G2Day explica como aplicar em empresas globais com alto potencial de crescimento

A G2D realizará na próxima sexta-feira (20), das 10h às 12h, o G2Day – Como investir em Venture Capital global a partir do Brasil. Esta é uma das estratégias de investimento que mais deu retorno nas últimas décadas, porém era acessível a menos de 1% dos investidores. O evento será online e com inscrições gratuitas, mas vagas limitadas.

“Esse tipo de investimento permite ao investidor pessoa física estar no mesmo jogo dos grandes milionários. Não tem nada parecido. É algo realmente revolucionário”, explica Fersen Lambranho, presidente do conselho administrativo da GP Investments, uma gestora de fundos de investimentos, principalmente de private equity.

Com o objetivo de explicar ao investidor como funciona a operação, o evento contará com a participação de Antônio Bonchristiano, Carlos Pessoa, Danilo Gamboa, Eduardo Coutinho, Fersen Lambranho, João Junqueira e Rodrigo Boscolo. Eles irão contar no detalhe o case da G2D desde o IPO.  Ainda haverá participações especiais do time da The Craftory, Mercado Bitcoin, CERC e Blu.

A G2D realizou um IPO na B3, em maio deste ano, permitindo que qualquer investidor, independente do tamanho de bolso, possa investir em empresas de alto crescimento em nível global, mas que ainda não chegaram à Bolsa.

Trata-se de uma companhia global de investimentos em empresas de tecnologia do Brasil, Estados Unidos e Europa, em estágio Pré-IPO, e já conta com 40 empresas de altíssimo crescimento no portfólio, incluindo oito unicórnios (empresas com valor de mercado de US$ 1 bilhão ou mais).

“Dos ativos que foram apresentados para o IPO, em alguns deles já tivemos valorização de mais de 100%”, destaca Fersen, lembrando que algumas dessas empresas receberam aportes milionários de gigantes que já enxergam seus respectivos potencial de crescimento.

Para saber mais, faça sua inscrição gratuita para o evento clicando aqui.

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China pausa registro de novos fundos imobiliários residenciais

(Pixabay)

(Bloomberg) — A China suspendeu a autorização para que fundos de private equity levantem recursos para investir em empreendimentos imobiliários residenciais, bloqueando uma das últimas fontes de financiamento estáveis para o setor em crise.

A Associação de Gestão de Ativos da China (AMAC, na sigla em inglês) informou verbalmente empresas de private equity que não aceitaria mais os registros necessários para criar fundos para investir em projetos, disseram pessoas a par da decisão, que não quiseram ser identificadas. Os pedidos já feitos também serão negados, enquanto os fundos existentes não serão afetados, disseram as fontes.

A suspensão aumenta os desafios para incorporadoras imobiliárias chinesas depois que reguladores restringiram os canais de financiamento, incluindo empréstimos bancários e fundos fiduciários, como parte de uma campanha nos últimos anos para reduzir os riscos. Algumas das maiores incorporadoras do país, como o China Evergrande, enfrentam enormes dívidas acumuladas durante os anos de expansão do mercado imobiliário chinês, e o setor agora lidera um aumento recorde da inadimplência no mercado de títulos da China.

Como as vias tradicionais de financiamento foram bloqueadas, empresas imobiliárias recorreram a fundos de private equity apoiados por indivíduos e instituições de alto patrimônio líquido para captar recursos, muitas vezes usando terrenos ou receitas de fluxo de caixa das vendas do projeto como garantia. Investimentos em fundos de private equity focados no mercado imobiliário somaram 843 bilhões de yuans (US$ 130 bilhões) em 2020, ou 13,5% do total do setor, de acordo com relatório da AMAC.

A AMAC não respondeu de imediato a pedidos de comentário.

Fundos de private equity usam onda de IPOs para vender empresas do portfólio

3D Word IPO with Target on Chalkboard Background - 3D Rendering (porcorex/Getty Images)

Os fundos de private equity (que compram participações em empresas) estão aproveitando o cenário favorável no mercado de capitais para vender empresas. Em meio à pandemia, a gestora Advent vendeu sua companhia mais antiga do portfólio – a varejista de materiais de construção Quero-Quero. A saída do fundo do negócio foi por meio de uma oferta inicial de ações (IPO, em inglês). Na operação, o Advent embolsou R$ 2 bilhões com a venda de 88% de sua participação.

Na esteira da Advent, outros fundos se organizam para fazer o mesmo. Em setembro, está previsto o IPO da Petz, rede de varejo focada em animais de estimação, do fundo Warburg Pincus. A operação pode movimentar até R$ 3,33 bilhões. A empresa do setor imobiliário Alphaville e a farmacêutica Alfa, que pertencem à gestora Pátria, também fizeram registro de abertura de capital na Comissão de Valores Mobiliários (CVM).

Essa movimentação comprova os dados históricos da B3, a bolsa paulista. Das empresas que fizeram IPO entre 2009 e 2020, 56% tinham fundos private equity como sócios. “Os fundos têm dois grandes dilemas. O primeiro é sobre condições de entrada, como o preço e o crescimento da empresa. O segundo é sobre como será a saída”, diz Alessandro Farkuh, responsável pelo banco de investimento do Bradesco BBI. Segundo ele, com o mercado de capitais mostrando consistência desde o ano passado, entre 30% e 40% das transações que estão hoje na mesa são de fundos.

Mercado vibrante

“Estamos vendo uma evolução natural do mercado. Os fundos pegam empresas nascentes e as ajudam, em um ciclo de investimento que vai de cinco a dez anos. Em outros momentos, quando chegava o momento de maturação do investimento, os fundos não tinham saída. Agora, vivemos um momento do mercado de capitais vibrante que pode absorver esses ativos”, explica Eduardo Mendez, chefe de mercado de capitais e renda variável para América Latina do banco Morgan Stanley.

Mendez destaca que, quando essas empresas chegam à Bolsa, elas têm ainda um processo de crescimento a ser capturado pelos novos investidores.

O próprio Advent ainda pode fazer abertura de capital de uma outra empresa de seu portfólio, a distribuidora de tecnologia Allied.

Antes da Quero-Quero ir à B3 no início de agosto, a oferta subsequente de ações da rede de farmácia Panvel movimentou R$ 1 bilhão em junho, permitindo a saída o fundo Kinea, do Itaú Unibanco, do negócio. A rede vendeu sua fatia minoritária, obtendo um lucro de três vezes o valor inicialmente aportado.

Além do mercado acionário ser uma porta de saída para as gestoras, as empresas que pertencem a esses fundos chegam mais preparadas para o processo de se tornarem públicas.

Sócio responsável pela área de renda variável do BTG Pactual, Fabio Nazari destaca que as empresas investidas por fundos de investimento já chegam à hora da abertura de capital maduras, exatamente por conta do trabalho feito pelos fundos ao longo dos anos. “Ter uma companhia bem estruturada em governança faz uma diferença muito grande na hora do IPO”, comenta o especialista.

Além disso, segundo o executivo do BTG, os investidores têm observado como os atuais donos das empresas irão conviver com novos sócios após a abertura de capital.

O chefe global de banco de investimento do Itaú BBA, Roderick Greenlees, afirma que os fundos especializados em comprar fatias de empresas têm um ciclo natural de negócio. Ele explica que, depois de um período que geralmente vai de três a cinco anos, chega a hora do desinvestimento.

“Após esse período, eles (os fundos) começam a pensar na monetização. Hoje vemos no componente secundário das ofertas os fundos de private equity. Isso é natural e a oferta de ações é mais uma porta de saída para eles.”

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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