Ibovespa Futuro tem leve alta seguindo exterior, apesar de tensão com coronavírus e fala de Trump; dólar recua

mercado bolsa índices alta ações gráfico (Shutterstock)

SÃO PAULO – O Ibovespa futuro inicia o último pregão da semana de Natal seguindo o humor externo, com leves ganhos apesar dos temores dos investidores com os aumentos de casos de coronavírus, além das dúvidas sobre a aprovação de um acordo comercial pós-Brexit entre Reino Unido e União Europeia e também com as críticas do presidente Donald Trump ao pacote de estímulos aprovado no Congresso dos Estados Unidos.

Ontem, o negociador-chefe da União Europeia, Michel Barnier, que trabalha no acordo pós-Brexit, afirmou que o bloco realizava um “esforço final” para chegar a um resultado. Mas continuam a existir discordâncias sobre o tema da pesca.

Atualmente, mais de 60% da pesca em águas britânicas é feita por navios estrangeiros, à medida que barcos da União Europeia têm acesso as águas dos países membros. Isso continua a valer para as águas britânicas ao menos até o final do ano, mas o Reino Unido deseja limitar esse acesso.

Nos EUA, o presidente Donald Trump pediu mudanças no projeto de lei para o pacote de estímulos no valor de US$ 900 bilhões. Ele classificou a medida como uma “desgraça” inadequada, e exortou os legisladores a fazerem mudanças, incluindo pagamentos mais generosos aos americanos.

Entre as alterações pleiteadas, o líder da Casa Branca pede que o valor do pagamento direto a americanos seja ampliado dos atuais US$ 600 para US$ 2 mil. “Também peço ao Congresso que retire os itens desnecessários dessa legislação e que me mande uma lei adequada”, instou.

Às 09h08 (horário de Brasília), o índice futuro para fevereiro de 2021 tinha alta de 0,27%, aos 117.370 pontos.

Enquanto isso, o dólar comercial recuava 0,49% a R$ 5,1360 na compra e a R$ 5,1365 na venda. O dólar futuro com vencimento em janeiro de 2021 registrava queda de 0,39%, a R$ 5,136.

No mercado de juros futuros, o DI para janeiro de 2022 cai três pontos-base a 2,86%, o DI para janeiro de 2023 tem queda de quatro pontos-base a 4,26%, o DI para janeiro de 2025 recua cinco pontos-base a 5,81% e o DI para janeiro de 2027 registra variação negativa de cinco pontos-base a 6,61%.

No Brasil, o secretário de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde, Arnaldo Medeiros, detalhou que o Ministério da Saúde negocia com o Instituto Butantan a expansão do contrato de aquisição da CoronaVac para 100 milhões de doses, a serem entregues no primeiro semestre de 2021. De acordo com o secretário, o contrato com o Butantan está praticamente fechado.

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Já na política, o líder do governo na Câmara, Ricardo Barros (PP-PR), afirmou na terça que a agenda prioritária para 2021 envolve os temas de reorganização do Estado e das contas públicas.

Dentre as propostas citadas pelo líder como essenciais estão as reformas tributária e administrativa, a PEC emergencial e a autonomia do Banco Central, e o pacto federativo, além das privatizações. Ele também repetiu aquele que afirma ser o mantra do presidente Jair Bolsonaro (sem partido): “Não tem aumento da carga tributária, não tem fura teto e não tem prorrogação do orçamento de guerra”.

Agenda de indicadores

O Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S) avançou 1,21% na terceira quadrissemana de dezembro, informou a Fundação Getulio Vargas (FGV). O resultado representa desaceleração em relação à segunda leitura do mês, quando o índice havia subido 1,41%. Assim, o índice acumula alta de 5,32% nos últimos 12 meses.

Seis das oito classes de despesa que compõem o IPC-S tiveram decréscimo nas taxas. A maior contribuição para o resultado desta leitura veio do grupo Educação Leitura e Recreação (4,78% para 2,19%), sob influência importante do item passagem aérea, que passou de 28,45% para 9,62%.

As principais influências para cima sobre o IPC-S da terceira quadrissemana de dezembro partiram de tarifa de eletricidade residencial, passagem aérea, gasolina, condomínio residencial (1,63% para 2,07%) e curso de ensino superior (1,23% para 2,26%). Em contrapartida, ajudaram a conter a aceleração do índice tomate (-3,01% para -13,86%), transporte por aplicativo (-1,57% para -2,61%), limão (-27,20% para -19,84%), manga (-11,75% para -9,68%) e protetores para a pele (-1,02% para -1,43%).

Às 10h30 são divulgados dados sobre pedidos de seguro-desemprego nos Estados Unidos, relativos a dezembro. No mesmo horário são divulgados dados de pedidos de bens duráveis, pedidos e frete de bens de capital no país, relativos a novembro. No mesmo horário, são divulgados dados sobre renda pessoal e gastos pessoais nos Estados Unidos em novembro. Também às 10h30 é divulgado o deflator principal DCP, relativo a novembro nos Estados Unidos.

Às 11h é divulgado o FHFA, índice de preços de casas nos Estados Unidos, relativo a outubro. Às 12h a Universidade de Michigan divulga seus índices de Condições Atuais, Sentimento, Expectativas e Inflação, relativos a dezembro nos Estados Unidos. Também às 12h são divulgados dados sobre vendas de casas novas nos Estados Unidos.

Às 12h, a Receita Federal divulga dados sobre a receita tributária federal no Brasil, relativos a novembro.

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Às 22h são divulgados dados Swift (sigla em inglês para Sociedade para Telecomunicação Global Interbanco) sobre pagamentos globais em moeda chinesa, relativos a novembro.

Pandemia, vacinação e restrições no Brasil

O consórcio de veículos de imprensa que sistematiza dados sobre Covid coletados por secretarias estaduais de Saúde no Brasil divulgou, às 20h de terça, o avanço da pandemia em 24h no país.

A média móvel de novos casos no Brasil em sete dias encerrados na terça foi de 49.395 diagnósticos, um recorde desde que o consórcio começou a sistematizar os dados, no início de junho, e alta de 18% frente 14 dias antes. Apenas em 24 horas foram confirmados 55.799 casos.

A média móvel de mortes em sete dias foi de 776, o maior valor desde 17 de setembro, quando foi registrada média de 779 mortes. Foram 21% casos a mais do que a média de 14 dias antes. Apenas em 24 horas foram registradas 963 mortes.

O Instituto Butantan deve apresentar às 16h desta quarta os dados sobre testes de fase três da CoronaVac, produto desenvolvido pelo laboratório chinês Sinovac que é testado no Brasil e será produzido localmente pelo instituto a partir de insumos importados. O Butantan também pretende fazer nesta quarta pedidos à Anvisa para uso emergencial do imunizante, assim como o para registro definitivo. O imunizante deve ser empregado para imunizar a população de São Paulo, e foi incluído pelo governo federal no Plano Nacional de Imunização.

Além disso, na terça, a presidente da Fiocruz, Nísia Trindade Lima, afirmou à comissão externa da Câmara dos Deputados sobre ações contra a Covid que a fundação espera receber em janeiro o ingrediente ativo do imunizante desenvolvido pela parceria entre AstraZeneca e Universidade de Oxford, e iniciar a entrega de doses da vacina em fevereiro.

“Esse é o nosso cronograma de entregas, a partir dessa semana de fevereiro, de 8 a 12, estaremos entregando um milhão de doses de vacinas ao PNI (Programa Nacional de Vacinação)”, afirmou Trindade. A vacina é uma das principais apostas do governo federal para imunizar a população brasileira.

Na terça, o secretário de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde, Arnaldo Medeiros, afirmou que o Brasil deve receber 150 milhões de doses de vacinas contra Covid-19 no primeiro semestre de 2021, somando os imunizantes Pfizer/BioNTech, Sinovac/Butantan e AstraZeneca/Fiocruz.

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Além disso, o secretário detalhou que o Ministério da Saúde negocia com o Instituto Butantan a expansão do contrato de aquisição da CoronaVac para 100 milhões de doses, a serem entregues no primeiro semestre de 2021. De acordo com o secretário, o contrato com o Butantan está praticamente fechado.

Na semana passada, o Ministério da Saúde apresentou o Plano Nacional de Imunização. Na ocasião, o ministro da pasta, general Eduardo Pazuello, anunciou que as primeiras entregas devem ocorrer em janeiro, com um quantitativo de 24,5 milhões de doses juntas dos três laboratórios no mês.

A Anvisa anunciou na terça que está fazendo o acompanhamento das chegadas de voos vindos do Reino Unido nos aeroportos de Guarulhos, em São Paulo, e do Galeão, no Rio de Janeiro, após o surgimento de uma nova variante do coronavírus em solo britânico que se mostrou mais transmissível.

Entre as ações adotadas estão a leitura de mensagem sonora no voo já em solo brasileiro, fiscalização do interior da aeronave antes do desembarque, orientação de passageiros e tripulantes sobre o monitoramento deles no Brasil e solicitação às companhias aéreas de informações sobre tripulantes e passageiros.

Além disso, o governo de São Paulo determinou o aumento de restrições de funcionamento de negócios em todo o estado durante o Natal e o réveillon. Apenas serviços essenciais poderão funcionar nos dias 25, 26 e 27 de dezembro e 1, 2 e 3 de janeiro, similar ao estabelecido pela classificação de fase vermelha no estado.

Agenda do governo e contas públicas

O líder do governo na Câmara, Ricardo Barros (PP-PR), afirmou na terça que a agenda prioritária para 2021 envolve os temas de reorganização do Estado e das contas públicas.

Dentre as propostas citadas pelo líder como essenciais estão as reformas tributária e administrativa, a PEC emergencial e a autonomia do Banco Central, e o pacto federativo, além das privatizações. Ele também repetiu aquele que afirma ser o mantra do presidente Jair Bolsonaro (sem partido): “Não tem aumento da carga tributária, não tem fura teto e não tem prorrogação do orçamento de guerra”.

Segundo informações de bastidores publicadas na terça pelo jornal Folha de São Paulo, o aumento de despesas obrigatórias, impulsionadas pela inflação, deve levar o Ministério da Economia a cortar entre R$ 10 bilhões e R$ 20 bilhões no Orçamento do próximo ano, segundo integrantes da pasta cujo nome não foi divulgado.

Além disso, a Câmara aprovou na terça o texto principal de projeto da chamada lei cambial, que altera a legislação brasileira sobre o mercado de câmbio e é considerado prioritário pelo Banco Central para a elevação de investimentos.

O projeto de modernização cambial dispõe sobre o mercado de câmbio brasileiro, o capital brasileiro no exterior, o capital estrangeiro no país e a prestação de informações ao BC. Por acordo entre os partidos, os deputados decidiram aprovar o texto-base nesta terça e deixar a análise das emendas, que podem alterá-lo, para 2021.

Radar corporativo

A Cielo aprovou o pagamento de R$ 151 milhões em juros sobre o capital próprio, com um valor bruto por ação de R$ 0,05595195275.

O montante será pago no dia 17 de fevereiro de 2021 com base na posição acionária de 29 de dezembro. Ou seja, os papéis passarão a negociar na forma “ex-JCPs” a partir de 30 de dezembro de 2020.

A Uega (Usina Elétrica a Gás de Araucária) firmou um acordo com a Petrobras para suprimento de gás natural de 1º de janeiro a 31 de dezembro de 2021, informou em comunicado a Copel, detentora da unidade paranaense.

O contrato prevê o fornecimento de 2,15 milhões de metros cúbicos de combustível por dia, sem obrigatoriedade de retirada. Com isso, a Uega permanecerá disponível ao (SIN) Sistema Interligado Nacional e poderá ser despachada a critério do ONS (Operador Nacional do Sistema), afirmou a Copel.

A Petrobras celebrou novos contratos de longo prazo com a Braskem para o fornecimento de nafta petroquímica para unidade industrial em São Paulo e de etano e propano para fábrica no Rio de Janeiro, informou a petroleira na terça.

Segundo a estatal, o contrato de nafta tem valor estimado de R$ 19 bilhões e entrará em vigor na quarta, com validade até o final de 2025. Ele prevê o fornecimento de até 2 milhões de toneladas da matéria-prima por ano. Já o acordo de etano e propano, estimado em R$ 7,6 bilhões, passará a valer em 1º de janeiro de 2021 e também possui vencimento no final de 2025.

O Conselho de Administração da companhia Furnas aprovou um acordo judicial para reaver à elétrica Light R$ 496 milhões referentes a pagamentos indevidos recebidos pela subsidiária da Eletrobras em 1986, informou a estatal na terça. O acordo prevê que o pagamento será realizado em três parcelas, sendo uma de R$ 336 milhões até 28 de dezembro deste ano, uma de R$ 40 milhões até 5 de dezembro de 2021 e outra de R$ 120 milhões até 18 de março de 2022.

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JPMorgan planeja transferir US$ 230 bilhões para Alemanha por Brexit

(Bloomberg) — O JPMorgan Chase planeja transferir cerca de 200 bilhões de euros (US$ 230 bilhões) do Reino Unido para Frankfurt como resultado da saída do país da União Europeia. Coma a mudança, o JPMorgan se tornará um dos maiores bancos da Alemanha.

O banco dos EUA planeja finalizar a migração dos ativos para a subsidiária com sede em Frankfurt até o fim do ano, disseram pessoas a par do assunto. A mudança pode impulsionar seu balanço patrimonial o suficiente para se tornar o sexto maior banco do país, com base nos ativos das maiores instituições financeiras comerciais no ano passado.

Uma porta-voz do JPMorgan em Frankfurt não quis comentar.

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Os ativos a serem transferidos representam pouco menos de 10% do balanço total do JPMorgan. Também equivalem a quase metade do total de ativos detidos por filiais alemãs de bancos estrangeiros no fim de junho, de acordo com estatísticas do Bundesbank.

Com menos de quatro meses para o término do período de transição do Brexit, bancos internacionais têm reforçado operações na União Europeia para garantir que possam atender aos clientes, diante da perspectiva de que empresas com sede no Reino Unido, incluindo as operações do JPMorgan em Londres, não retenham direitos de passaporte em um acordo comercial.

Como essa perspectiva é cada vez mais provável, na semana passada o banco recomendou aos 200 funcionários em Londres que se mudem para cidades da Europa continental, como Paris, Frankfurt, Milão e Madri, informou a Bloomberg News.

No entanto, não é apenas o Brexit. O JPMorgan tem dito repetidamente que a unidade alemã buscará participação de mercado em banco de investimento, segmento corporativo e gestão de patrimônio. Com o contínuo fortalecimento das operações do JPMorgan na Alemanha, a responsável pela unidade com sede em Frankfurt, Dorothee Blessing, tem assumido mais responsabilidades.

O banco reatribuiu filiais em polos europeus, como Paris, Amsterdã e Copenhague, para supervisão pela subsidiária de Frankfurt, que é conhecida como J.P. Morgan AG.

Embora o JPMorgan tenha feito a maior migração para Frankfurt, outros bancos também optaram por aumentar presença no centro financeiro da Alemanha, incluindo Citigroup, UBS e Standard Chartered.

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Ibovespa fecha em queda e cai 2,8% na semana, abaixo dos 99 mil pontos; dólar sobe 0,5% em 5 dias

baixa gráfico índice (Getty Images)

SÃO PAULO – O Ibovespa fechou em queda nesta sexta-feira (11), dia de extrema volatilidade. Mais uma vez, o desempenho das bolsas dos Estados Unidos frustrou, e após baterem mais de um 1% de alta, os índices terminaram entre queda de 0,6% (o Nasdaq) e alta de 0,48% (o Dow Jones).

Com a baixa de hoje, o principal índice da B3 consolidou uma forte desvalorização de 2,84% na semana, que foi marcada por um sell-off no petróleo em meio ao aumento dos estoques nos EUA. Os últimos dias também foram marcados pela continuidade das quedas nas ações de empresas do setor de alta tecnologia dos EUA.

Na terça-feira (8), os papéis da Tesla desabaram 21% depois da companhia fracassar em entrar no índice S&P 500.

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Já nesta sexta, no mercado brasileiro, as perdas só não foram maiores graças ao desempenho positivo da Vale (VALE3), que disparou 5,84%. As compras vieram com o anúncio de distribuição de proventos aos acionistas no montante total bruto de R$ 2,4075 por ação.

Segundo o Bradesco BBI, a informação é positiva, pois indica um pagamento adicional de US$ 1 bilhão em dividendos extraordinários.

Já a Petrobras (PETR3; PETR4) terminou a sessão em baixa sem poder contar com uma recuperação do petróleo. O barril do WTI teve alta de 0,46% a US$ 37,47, enquanto o barril do Brent – usado como referência pela Petrobras – caiu 0,45% a US$ 39,88. Para ler mais destaques de ações clique aqui.

Com isso, o Ibovespa teve hoje baixa de 0,48%, aos 98.363 pontos e volume financeiro negociado de R$ 27,352 bilhões. O índice abriu a sessão com ganhos, virou para queda forte, chegando a perder os 98 mil pontos (atingiu 97.757 pontos na mínima da sessão), voltou a subir na hora do almoço e no final engatou queda.

Vale lembrar que em momentos de maior incerteza os investidores costumam vender ações na sexta para não entrarem no fim de semana posicionados sem poderem operar caso notícias ruins saiam.

Enquanto isso, o dólar comercial subiu 0,25% a R$ 5,3323 na compra e a R$ 5,3331 na venda. Na semana, a moeda dos EUA avançou 0,47% ante o real. Já o dólar futuro para outubro tem alta de 0,23%, a R$ 5,337 no after-market, acompanhando o movimento da moeda no exterior.

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Cabe destacar que, em live na véspera, o presidente Jair Bolsonaro afirmou que mantém conversas com ministros e o presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, para entender os motivos da alta do dólar ante o real e se algo pode ser feito para atenuar o movimento.

No mercado de juros futuros, o DI para janeiro de 2022 subiu dois pontos-base a 2,85%, o DI para janeiro de 2023 teve alta de seis pontos-base a 4,14%, o DI para janeiro de 2025 avançou quatro pontos-base a 6,00% e o DI para janeiro de 2027 variou positivamente quatro pontos-base a 6,98%.

No radar macroeconômico, a União Europeia ameaçou uma ação legal caso o Reino Unido não mude o projeto de lei que permite violar parte do acordo de Brexit.

Entre os indicadores nacionais, o volume de serviços brasileiro cresceu 2,6% em julho na comparação com junho, caindo 11,9% em relação ao mesmo mês do ano passado. O dado anual veio pior que a mediana das projeções dos economistas compilada no consenso Bloomberg, que apontava para queda de 10,1%.

Continuou no Brasil o debate sobre a alta dos preços dos alimentos. Ontem, o Ministério da Economia enviou ao Ministério da Justiça um ofício questionando a decisão de notificar os setores de varejo e produção de alimentos sobre a alta dos preços. A resposta deve ser dada no prazo de cinco dias.

Depois do arroz, notícias apontam que o governo avalia zerar a tarifa de importação da soja para conter a alta nos preços.

Alta dos alimentos

Depois de o Ministério da Justiça ter notificado a Associação Brasileira de Supermercados e representantes de produtores de alimentos sobre a alta dos preços, o Ministério da Economia mostrou sua insatisfação com a medida. Ontem, a pasta enviou ao Ministério da Justiça um ofício questionando a decisão de notificar os setores. A resposta deve ser dada no prazo de cinco dias.

De acordo com a Folha de S.Paulo, o ofício pede que não ocorra controle de preços ou incompatibilidade com os princípios da economia de mercado. A atitude do Ministério da Justiça surpreendeu o Ministério da Economia e também o Ministério da Agricultura, que defendiam o controle de preços por meio da abertura das importações.

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Na noite de ontem, o presidente Jair Bolsonaro disse que autorizou a notificação feita pelo Ministério da Justiça sobre o aumento de preços dos alimentos. No entanto, ele negou que exista algum plano de tabelamento ou maiores intervenções no mercado.

“André Mendonça falou comigo: ‘posso botar a Secretaria Nacional de Defesa do Consumidor para investigar, perguntar para supermercados por que o preço subiu?’ Eu falei ‘pode’. E ponto final. Porque, ao chegar a resposta, pode ser que o errado somos nós. Pode ser o governo, daí o governo toma providência e ponto final”, declarou o presidente em live semanal.

Após a Câmara de Comércio Exterior zerar a tarifa de importação de arroz, a ministra da Agricultura, Tereza Cristina, disse ontem que a taxa zero deve beneficiar principalmente Estados Unidos e Tailândia. O presidente da Conab, Guilherme Bastos, afirmou à Reuters que várias indústrias de beneficiamento já agendaram compras com outros países e também citou Estados Unidos e Tailândia como exportadores.

Perspectivas

Apesar do corte de taxa de importação, ontem o arroz voltou a ter preços recordes, de acordo com o Cepea. O presidente da Associação Paulista de Supermercados (Apas), Ronaldo dos Santos, disse que o produto tem tendência de alta para os próximos dois meses se o consumo se mantiver no ritmo atual, ainda segundo a Folha. O produto acumula alta de 19% no ano, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O arroz tem sido o principal produto no debate da alta de preços, mas já se fala em medidas para controlar o preço da soja e dos materiais de construção.

No caso da soja, O Globo informou que o governo poderá reduzir a zero a tarifa de importação, hoje em 10%, até o fim deste ano. Com isso, a oferta doméstica aumentaria, controlando os preços. Já no caso dos materiais de construção, o governo avalia medidas caso os preços não diminuam até o final deste ano.

Além do tema dos preços, outro destaque foi a fala do presidente Jair Bolsonaro sobre o fim do auxílio emergencial. Segundo o presidente, não haverá nova prorrogação do auxílio além dos cinco meses já previstos.

No noticiário nacional, também chama atenção a posse do ministro Luiz Fux na presidência do Supremo Tribunal Federal (STF). Em seu discurso, ele destacou a importância do respeito ao Legislativo e ao Executivo, sem que isso signifique subserviência e excesso de intimidade.

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Já sobre a vacina da AstraZeneca e da Universidade de Oxford contra a Covid, foi noticiado que a voluntária dos testes que desenvolveu sintomas de um distúrbio neurológico não integrava o grupo de placebo, ou seja, estava recebendo a vacina experimental. Ela teve alta na quarta-feira e passa bem.

Radar corporativo

Um dos destaques do dia foi a distribuição de proventos da Vale aos acionistas, no montante total bruto de R$ 2,4075 por ação. Já a Azul divulgou os dados de tráfego de agosto, com alta de 26,4% no tráfego de passageiros consolidado (RPKs) em relação a julho de 2020.

Maiores altas

Ativo Variação % Valor (R$)
VALE3 6.04818 62.07
BRAP4 3.99721 44.75
PCAR3 3.96636 74.18
CSNA3 3.77113 15.96
NTCO3 3.31658 51.4

Maiores baixas

Ativo Variação % Valor (R$)
CIEL3 -4.31034 4.44
IRBR3 -4.12698 6.04
GNDI3 -4.00826 69.69
EGIE3 -3.47473 42.78
COGN3 -3.40136 5.68

Os investidores acompanham notícias de que a maioria dos acionistas da Tecnisa rejeitou os estudos para integração com a Gafisa, em Assembleia Geral Extraordinária (AGE) realizada ontem.

Além disso, a Sul América concluiu a compra da Paraná Clínicas, por R$ 396 milhões, enquanto a Braskem iniciou a produção comercial de polipropileno (PP) de sua nova planta nos Estados Unidos. Está marcada para hoje a estreia das ações da Petz (PETZ3) na B3.

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Ibovespa opera entre perdas e ganhos com alta da Vale e volatilidade da Petrobras

SÃO PAULO – O Ibovespa opera entre perdas e ganhos nesta sexta-feira (11), dia de extrema volatilidade.

As ações da Vale (VALE3), que disparam 5%, puxam o índice para o lado positivo, mas a Petrobras (PETR3; PETR4) tem desempenho que oscila entre quedas e altas. Depois de mais um início de pregão em baixa com o aumento nos estoques nos Estados Unidos, o petróleo passou a subir e limitou as vendas nos papéis da estatal.

O barril do WTI tem alta de 0,46% a US$ 37,47, enquanto o barril do Brent – usado como referência pela Petrobras – vira novamente para queda de 0,15% a US$ 40,00.

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Já a mineradora atrai compras após o anúncio de distribuição de proventos aos acionistas no montante total bruto de R$ 2,4075 por ação.

Segundo o Bradesco BBI, a informação é positiva, pois indica um pagamento adicional de US$ 1 bilhão em dividendos extraordinários. Para ler mais destaques de ações clique aqui.

No radar macroeconômico, a União Europeia ameaçou uma ação legal caso o Reino Unido não mude o projeto de lei que permite violar parte do acordo de Brexit.

Entre os indicadores nacionais, o volume de serviços brasileiro cresceu 2,6% em julho na comparação com junho, caindo 11,9% em relação ao mesmo mês do ano passado. O dado anual veio pior que a mediana das projeções dos economistas compilada no consenso Bloomberg, que apontava para queda de 10,1%.

Às 12h42 (horário de Brasília) o Ibovespa tinha leve baixa de 0,12%, aos 98.714 ponto. O índice abriu com ganhos, virou para queda forte, chegando a perder os 98 mil pontos (atingiu 97.757 pontos na mínima da sessão) e agora volta a mostrar desempenho positivo.

Vale lembrar que em momentos de maior incerteza os investidores costumam vender ações na sexta para não entrarem no fim de semana posicionados sem poderem operar caso notícias ruins saiam, então o pregão ainda pode ter mais volatilidade.

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Enquanto isso, o dólar comercial cai 0,47% a R$ 5,2939 na compra e a R$ 5,2952 na venda. O dólar futuro para outubro tem queda de 0,42%, a R$ 5,303, acompanhando o movimento da moeda no exterior.

Cabe destacar que, em live na véspera,  o presidente Jair Bolsonaro afirmou que mantém conversas com ministros e o presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, para entender os motivos da alta do dólar ante o real e se algo pode ser feito para atenuar o movimento.

No mercado de juros futuros, o DI para janeiro de 2022 opera estável a 2,83%, o DI para janeiro de 2023 sobe um ponto-base a 4,09%, o DI para janeiro de 2025 recua um ponto-base a 5,95% e o DI para janeiro de 2027 varia negativamente dois pontos-base a 6,92%.

Continua no Brasil o debate sobre a alta dos preços dos alimentos. Ontem, o Ministério da Economia enviou ao Ministério da Justiça um ofício questionando a decisão de notificar os setores de varejo e produção de alimentos sobre a alta dos preços. A resposta deve ser dada no prazo de cinco dias.

Depois do arroz, notícias apontam que o governo avalia zerar a tarifa de importação da soja para conter a alta nos preços.

Alta dos alimentos

Depois de o Ministério da Justiça ter notificado a Associação Brasileira de Supermercados e representantes de produtores de alimentos sobre a alta dos preços, o Ministério da Economia mostrou sua insatisfação com a medida. Ontem, a pasta enviou ao Ministério da Justiça um ofício questionando a decisão de notificar os setores. A resposta deve ser dada no prazo de cinco dias.

De acordo com a Folha de S.Paulo, o ofício pede que não ocorra controle de preços ou incompatibilidade com os princípios da economia de mercado. A atitude do Ministério da Justiça surpreendeu o Ministério da Economia e também o Ministério da Agricultura, que defendiam o controle de preços por meio da abertura das importações.

Na noite de ontem, o presidente Jair Bolsonaro disse que autorizou a notificação feita pelo Ministério da Justiça sobre o aumento de preços dos alimentos. No entanto, ele negou que exista algum plano de tabelamento ou maiores intervenções no mercado.

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“André Mendonça falou comigo: ‘posso botar a Secretaria Nacional de Defesa do Consumidor para investigar, perguntar para supermercados por que o preço subiu?’ Eu falei ‘pode’. E ponto final. Porque, ao chegar a resposta, pode ser que o errado somos nós. Pode ser o governo, daí o governo toma providência e ponto final”, declarou o presidente em live semanal.

Após a Câmara de Comércio Exterior zerar a tarifa de importação de arroz, a ministra da Agricultura, Tereza Cristina, disse ontem que a taxa zero deve beneficiar principalmente Estados Unidos e Tailândia. O presidente da Conab, Guilherme Bastos, afirmou à Reuters que várias indústrias de beneficiamento já agendaram compras com outros países e também citou Estados Unidos e Tailândia como exportadores.

Perspectivas

Apesar do corte de taxa de importação, ontem o arroz voltou a ter preços recordes, de acordo com o Cepea. O presidente da Associação Paulista de Supermercados (Apas), Ronaldo dos Santos, disse que o produto tem tendência de alta para os próximos dois meses se o consumo se mantiver no ritmo atual, ainda segundo a Folha. O produto acumula alta de 19% no ano, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O arroz tem sido o principal produto no debate da alta de preços, mas já se fala em medidas para controlar o preço da soja e dos materiais de construção.

No caso da soja, O Globo informou que o governo poderá reduzir a zero a tarifa de importação, hoje em 10%, até o fim deste ano. Com isso, a oferta doméstica aumentaria, controlando os preços. Já no caso dos materiais de construção, o governo avalia medidas caso os preços não diminuam até o final deste ano.

Além do tema dos preços, outro destaque foi a fala do presidente Jair Bolsonaro sobre o fim do auxílio emergencial. Segundo o presidente, não haverá nova prorrogação do auxílio além dos cinco meses já previstos.

No noticiário nacional, também chama atenção a posse do ministro Luiz Fux na presidência do Supremo Tribunal Federal (STF). Em seu discurso, ele destacou a importância do respeito ao Legislativo e ao Executivo, sem que isso signifique subserviência e excesso de intimidade.

Já sobre a vacina da AstraZeneca e da Universidade de Oxford contra a Covid, foi noticiado que a voluntária dos testes que desenvolveu sintomas de um distúrbio neurológico não integrava o grupo de placebo, ou seja, estava recebendo a vacina experimental. Ela teve alta na quarta-feira e passa bem.

Radar corporativo

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Um dos destaques do dia foi a distribuição de proventos da Vale aos acionistas, no montante total bruto de R$ 2,4075 por ação. Já a Azul divulgou os dados de tráfego de agosto, com alta de 26,4% no tráfego de passageiros consolidado (RPKs) em relação a julho de 2020.

Os investidores acompanham notícias de que a maioria dos acionistas da Tecnisa rejeitou os estudos para integração com a Gafisa, em Assembleia Geral Extraordinária (AGE) realizada ontem.

Além disso, a Sul América concluiu a compra da Paraná Clínicas, por R$ 396 milhões, enquanto a Braskem iniciou a produção comercial de polipropileno (PP) de sua nova planta nos Estados Unidos. Está marcada para hoje a estreia das ações da Petz (PETZ3) na B3.

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Ibovespa Futuro sobe seguindo recuperação do pré-market dos EUA; dólar cai a R$ 5,27

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SÃO PAULO – O Ibovespa Futuro abre em leve alta nesta sexta-feira (11) seguindo a recuperação do pré-market dos Estados Unidos apesar da situação mais tensa na União Europeia. Ontem, o bloco ameaçou uma ação legal caso o Reino Unido não mude o projeto de lei que permite violar parte do acordo de Brexit.

Entre os indicadores nacionais, o volume de serviços brasileiro cresceu 2,6% em julho na comparação com junho, caindo 11,9% em relação ao mesmo mês do ano passado. O dado anual veio pior que a mediana das projeções dos economistas compilada no consenso Bloomberg, que apontava para queda de 10,1%.

Às 09h12 (horário de Brasília) o contrato futuro do Ibovespa para outubro tinha alta de 1,02%, aos 99.355 pontos.

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Enquanto isso, o dólar comercial cai 0,86% a R$ 5,2729 na compra e a R$ 5,2741 na venda. O dólar futuro para outubro tem queda de 0,86%, a R$ 5,279. Cabe destacar que, em live na véspera,  o presidente Jair Bolsonaro afirmou que mantém conversas com ministros e o presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, para entender os motivos da alta do dólar ante o real e se algo pode ser feito para atenuar o movimento.

No mercado de juros futuros, o DI para janeiro de 2022 tem baixa de um ponto-base a 2,82%, o DI para janeiro de 2023 opera estável a 4,08%, o DI para janeiro de 2025 cai um ponto-base a 5,95% e o DI para janeiro de 2027 varia negativamente um ponto-base a 6,93%.

Continua no Brasil o debate sobre a alta dos preços dos alimentos. Ontem, o Ministério da Economia enviou ao Ministério da Justiça um ofício questionando a decisão de notificar os setores de varejo e produção de alimentos sobre a alta dos preços. A resposta deve ser dada no prazo de cinco dias.

Depois do arroz, notícias apontam que o governo avalia zerar a tarifa de importação da soja para conter a alta nos preços.

Alta dos alimentos

Depois de o Ministério da Justiça ter notificado a Associação Brasileira de Supermercados e representantes de produtores de alimentos sobre a alta dos preços, o Ministério da Economia mostrou sua insatisfação com a medida. Ontem, a pasta enviou ao Ministério da Justiça um ofício questionando a decisão de notificar os setores. A resposta deve ser dada no prazo de cinco dias.

De acordo com a Folha de S.Paulo, o ofício pede que não ocorra controle de preços ou incompatibilidade com os princípios da economia de mercado. A atitude do Ministério da Justiça surpreendeu o Ministério da Economia e também o Ministério da Agricultura, que defendiam o controle de preços por meio da abertura das importações.

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Na noite de ontem, o presidente Jair Bolsonaro disse que autorizou a notificação feita pelo Ministério da Justiça sobre o aumento de preços dos alimentos. No entanto, ele negou que exista algum plano de tabelamento ou maiores intervenções no mercado.

“André Mendonça falou comigo: ‘posso botar a Secretaria Nacional de Defesa do Consumidor para investigar, perguntar para supermercados por que o preço subiu?’ Eu falei ‘pode’. E ponto final. Porque, ao chegar a resposta, pode ser que o errado somos nós. Pode ser o governo, daí o governo toma providência e ponto final”, declarou o presidente em live semanal.

Após a Câmara de Comércio Exterior zerar a tarifa de importação de arroz, a ministra da Agricultura, Tereza Cristina, disse ontem que a taxa zero deve beneficiar principalmente Estados Unidos e Tailândia. O presidente da Conab, Guilherme Bastos, afirmou à Reuters que várias indústrias de beneficiamento já agendaram compras com outros países e também citou Estados Unidos e Tailândia como exportadores.

Perspectivas

Apesar do corte de taxa de importação, ontem o arroz voltou a ter preços recordes, de acordo com o Cepea. O presidente da Associação Paulista de Supermercados (Apas), Ronaldo dos Santos, disse que o produto tem tendência de alta para os próximos dois meses se o consumo se mantiver no ritmo atual, ainda segundo a Folha. O produto acumula alta de 19% no ano, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O arroz tem sido o principal produto no debate da alta de preços, mas já se fala em medidas para controlar o preço da soja e dos materiais de construção.

No caso da soja, O Globo informou que o governo poderá reduzir a zero a tarifa de importação, hoje em 10%, até o fim deste ano. Com isso, a oferta doméstica aumentaria, controlando os preços. Já no caso dos materiais de construção, o governo avalia medidas caso os preços não diminuam até o final deste ano.

Além do tema dos preços, outro destaque foi a fala do presidente Jair Bolsonaro sobre o fim do auxílio emergencial. Segundo o presidente, não haverá nova prorrogação do auxílio além dos cinco meses já previstos.

No noticiário nacional, também chama atenção a posse do ministro Luiz Fux na presidência do Supremo Tribunal Federal (STF). Em seu discurso, ele destacou a importância do respeito ao Legislativo e ao Executivo, sem que isso signifique subserviência e excesso de intimidade.

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Já sobre a vacina da AstraZeneca e da Universidade de Oxford contra a Covid, foi noticiado que a voluntária dos testes que desenvolveu sintomas de um distúrbio neurológico não integrava o grupo de placebo, ou seja, estava recebendo a vacina experimental. Ela teve alta na quarta-feira e passa bem.

Radar corporativo

Um dos destaques do dia foi a distribuição de proventos da Vale aos acionistas, no montante total bruto de R$ 2,4075 por ação. Já a Azul divulgou os dados de tráfego de agosto, com alta de 26,4% no tráfego de passageiros consolidado (RPKs) em relação a julho de 2020.

Os investidores acompanham notícias de que a maioria dos acionistas da Tecnisa rejeitou os estudos para integração com a Gafisa, em Assembleia Geral Extraordinária (AGE) realizada ontem.

Além disso, a Sul América concluiu a compra da Paraná Clínicas, por R$ 396 milhões, enquanto a Braskem iniciou a produção comercial de polipropileno (PP) de sua nova planta nos Estados Unidos. Está marcada para hoje a estreia das ações da Petz (PETZ3) na B3.

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Temporada de resultados, PIB dos EUA e Fomc: o que acompanhar na próxima semana

SÃO PAULO – A última semana de janeiro promete começar a agitação no mercado no ano. Além de uma agenda mais recheada, principalmente no exterior, com dados importantes da economia dos Estados Unidos, tem início ainda a temporada de resultados corporativos do quarto trimestre de 2019.

Na segunda-feira (27), após o fechamento do mercado, a Cielo (CIEL3) estreia o período de divulgações de balanços, que também contará com os números acumulados do ano passado de cada empresa.

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Já na quarta de manhã será a vez do Santander (SANB11) divulgar seu resultado. A temporada do quarto trimestre deve durar até o final de março.

Entre os indicadores, os dados de inflação e atividade ganham importância com a proximidade da próxima reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), que ocorre no dia 5 de fevereiro.

Na segunda-feira saem os números das contas externas, que podem mostrar alta dos investimentos diretos em dezembro. A semana ainda conta com o IGP-M de janeiro, com estimativas de desaceleração mensal segundo dados da Bloomberg, além da taxa de desemprego, com previsão de baixa marginal. Dados de crédito e resultado fiscal também ficam no radar.

Fomc e PIB dos EUA são destaque

A agenda externa fica forte nos próximos dias, com atenção especial para os EUA, enquanto na China as atenções seguem voltadas para os casos do coronavírus em um momento onde ocorrem as festividades do Ano novo no país, que começam neste sábado.

O governo chinês restringiu viagens de pessoas no país para conter a doença no feriado, que vai até quinta-feira. Há um grande receio de que está crise de saúde possa afetar a economia do país, prejudicando principalmente o comércio e turismo. Na quinta são apresentados ainda os números do PMI de janeiro.

De volta à América do Norte, o Federal Reserve divulga sua decisão de juros na quarta-feira, com expectativa de manutenção das taxas. Apesar disso, os investidores ficam atentos às sinalizações do comunicado e também do discurso do chairman Jerome Powell.

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Além disso, na quinta de manhã será divulgado o Produto Interno Bruto (PIB) dos EUA. Na semana saem ainda os números do PCE, renda e despesas pessoais dos americanos. Entre os resultados, destaque para a Apple e Facebook

Na Europa, atenção para o Brexit (saída do Reino Unido da União Europeia), que deve ocorrer na sexta-feira (31), mais de três anos depois que a população decidiu pelo divórcio. Apesar do evento, ainda haverá um longo período de transição, que deve durar pelo menos até o fim do ano.

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Empresas pressionam Johnson sobre acordo comercial pós-Brexit

Boris Johnson (Shutterstock)

(Bloomberg) — Depois de se sentirem ignoradas em relação ao Brexit nos últimos quatro anos, empresas britânicas esperam que a sorte mude em 2020.

Enquanto o primeiro-ministro do Reino Unido, Boris Johnson, se prepara para iniciar negociações para um acordo comercial com a União Europeia, o empresariado do país pretende pressionar por um pacto final que limite qualquer estrago na economia. Em jogo, está o acesso ao maior mercado de exportação do Reino Unido.

“Os ministros precisam trabalhar no mesmo ritmo conosco para acertar nos detalhes”, disse Adam Marshall, diretor-geral das Câmaras de Comércio Britânicas, que representam 75 mil empresas. “O foco deve estar em obter respostas concretas para as questões do mundo real enfrentadas pelas empresas e pela economia.”

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O setor privado do Reino Unido passa por um período difícil desde o referendo de 2016, desperdiçando recursos com estoques e planejamento de contingência à espera de prazos que iam e vinham. A grande vitória de Johnson nas eleições pode ter eliminado a incerteza política no curto prazo, mas ainda há dúvidas significativas sobre o futuro relacionamento com a UE e o que isso significará para as empresas.

Quando Johnson se encontrar na quarta-feira com a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, e com o principal negociador da UE, Michel Barnier, em Downing Street para discutir os planos para este ano, as negociações não se concentrarão explicitamente no comércio. Mesmo assim, é provável que Der Leyen e Barnier reiterem a escolha do primeiro-ministro: ele pode decidir por um alinhamento próximo às regras do bloco de 27 membros – destino de cerca de 45% das exportações britânicas – em troca de um acesso favorável ao mercado ou procurar divergir das normas da UE à custa de criar barreiras ao comércio.

Prazo apertado

Uma das principais preocupações das empresas é o calendário apertado das negociações comerciais. Johnson tem descartado qualquer extensão à fase de transição do Brexit – com término em 31 de dezembro de 2020. Isso significa que o Reino Unido terá menos de 11 meses para fechar um acordo com a UE. O bloco levou cinco anos para fechar acordos de abertura de mercado com o Japão e com o Canadá e 20 anos para conseguir um pacto com o Mercosul.

“Será uma corrida louca”, disse Anna Jerzewska, especialista em alfândega e consultora independente das Câmaras de Comércio Britânicas. “Não acho que as pessoas entendam o quanto precisamos fazer em um período tão curto de tempo.”

Jerzewska disse que o Reino Unido vai querer realizar uma avaliação de impacto completa do comércio entre o país e a UE antes do início das negociações para saber até onde pode ir. Esse exercício ainda está para acontecer, e o Reino Unido não tem capacidade para fazê-lo rapidamente, disse.

Também é preciso considerar o tempo para a redação jurídica do texto final – um processo potencialmente prolongado, no qual advogados dos países afetados se debruçam sobre o acordo final – e a ratificação pelos estados membros da UE, o que deverá consumir o período de transição de 11 meses.

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Dólar sobe 0,8% e apaga queda na semana; Ibovespa sobe 2,3% nos últimos 5 dias

Notas de dólar (Shutterstock)

SÃO PAULO – O dólar subiu 0,79% e chegou a R$ 4,0949 nesta sexta-feira (20) praticamente apagando a queda da semana, que se limitou a 0,33%. Um movimento de realização antes do Natal e das festas de fim de ano se somou ao dado de inflação acima do esperado para depreciar o real.

O Ibovespa, por sua vez, fechou praticamente estável e encerrou a semana com ganhos de 2,27% puxado principalmente por dados melhores da economia, que aumentaram a confiança de que 2020 será um ano de recuperação.

Pode-se citar como principal deles o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) de ontem, que revelou a criação de 99 mil novos postos de trabalho em novembro, contra expectativas de aumento de 47 mil vagas no período.

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Hoje, o Ibovespa fechou com leve variação negativa de 0,01%, a 115.121 pontos e volume financeiro negociado de R$ 24,976 bilhões. O movimento do dia foi de correção, depois do índice bater máximas históricas por três pregões consecutivos.

Já o dólar comercial subiu 0,79%, cotado a R$ 4,094 na compra e R$ 4,0949 na venda. O dólar futuro com vencimento em janeiro subia 0,7%, para R$ 4,0995.

No exterior, os índices acionários dos Estados Unidos terminaram a sessão com leves ganhos após o Produto Interno Bruto (PIB) dos Estados Unidos no terceiro trimestre crescer 2,1%, em linha com as expectativas dos economistas.

Outra notícia que impactou os mercados foi a da aprovação da proposta do Brexit do primeiro-ministro, Boris Johnson, pelo Parlamento Britânico. O texto, batizado de Lei de Acordo de Retirada do Brexit (WAB), obteve 358 votos a favor e 234 contra, possibilitando a saída do Reino Unido da UE, previsto para o dia 31 de janeiro de 2020.

Por aqui, foi publicado o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA-15) de dezembro, com alta de 1,05%, contra estimativa compilada pela Bloomberg de 0,95%. Já na comparação anual, o dado passou para 3,91%. Com esta alta, o mercado deve reduzir as projeções de mais um corte na Selic no início de 2020.

Após o dado, os juros futuros chegaram a subir, mas em seguida viraram para o negativo. O DI para janeiro de 2021 teve queda de cinco pontos-base a 4,62% e o DI para janeiro de 2023 recua 10 pontos, a 5,96%. Já o juro futuro para janeiro de 2025 cai 10 pontos, para 6,62%.

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A virada dos juros futuros ocorreu após investidores atentarem para Núcleo IPCA-EX3, que agrega apenas os itens selecionados de serviços e bens industriais. Este dado teve pouca aceleração, passando de 0,22% para 0,27%, segundo a gestora Ibiúna, o que indica que a aceleração da inflação não é generalizada. Este núcleo corresponde a 52,1% dos preços livres e 38% da cesta do IPCA, segundo o Banco Central.

Política

O Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro disse que o senador Flávio Bolsonaro praticou lavagem de dinheiro no valor estimado de R$ 1,6 milhão, em uma franquia de uma marca de chocolates de sua propriedade desde 2015.

O MP-RJ, informa o diário Valor Econômico, suspeita que a franquia foi usada para a lavagem de dinheiro recolhido por Fabrício Queiroz, policial aposentado que trabalhava no gabinete de Flávio Bolsonaro, então deputado estadual no Rio de Janeiro. O advogado Frederik Wassef, que defende o senador, disse que os agentes não encontraram nada na loja que comprometesse o seu cliente.

Leilão da Aneel

O leilão de transmissão de energia feito ontem pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), atraiu R$ 4,18 bilhões em investimentos, informa hoje o jornal O Estado de S.Paulo.

O leilão teve a participação de 38 empresas nacionais e estrangeiras e registrou o maior deságio em uma operação deste tipo, de 60,3%. Os projetos foram divididos em 12 lotes e os colombianos da empresa ISA Cteep conquistaram três, em um investimento que soma R$ 1,3 bilhão. O leilão foi considerado um sucesso pelo governo federal.

Noticiário corporativo

No radar corporativo, destaque para os proventos anunciados pelo Bradesco, Vale e Telefônica, enquanto a Ambev informou na noite de ontem que fará várias operações de “equity swap” nos próximos 18 meses.

Além disso, a Smiles e Gol aprovaram um reajuste no preço de passagens e milhas, entrando em vigor a partir de 1º de janeiro. Os preços das passagens padrão vendidas pela Gol à Smiles terão acréscimo de 41%, enquanto as milhas vendidas pela Smiles à Gol terão alta de 2,7%.

Maiores altas

Ativo Variação % Valor (R$)
GGBR4 4.48823 19.09
TIMP3 3.26531 15.18
GOAU4 2.64368 8.93
SUZB3 2.09226 40.5
CSAN3 1.97455 69.72

Maiores baixas

Ativo Variação % Valor (R$)
MRVE3 -3.58951 20.95
YDUQ3 -3.17907 48.12
COGN3 -2.31936 10.95
CVCB3 -2.24266 43.59
FLRY3 -2.20395 29.73

Já a Tupy S.A. informou que fechou um acordo com a FCA (Fiat Chrysler Automobiles) para comprar a fundição de ferro Teksid, que tem fábricas no Brasil, México, Polônia, Portugal e China, além de escritórios nos Estados Unidos e na Itália. A empresa irá pagar 210 milhões de Euros (R$ 946,5 milhões), soma que representa 4,9 vezes a margem Ebitda da fundição de ferro para 2019.

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Ibovespa zera ganhos e dólar vira para alta com investidores digerindo termos do acordo EUA-China

SÃO PAULO – O Ibovespa zerou ganhos nesta sexta-feira (13) depois da comunicação oficial da China e do presidente americano, Donald Trump, confirmarem que os dois países chegaram a um acordo comercial por escrito. Além do tradicional fenômeno do “sobe no boato, cai no fato”, os investidores também digerem os termos que foram assinados.

O acordo comercial tem nove capítulos. Entre eles estaria escrito que a maior economia da Ásia concorda em implementar um aumento das importações de produtos agrícolas dos EUA e de outros países assim que possível. Também se fala no aumento da cooperação dos americanos com os chineses em combustíveis e energia.

Por outro lado, Trump destacou que as tarifas de 25% sobre mercadorias da China se mantém. As tarifas adicionais de 15% que entrariam em vigor neste domingo (15), nos EUA, foram canceladas.

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Às 13h04 (horário de Brasília) o Ibovespa tinha leve queda de 0,1%, a 112.088 pontos.

Já o dólar comercial sobe 0,46% a R$ 4,1085 na compra e a R$ 4,1103 na venda. O dólar futuro com vencimento em janeiro de 2020 registrava ganhos de 0,35%, a R$ 4,107.

No mercado de juros futuros, o DI para janeiro de 2021 cai dois pontos-base a 4,53% e o DI para janeiro de 2023 recua cinco pontos a 5,71%.

Mais cedo, a Bolsa tinha virado para queda após o presidente americano, Donald Trump, afirmar nas redes sociais que a notícia do Wall Street Journal de que o acordo comercial com a China já estaria acertado com redução de 50% nas tarifas existentes contra produtos chineses são “completamente equivocadas”.

Também anima o mercado a vitória do Partido Conservador de Boris Johnson nas eleições gerais do Parlamento Britânico, o que permitirá que o Reino Unido deixe a União Europeia em 31 de janeiro de 2020 com acordo.

Entre os indicadores, o Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br) subiu 0,17% em outubro na comparação mensal, quase em linha com a estimativa mediana dos economistas compilada no consenso Bloomberg, que era de crescimento de 0,2%.

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Na base anual, o crescimento da economia foi de 2,13% naquele mês, acima das expectativas do mercado, que apontavam para avanço de 2%. O IBC-Br é considerado uma prévia do Produto Interno Bruto (PIB) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que é o medidor oficial do desempenho da economia do País.

Brexit

No Reino Unido, o Partido Conservador de Boris Johnson obteve uma vitória maior que a projetada pela boca-de-urna. A contagem de votos indica que Johnson obteve 364 cadeiras, bem acima das 326 necessárias para formar a maioria de governo.

O Partido Trabalhista de Jeremy Corbin perdeu 42 cadeiras e conquistou 203 postos na Câmara dos Comuns. A participação foi de 67% do eleitorado. As bolsas da Ásia fecharam em forte alta e as bolsas europeias avançam em um rali, com o índice FTSE de Londres subindo acima de 1,50%.

Noticiário corporativo

A operadora de telecomunicações Oi S.A. comunicou ontem (12) à CVM que seu novo diretor-presidente será Rodrigo Modesto de Abreu. Ele deverá assumir o cargo em 31 de janeiro de 2020, um dia após o atual diretor-presidente, Eurico Teles Neto, deixar o cargo.

Já a Suzano vendeu para a Klabin 14 mil hectares de florestas plantadas de eucalipto, árvore usada como matéria-prima pelas indústrias de celulose. Em comunicado, a Suzano afirma que embolsará R$ 400 milhões com a venda das florestas de eucalipto à Klabin.

A Eletrobras e a Petrobras informaram que o seu rating foi alterado de estável para positivo pela agência americana Standard & Poor’s, que nesta semana melhorou a perspectiva da nota brasileira também de estável para positiva.

Atenção ainda para a Via Varejo: a companhia anunciou no final do pregão de quinta-feira que a investigação interna que conduziu após receber em novembro denúncias anônimas encontrou indícios de fraude contábil que deve impactar o resultado em até R$ 1,4 bilhão. Com isso, as ações passaram de alta de 8% para queda de 3%.

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Ibovespa Futuro sobe com acordo comercial EUA-China e vitória de Boris Johnson no Reino Unido

SÃO PAULO – O Ibovespa Futuro abre em alta nesta sexta-feira (13) com duas boas notícias no exterior. Agências contam que os Estados Unidos e a China já chegaram aos termos para a primeira fase de um acordo comercial e só faltaria a assinatura do presidente Donald Trump. A segunda notícia é a vitória do Partido Conservador de Boris Johnson nas eleições gerais do Parlamento Britânico, o que permitirá que o Reino Unido deixe a União Europeia em 31 de janeiro de 2020 com acordo.

Às 9h15 (horário de Brasília) o contrato futuro do Ibovespa para dezembro tem alta de 0,54%, a 112.835 pontos. Já o dólar futuro com vencimento em janeiro de 2020 registrava perdas de 0,12%, a R$ 4,0875.

No mercado de juros futuros, o DI para janeiro de 2021 cai dois pontos-base a 4,53% e o DI para janeiro de 2023 recua três pontos a 5,73%.

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Entre os indicadores, o Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br) subiu 0,17% em outubro na comparação mensal, quase em linha com a estimativa mediana dos economistas compilada no consenso Bloomberg, que era de crescimento de 0,2%.

Na base anual, o crescimento da economia foi de 2,13% naquele mês, acima das expectativas do mercado, que apontavam para avanço de 2%. O IBC-Br é considerado uma prévia do Produto Interno Bruto (PIB) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que é o medidor oficial do desempenho da economia do País.

Acordo comercial

Segundo informações da CNBC News e da agência Bloomberg, o governo americano aceitou não impor tarifas de 15% sobre US$ 156 bilhões de importações chinesas.

Além disto, os EUA estariam dispostos a cortar em 50% das tarifas impostas sobre outros US$ 350 bilhões em importações chinesas, tarifas estas colocadas durante os quase dois anos de guerra comercial entre as duas maiores economias do mundo. Em troca, a China comprará mais produtos agrícolas dos EUA.

Brexit

No Reino Unido, o Partido Conservador de Boris Johnson obteve uma vitória maior que a projetada pela boca-de-urna. A contagem de votos indica que Johnson obteve 364 cadeiras, bem acima das 326 necessárias para formar a maioria de governo.

O Partido Trabalhista de Jeremy Corbin perdeu 42 cadeiras e conquistou 203 postos na Câmara dos Comuns. A participação foi de 67% do eleitorado. As bolsas da Ásia fecharam em forte alta e as bolsas europeias avançam em um rali, com o índice FTSE de Londres subindo acima de 1,50%.

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A operadora de telecomunicações Oi S.A. comunicou ontem (12) à CVM que seu novo diretor-presidente será Rodrigo Modesto de Abreu. Ele deverá assumir o cargo em 31 de janeiro de 2020, um dia após o atual diretor-presidente, Eurico Teles Neto, deixar o cargo.

Já a Suzano vendeu para a Klabin 14 mil hectares de florestas plantadas de eucalipto, árvore usada como matéria-prima pelas indústrias de celulose. Em comunicado, a Suzano afirma que embolsará R$ 400 milhões com a venda das florestas de eucalipto à Klabin.

A Eletrobras e a Petrobras informaram que o seu rating foi alterado de estável para positivo pela agência americana Standard & Poor’s, que nesta semana melhorou a perspectiva da nota brasileira também de estável para positiva.

Atenção ainda para a Via Varejo: a companhia anunciou no final do pregão de quinta-feira que a investigação interna que conduziu após receber em novembro denúncias anônimas encontrou indícios de fraude contábil que deve impactar o resultado em até R$ 1,4 bilhão. Com isso, as ações passaram de alta de 8% para queda de 3%.

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