caso não seja possível comprovar tais gastos, é indicado não reportá-los na declaração, afirma a gerente sênior de global mobility services e imposto renda para pessoas físicas da Grant Thornton Brasil, Tamara Gomes.
“Sem os recibos não há comprovação de que os gastos aconteceram. O recomendável é reportar apenas os gastos médicos em que o contribuinte tenha os respectivos recibos”, diz.
Os recibos dos gastos devem ser guardados por no mínimo cinco anos, para eventuais comprovações junto à Receita.
O que o recibo deve conter?
O recibo deve ter ainda data de emissão e o nome de quem fez o pagamento e do beneficiário, caso não sejam a mesma pessoa, data e assinatura do prestador de serviço (quando não for documento fiscal emitido eletronicamente).
Na falta dessa documentação, a Receita Federal aceita também cheque nominativo ao prestador de serviço. Nesses casos, porém, o órgão pode pedir outros elementos para a comprovação.
Gastos que exigem receita
No caso de aparelhos e próteses ortopédicos e próteses dentárias, são exigidos o receituário médico ou odontológico e a nota fiscal em nome do beneficiário.
Para o portador de deficiência física ou mental, são exigidos laudo médico atestando o estado de deficiência e comprovação de pagamento a entidades para esse fim.
Gastos no exterior
As despesas médicas e hospitalização pagas no exterior também precisam ser comprovadas por documentação. Os valores devem ser convertidos para dólares dos Estados Unidos na data do pagamento e, na sequência, para reais, conforme fixado pelo Banco Central brasileiro para o último dia útil da primeira quinzena do mês anterior ao pagamento.
Como declarar gastos médicos
Não há limites para os valores a declarar, mas nem todos os gastos podem ser descontados. As despesas médicas devem ser declaradas na ficha “Pagamentos efetuados”. O contribuinte deve clicar no botão “novo” e selecionar o tipo de despesa (cada uma delas tem um código específico). É preciso incluir o CNPJ ou CPF do prestador e o valor gasto.
Veja quais despesas médicas podem ser descontadas:
consultas com médicos, dentistas, fisioterapeutas, psicólogos, terapeutas ocupacionais;
despesas hospitalares;
exames;
despesas com aparelhos ortopédicos (pernas e braços mecânicos, calçados e palmilhas ortopédicos);
pagamentos a operadoras de planos de saúde ou administradoras de benefícios;
despesas com próteses dentárias (dentaduras, coroas, pontes, aparelhos dentários);
serviços radiológicos;
transfusões de sangue;
despesas com fertilização in vitro;
despesas médicas no exterior, desde que não tenham sido cobertas por seguro ou plano de saúde;
cirurgias plásticas comprovadamente voltadas à preservação da saúde física e mental do paciente.

Com devolução de 18 aviões a partir de segunda, Avianca reduzirá em 66% o número de voos em relação a 2018


Em recuperação judicial, a companhia vai ficar com apenas sete aviões; hoje são 25. Número de aeroportos atendidos também cai. Aeronave da Avianca aguarda autorização para decolagem no Aeroporto de Congonhas, em SP
Bruno Rocha/Fotoarena/Estadão Conteúdo
Com a devolução de 18 de seus 25 aviões a partir de segunda-feira (22), a Avianca Brasil terminará a próxima semana com 66% voos a menos em relação a 2018. Serão 646 voos de 22 a 28 de abril, contra 1.910 no mesmo período do ano passado, segundo levantamento do G1 com base em dados da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac). Centenas de voos têm sido cancelados. Procurada, a Avianca Brasil não quis comentar.
O número de voos na semana que vem cairá gradativamente à medida em que os aviões forem devolvidos: Segunda, 22/4: 150 voos
Terça, 23/4: 118 voos
Quarta, 24/4: 98 voos
Quinta, 25/4: 88 voos
Sexta, 26/4: 70 voos
Sábado, 27/4: 60 voos
Domingo, 28/4: 62 voos
Em recuperação judicial desde dezembro, a companhia foi obrigada a devolver as aeronaves aos donos (chamados de “lessores”) por falta de pagamento, após sucessivas decisões da Justiça. As devoluções foram mediadas pela Anac.
A diminuição dos voos é reflexo da frota menor –já foram mais de 40 aviões; a partir da semana que vem, serão sete. A consequência: o número de aeroportos atendidos chegará a 12 em 28 de abril, ante 31 em 28 de abril de 2018. O cancelamento de voos começou em 13 de abril e tem ocorrido diariamente desde então. Só nesta Páscoa, terão sido 612 voos cancelados em relação à Páscoa do ano passado, ou 62% a menos. Passageiros estão sendo avisados com antecedência, segundo a companhia.
A atualização dos voos cancelados está na página da Avianca Brasil. Avianca devolverá aviões e cortará voos
Diana Yukari/G1
Passageiros afetados
Avianca cancela 40 voos marcado para esta sexta-feira (19) em Cumbica
A companhia aérea disse que tem entrado em contato com os passageiros afetados para oferecer reembolso ou opções de reacomodação.
Também informou que, se as passagens foram compradas por meio de agências, sites de viagem, o passageiro deve entrar em contato diretamente com as empresas.
Segundo a Anac, em caso de cancelamento ou de alteração do voo por iniciativa da Avianca, o passageiro deve ter os seus direitos respeitados, disponíveis para consulta no portal da Anac na internet.
Reclamações podem ser feitas pela plataforma Consumidor.gov.br e, caso não sejam atendidas, o passageiro poderá recorrer aos órgãos do Serviço Nacional de Defesa do Consumidor.
Impacto da crise da Avianca no setor
Avianca reduz operações; veja o impacto no setor aéreo brasileiro
Plano de recuperação
Quarta maior companhia aérea do Brasil, a Avianca Brasil está em recuperação judicial desde dezembro do ano passado. Em 5 de abril, os credores aprovaram o plano de recuperação judicial da companhia.
O plano prevê a divisão da companhia em sete Unidades Produtivas Isoladas (UPIs) que serão levadas a leilão, marcado para o dia 7 de maio. Tanto a Latam Brasil quanto a Gol concordaram em fazer uma oferta no valor mínimo de US$ 70 milhões para pelo menos uma UPI e seus respectivos ativos. A Azul chegou a fazer uma oferta de compra, mas, na quinta-feira (18), anunciou ter desistido. Nos últimos dias, a companhia aérea também tem enfrentado uma série de problemas com operadores de aeroportos. A companhia está atrasando o pagamento de taxas aeroportuárias, o que tem levado as empresas operadores a ameaçar de suspensão de voos da companhia.
O juiz que homologou o plano de recuperação da Avianca não aceitou o pedido da aérea para que a devolução dos aviões fosse feita gradualmente, até julho. A companhia já atrasou pagamentos nos aeroportos de Guarulhos, Florianópolis, Porto Alegre, Salvador e Fortaleza.
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Four Turkish soldiers killed in clashes with PKK: ministry

Four Turkish soldiers were killed on Friday in clashes with the outlawed Kurdistan Workers Party (PKK) near the border with Iraq, Turkey’s Defence Ministry said on Saturday.div class=”feedflare”
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