Quem vai construir o carro da Apple? Aqui estão os candidatos

Loja da Apple, com o logo da companhia em um fundo preto (Shutterstock)

O esforço da Apple (AAPL34) para criar um carro trouxe à tona vários parceiros potenciais para fabricação que são capazes de construir um veículo elétrico autônomo para o gigante da tecnologia.

O projeto secreto ganhou força nos últimos meses, adicionando vários ex-executivos da Tesla, ganhando a supervisão do principal executivo de inteligência artificial da Apple e aumentando testes na estrada.

A iniciativa, conhecida como Projeto Titan dentro da Apple, está atraindo intenso interesse por causa de seu potencial de fortalecer a indústria automotiva e as cadeias de suprimentos, assim como o iPhone fez com o mercado de smartphones.

Se e quando a Apple se comprometer a construir um carro, é provável que busque vários parceiros — incluindo um maior para montar o veículo e muitos outros para fornecer componentes essenciais. As seguintes empresas — cujos representantes não quiseram tecer comentários — são possíveis candidatas:

Foxconn

A Foxconn Technology já tem um relacionamento próximo com a Apple. Por mais de uma década, tem sido o maior parceiro de produção da empresa, montando a maioria dos iPhones do mundo e uma grande parte de seus Macs e iPads. Em outubro, a Foxconn revelou seu primeiro chassi de veículo elétrico e uma plataforma de software para ajudar as montadoras a lançar modelos no mercado com mais rapidez. Além disso, a empresa planeja lançar uma bateria de estado sólido até 2024.

Magna

Magna, com sede em Ontário, Canadá, é o terceiro maior fornecedor de automóveis no mundo por vendas e tem anos de experiência na fabricação de modelos inteiros de automóveis para uma variedade de marcas. A empresa também tem a vantagem de ter tido um relacionamento anterior com a Apple: os dois estavam em negociações para construir o carro da Apple quando a fabricante de iPhone iniciou este caminho há cerca de cinco anos.

Hyundai ou Kia

Hyundai Motor e sua afiliada Kia Motors chamaram mais atenção até agora este ano, em parte graças à Hyundai inicialmente confirmando relatos na Coreia no mês passado de que estava em negociações com a Apple. Mas a montadora rapidamente retrocedeu e recentemente repetiu que não estava em conversas com a empresa.

Nissan

Embora seja visto como improvável, a Nissan Motor traz elementos que podem ser benéficos para a Apple. Por exemplo, a Nissan já tem uma plataforma EV comum desenvolvida com o parceiro francês Renault, que será usado em seu SUV compacto Ariya, o qual será lançado ainda este ano. Quando questionada se a empresa japonesa estaria disposta a construir carros para a Apple, o CEO Makoto Uchida disse durante coletiva de imprensa que a Nissan “tem o DNA para fazer coisas que os outros não farão”.

Stellantis

Um fator para determinar a adequação de um parceiro para a Apple pode ser a disponibilidade de capacidade de produção. Isso pode apontar para fabricantes de automóveis europeus, como a Stellantis, que vem sofrendo com a queda nas vendas na região e tem espaço livre em algumas fábricas. O CEO Carlos Tavares disse durante uma entrevista coletiva em 19 de janeiro que a Stellantis está aberta para trabalhar com a Apple ou qualquer empresa de tecnologia em EVs, “desde que não crie qualquer dependência de tecnologia” que poria em risco o futuro da montadora.

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Stellantis: o que a fusão de Fiat e Peugeot diz sobre estratégia, fábricas e presença das montadoras no Brasil

SÃO PAULO — No último sábado (16), a Stellantis nasceu oficialmente. A fusão entre os grupos automotivos Fiat-Chrysler Automobiles (FCA) e Peugeot-Citroën (PSA) originou um grupo automotivo que começa já como a quarta maior empresa em volume de produção de veículos.

A Stellantis reunirá 14 marcas — como Alfa Romeo, Citroën, Dodge, Chrysler, Fiat, Jeep, Maserati, Peugeot e Ram. As vendas somadas do grupo acontecem em mais de 130 países, com um lucro operacional ajustado de 12 bilhões de euros em 2019.

O plano global da companhia é atuar tanto na defesa quanto no ataque. “Existe uma dimensão defensiva, baseada em desafios que temos de enfrentar. Mas também há um movimento ofensivo, assegurando que essa companhia tenha uma nova mentalidade”, afirmou Carlos Tavares em conferência virtual realizada na terça-feira (19). Tavares é CEO da Stellantis, depois de ter assumido o mesmo cargo na PSA. “Teremos um novo senso de competição, mais eficiência e mais conquistas de oportunidades. Seremos uma líder de mobilidade. (…) Usaremos nossa escala para a inovação, fazendo o que outras companhias não puderam.”

O InfoMoney acompanhou o primeiro pronunciamento da Stellantis e conversou com especialistas no mercado automotivo para entender a estratégia do novo grupo para o mundo, e especificamente para o Brasil. A situação das fábricas e empregos no país ainda está em discussão. Mas é esperado que consumidores de Citroën e Peugeot sejam beneficiados com a associação às marcas Fiat e Jeep.

Estratégia global: sinergia e aposta nos elétricos

Na conferência virtual, Tavares afirmou que a união de grupos automotivos poderá gerar uma redução total de custos de mais de 5 bilhões de euros, prevista para acontecer até 2024. 40% da redução de custos está concentrada em produtos — frente que envolve processos de manufatura, sistemas veiculares e investimentos em eletrificação de veículos, por exemplo.

Sinergias costumam levantar o alerta para demissões. A Stellantis tem cerca de 400 mil funcionários e a fusão pode atuar como um “escudo” para empregos, na visão de Tavares.

“Sem uma escala significativa, você não pode oferecer mobilidade limpa e segura. Os custos estão crescendo. Nessa situação, você pode aumentar preços e perder parte dos clientes, ou você pode reduzir margens e reestruturar a companhia. Há problemas sociais nos dois casos”, afirmou o CEO. “A fusão é um escudo contra essas questões nas duas companhias [FCA e PSA]. Podemos diluir custos em um volume maior de produção, garantindo acessibilidade de custo e permanência de consumidores.”

Em relatório divulgado ao mercado, o Bradesco BBI avaliou que a fusão entre FCA e PSA deve realmente elevar a escala de produção e gerar investimentos em tecnologia e engenharia. Uma dessas inovações já foi anunciada pela própria Stellantis: a dos carros elétricos.

Segundo a agência italiana de notícias Ansa, a Stellantis vai lançar 39 veículos do tipo até o fim de 2021. O InfoMoney já mostrou anteriormente como esse é um mercado visado tanto por empresas de tecnologia quanto pelas montadoras tradicionais. Não é para menos: segundo a revista britânica The Economist, três a cada 100 carros vendidos neste ano serão completamente elétricos ou híbridos. Essa participação de mercado deve chegar até 20% a 25% em 2030.

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Regulações e inovações podem aumentar o custo de produção entre 20% e 40%, segundo cálculos da Stellantis. Novamente, a fusão seria uma oportunidade para eficiência. “Entendemos que os custos dessas novas tecnologias, como eletrificação, serão significativos e crescentes. Vemos o mérito da escala para diluir esses custos e tornar viáveis despesas com Capex [aquisição de bens de capital] e R&D [pesquisa e desenvolvimento]”, disse Tavares na conferência virtual. Outras frentes citadas pela Stellantis são compartilhamento de veículos, carros autônomos e conectividade por 5G.

A proposta de ser maior do que a soma de suas partes parece ter agradado o mercado financeiro. As ações da Stellantis começaram a ser negociadas na última segunda-feira (18) nas bolsas de valores de Paris e Milão. Na terça-feira (19), as ações da Stellantis começaram a ser negociadas na bolsa de valores de Nova York (NYSE) e fecharam o dia de estreia com alta de 11%.

Stellantis no Brasil: dúvida sobre demissões

Na conferência virtual, Tavares também mencionou a recente decisão da montadora americana Ford de fechar suas fábricas no Brasil. O CEO fez uma alusão ao Custo Brasil – uma expressão usada para reunir o conjunto de dificuldades que impedem o crescimento de negócios no país, como complexidades jurídicas, logísticas e tributárias.

“Essa é uma questão mais para governantes do que para montadoras. Existe uma hora em que você empilha todos os impostos e regulações e vê que a situação não é mais administrável. (…) Todos nós precisamos perceber que existe um limite para os ventos contrários que podemos enfrentar, vindos de stakeholders externos. Isso pode levar a decisões fortes, como a que vimos na última semana. (…) Foi um sinal de alerta para os governantes decidirem se querem ou não uma indústria automotiva”, afirmou Tavares.

Mesmo assim, o CEO afirmou que a Stellantis não se encontra nessa situação e que continuará assegurando autonomia de engenharia e produção na América Latina. “Nossas equipes têm feito um trabalho fantástico na região. Temos 17% de participação de mercado, e ela é lucrativa. Somos mais competitivos do que nossos concorrentes e criamos valor aos nossos stakeholders. Assim, criamos empregos e oferecemos boa mobilidade aos cidadãos.”

No Brasil, apenas as marcas Fiat e Jeep do grupo aparecem nas dez mais relevantes em volume de vendas para 2020. Segundo a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), a Fiat teve market share de 16,5%, enquanto a Jeep ficou com 6,65% do mercado.

Segundo o Bradesco BBI, a diluição de custos com a fusão pode mitigar o risco de fechamento de fábricas no Brasil. Mas outra fonte do mercado ouvida pelo InfoMoney pondera que alguma planta deve ser encerrada no médio prazo, quando fábricas da FCA incorporarem parte da produção da PSA.

A Stellantis tem cinco fábricas na América Latina. Três estão no Brasil, sendo duas da FCA, em Betim (MG), Goiana (PE) e uma da PSA, em Porto Real (RJ). As outras duas estão na Argentina, uma do grupo italiano e outra do grupo francês. “A capacidade de produção total delas chega a 1,7 milhão de carros. Isso foi o que o Brasil vendeu em 11 meses em 2020, considerando automóveis e comerciais leves. Vai haver um enxugamento da operação para tornar tudo mais eficiente”, afirmou a mesma fonte. Segundo a Fenabrave, as marcas Fiat e Jeep (FCA) venderam 276.017 veículos no último ano. Já Citroën e Peugeot (PSA), 21.882.

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Segundo o especialista no mercado automotivo, a Stellantis vai ter uma ociosidade muito grande com essas cinco fábricas. E a unidade do Rio de Janeiro é a que tem a menor relevância para a operação. Isso porque a fábrica possui capacidade produtiva para 250 mil carros por ano, mas a Citroën e Peugeot juntas venderam apenas essas 21,8 mil unidades em 2020.

“E esse número não deve crescer muito em 2021. Por que manter uma fábrica desse porte, se não vou usar? É mais fácil realocar essas cerca de 20 mil unidades na fábrica da PSA na Argentina, que tem capacidade produtiva de cerca de 70 mil carros por ano e o Brasil já importa de lá o Peugeot 208, o carro mais vendido da marca. Dá conta”, diz.

Milad Kalume Neto, diretor de novos negócios da consultoria automotiva Jato Dynamics, acredita em um meio-termo. Concorda que a quantidade de fábricas é alta, mas entende que o fechamento de uma delas ainda é incerto. “Mesmo com resultados não tão positivos, os franceses não abrirão mão da fábrica de Porto Real”, defende.

Presença melhora para consumidores de Citroën e Peugeot

Kalume Neto acredita que a fusão favorece a PSA. “A PSA vai contar com capilaridade e estrutura da FCA no Brasil, que é maior e mais representativa no mercado nacional. Vai ter troca de tecnologia e abrangência nas vendas”, diz.

Os compartilhamentos vão dos motores até estrutura de atendimento, venda e assistência técnica – uma boa notícia aos consumidores de carros da Peugeot. Segundo o Bradesco BBI, a PSA pode passar a ter de dividir concessionárias com a FCA. A estratégia elevaria de 196 para 640 o número de concessionárias com carros da Peugeot.

Em relação aos preços, Kalume Neto entende que os consumidores não vão encontrar os carros das marcas mais caros. “Nada deve mudar, por enquanto”. Mas pontuou que novos produtos devem ser lançados devido à fusão. “E, nesse caso, os preços vão variar conforme o porte dos carros. Ainda não temos como traçar tendências nesse sentido, será preciso esperar”, explica.

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Fiat lança picape Strada com design mais moderno em meio à pandemia; preços partem de R$ 63.590

(Divulgação/Fiat) Fiat Strada 2020

SÃO PAULO – A Fiat anunciou, nesta sexta-feira (26), a chegada da picape Strada com preços que ficam entre R$63.590 e R$ 79.990. O carro é o comercial leve mais vendido do país, segundo dados da Federação Nacional Distribuição Veículos Automotores (Fenabrave): no acumulado do ano já emplacou 19.021 unidades no país, mais do que a “irmã mais velha” Toro, e segunda do ranking.

O modelo conta com duas opções: a cabine “plus”, com espaço para duas pessoas, e a dupla, que comporta cinco passageiros. Além disso, a caçamba tem um volume 1.354 litros e capacidade de carga de 720 kg, a maior do mercado, segundo a fabricante.

O modelo já está disponível nas concessionárias da fabricante em todo o país e até 11 de julho todas as versões estarão disponíveis.

Versões e preços

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Serão cinco opções: Endurance, Endurance Cabine Dupla, Freedom, Freedom Cabine Dupla e Volcano Cabine Dupla. Uma sexta versão é a Working cabine simples, que já faz parte da gama atual e permanecerá como opção para o cliente.

Confira:

a) Endurance

Versão  Preço 
Endurance (cabine simples) R$ 63.590 (mesmo valor da versão existente compatível)
Endurance (cabine dupla) R$ 74.990 (R$ 1.300 mais barata que a versão existente compatível )

Características: 

a) Cabine simples: direção hidráulica, motor  1.4 Fire, que entrega 88 cavalos (cv) de potência, ar-condicionado, computador de bordo, assistente de partida em rampas, controles de tração e estabilidade, volante com regulagem de altura, protetor e iluminação de caçamba e rodas de aço de 15 polegadas com calotas;

b) Cabine dupla: Mesmas características, mas com direção elétrica, motor 1.3 Firefly, de 109 cv de potência, câmbio manual, de 5 marchas, roda de liga leve, airbag lateral e fixação Isofix.

Opcionais para ambas as versões:

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a) Pack Worker por mais R$ 2.500: vidro, travas elétricas e alarme;

b) Pack áudio por mais R$ 1.500: rádio com entrada USB e controle de áudio no volante;

c) Pack Tech por mais R$ 3.490: central multimídia de 7 polegadas com projeção wireless, compatível para iOS e Android, com câmera de ré integrada, sensor de estacionamento, comandos de áudio no volantes e quadro digital.

b) Freemdom

Versão  Preço 
Freedom (cabine simples) R$ 69.490 (mesmo valor da versão existente compatível)
Freedom (cabine dupla) R$ 77.990 (R$ 5 mil mais barata que a versão existente compatível )

Características para ambas as versões:

Itens da Endurance (cabine dupla) mais retrovisores, vidros e travas elétricas, banco do motorista com ajuste de altura, faróis de neblina, para-choques, maçanetas e capa dos retrovisores na cor da carroceria, rádio com entrada USB, rodas de liga leve de 15 polegadas, computador de bordo com tela 3,5 polegadas e sensor de pressão dos pneus.

Opcionais para ambas as versões:

Pack Tech por mais R$ 3.490: central multimídia de 7 polegadas com projeção wireleress, compatível para iOS e Android, com câmera de ré integrada, sensor de estacionamento, comandos de áudio no volantes e quadro digital.

c) Volcano

Versão  Preço 
Volcano (cabine dupla) R$ 79.990  (R$ 5 mil mais barata que a versão existente compatível )

Características da versão top de linha:

Mesmas características da Freedom (dupla) mais faróis de led, bancos com revestimento parcial em couro, vidros elétricos traseiros, central multimídia de 7 polegadas, câmera de ré, sensor de ré, duas entradas USB, volante revestido em couro, capota marítima, rack de teto e rodas de liga-leve de 15 polegadas com pneus de uso misto.

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Opcionais:

Por mais R$ 2.300: rodas de liga leve de 16 polegadas.

Situação na crise

Em relação ao momento de lançamento, Antonio Filosa, presidente do grupo FCA (Fiat Chrysler Automobiles) para América Latina, já havia informado ao InfoMoney que o planejamento de lançamentos e investimentos estaria mantido para 2020, apesar da crise gerada pela pandemia de coronavírus.

“O prazo de execução será alongado em um ano na média. Além da nova picape Fiat Strada, estão previstos três novos modelos – dois SUV da Fiat e um novo Jeep. Os prazos de lançamentos serão remanejados alguns meses à frente do originalmente planejado. A FCA planeja também o lançamento no Brasil, neste ano, de dois modelos híbridos da Jeep e de um elétrico da Fiat. Esses lançamentos estão adiados para o próximo ano”, afirmou.

Para Milad Kalume Neto, diretor de novos negócios da consultoria automotiva Jato Dynamics, a fabricante acertou em apresentar o modelo agora e a repaginada no design é uma necessidade.

“A Strada é a mais vendida do seu segmento no país e tem grande vinculação à venda direta, para pequenas empresas e produtores rurais. Essa linha é uma adequação de line up, é um carro popular, mas que precisava de atualização. Então, é uma transição para dar continuidade e deixá-lo mais atrativo”.

Ele também acredita que o carro combina versatilidade e custo baixo. “É um utilitário pequeno que pode atender o consumidor de muitas formas diferentes. Funciona na fazenda, na cidade. Para levar a plantação de laranjas até o distribuidor ou as ferramentas para trocar o cano em uma casa. Além disso, tem um bom custo-benefício, com manutenção barata e baixa depreciação”, diz.

Durante a live de apresentação do modelo nesta sexta-feira (26), Herlander Zola, diretor de brand da Fiat, reiterou que “é um carro com um design renovado, mais semelhante à Toro e muito mais moderno do que o das versões anteriores, além de ser muito versátil e prático para o dia a dia de trabalho e também lazer”.

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No geral, os preços da nova Strada são mais baixos do que os da linha atual (como indicado nas tabelas) e ficam posicionados em no máximo R$ 82.290 (Volcano com opcional incluso), para evitar sobreposição de preço com a Toro Endurance, modelo de entrada da picape, que parte de R$ 95 mil, segundo Milad.

Hoje, segundo Neto, os maiores competidores do modelo são a Volswagen Saveiro e a Chevrolet Montana, mas o modelo da Fiat “é o mais vendido do país há alguns anos”. “Os preços são compatíveis à média de mercado”.

Veja fotos do modelo:

(Divulgação/Fiat)

(Divulgação/Fiat)

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