Autônomos ou frota própria: como escolher o melhor frete para sua empresa

Segundo dados da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), a frota brasileira de caminhões no fim de 2019 somava 1,9 milhão de unidades, sendo que cerca de 703 mil veículos são de autônomos. Os caminhoneiros são responsáveis pela movimentação de aproximadamente 65% de todos os produtos que circulam em território brasileiro e em tempos de pandemia de coronavírus o setor ganha um peso maior.

Empresas do setor industrial e varejistas, por exemplo, precisam avaliar constantemente como devem transportar seus produtos. Decisão que se tornou ainda mais importante com a expansão do comércio eletrônico, que cresce mesmo em momentos de crise econômica. Entender qual é a melhor forma de transportar o seu produto envolve questões como custos, agilidade e segurança.

Um ponto importante é avaliar se é mais vantajoso contratar um caminhoneiro autônomo para os serviços de frete ou operar com frota própria e recrutar motoristas dedicados para a empresa.

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Ao mesmo tempo em que manter uma frota própria gera uma vantagem de exclusividade e valor fixo independentemente da quantidade de fretes realizados, uma vez que o custo fixo é diluído, a contratação de caminhoneiros autônomos têm ganhado força pela flexibilidade ao se negociar cada frete em tempos de oscilação da demanda.

Ao trabalhar com caminhoneiros autônomos, o cliente pode crescer e reduzir a operação de forma rápida e fácil – característica essencial para a produção que não é constante durante todo o ano – e não tem de arcar com custos fixos, como manutenção e abastecimento.

Além disso, a agilidade de se encontrar um motorista perfeito para o tipo de frete desejado também conta como ponto positivo. Ao usar ferramentas como a oferecida pela empresa Fretebras, por exemplo, o cliente consegue mapear os caminhões mais próximos da carga de acordo com tipo de produto, capacidade do caminhão e tempo para entrega. Desta forma, há um encontro assertivo e o frete é realizado no menor tempo possível.

Com cerca de 400 mil fretes por mês, nas mais variadas origens, destinos e tipos de produto, além de oferecer ferramentas que segmentam a busca do frete ideal para os negócios, esse tipo de empresa consegue disponibilizar uma ferramenta de comparação de valores para o usuário.

O intuito é agilizar os processos logísticos e desta forma colaborar para uma eventual redução de custos, além de garantir rapidez e otimização de tempo para os clientes e oportunidade de trabalho para os caminhoneiros.

Em tempos desafiadores, a contratação de autônomos se destaca como um alento para colaborar com a manutenção e até mesmo o crescimento de negócios.

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Importante: A publicação acima é um conteúdo patrocinado, sendo que a Infostocks Informações e Sistemas Ltda. (“InfoMoney”) não tem qualquer responsabilidade pelo conteúdo e informações disponibilizadas, não dá nenhuma segurança ou garantia, seja de forma expressa ou implícita, sobre a integridade, confiabilidade ou exatidão dessas informações, não se responsabiliza por decisões de investimentos que venham a ser tomadas com base nas informações divulgadas e se exime de qualquer responsabilidade por quaisquer prejuízos, diretos ou indiretos, que venham a decorrer da utilização deste material ou seu conteúdo. O autor ou empresa responsável pelo conteúdo estão indicados na própria publicação.

Empresas criam soluções para ajudar a cadeia durante a crise do Coronavírus

A expectativa era de crescimento do PIB (Produto Interno Bruto), aumento do consumo e diminuição da taxa de desemprego. Porém, a crise sanitária causada pela expansão da COVID-19 acabou causando também uma crise econômica, obrigando as empresas a revisarem todo o seu planejamento para encarar esse desafio e tentar manter-se ativas mesmo durante a quarentena.

Ao analisar o cenário econômico de forma mais ampla, as notícias não parecem muito animadoras no curto prazo.

Temos uma previsão de queda no PIB de pelo menos 4%, segundo analistas do mercado, e expectativa de aumento do desemprego para acima de 17% ao final do ano, de acordo com o Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas.

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Com isso, cresce a importância das empresas em se preocuparem com a cadeia como um todo, a fim de ajudarem parceiros e clientes e, dessa forma, tentar minimizar os impactos diante da crise atual.

Uma dessas iniciativas é da Fretebras, empresa com 12 anos de mercado, que faz a ponte entre empresas e motoristas para mapear os caminhões mais próximos da carga – de acordo com tipo de produto, capacidade do veículo e tempo para entrega – para que seja feita a contratação do caminhoneiro disponível para realizar o frete.

A companhia criou uma ferramenta para cotação de fretes e está viabilizando maneiras para ajudar toda a cadeia que depende de frete e logística na operação.

De forma gratuita, as empresas de todos os setores (indústrias, comércios e distribuidoras) podem cotar seus fretes de forma simples e rápida com a base de clientes da própria FreteBras. A ferramenta de simulação pode ser acessada clicando aqui.  

Desta maneira, os clientes da FreteBras tendem a conseguir mais contratos de fretes por parte dessas empresas e minimizam o risco de ter a operação muito afetada pelo coronavírus.

Em contrapartida, as companhias ganham agilidade e preço competitivo ao cotar fretes e os transportadores da base da FreteBras ganham novos serviços.

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O transporte terrestre de carga, setor responsável pela movimentação por cerca de 65% de todos os produtos que circulam pelo país, sente os efeitos das medidas de isolamento e da queda da atividade econômica como toda a economia brasileira.

O uso da tecnologia é um aliado da cadeia na tentativa de reduzir esses danos da crise.

Com uma base de 9 mil clientes e mais de 400 mil caminhoneiros cadastrados no serviço, os serviços da FreteBras conseguem reduzir os custos logísticos das empresas em até 30%, segundo estimativas do mercado.

Quer saber mais e fazer uma simulação? Clique aqui!

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Tecnologia pode reduzir custos logísticos em até 30%

Homem sentado analisando como reduzir custos logísticos A estrategia adotada por grandes empresas (Divulgação/FreteBras)

Em tempos de pandemia causada pelo coronavírus, muitas empresas se viram em uma situação inédita e rodeada de imprevisibilidade e ainda a necessidade de reduzir custos logísticos.

Enquanto as receitas caem de forma significativa por conta da desaceleração da economia em decorrência da recomendação de isolamento social, a necessidade de reduzir custos se fez ainda mais necessária para manter as contas em dia.

Uma das frentes que está vivenciando mudanças importantes é a de transporte de cargas e a tecnologia pode ser uma aliada para diminuir os gastos em até 30%.

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Com mais consumidores pedindo produtos em casa, a logística do transporte de cargas terrestres passa a ser um agente ainda mais importante para movimentar a economia do país.

Estima-se que esse segmento é responsável pela movimentação de 65% de todos os produtos que circulam pelo país.

Redução de custos

A possibilidade de uma redução de custos tem movimentado o setor e muitas empresas estão apostando em uma nova maneira de transportar seus produtos, deixando de lado as transportadoras e optando pela contratação direta de caminhoneiros.

A ideia é criar uma mesa própria de fretes para gerir o tempo das entregas, qualidade do serviço e valor dos fretes. Para isso, a empresa cria um CNJP adicional de transportadora e realiza a contratação dos motoristas de forma desburocratizada e totalmente online.

Para isso, as empresas precisam lançar mão de tecnologias que permitam a conexão simples com motoristas qualificados e veículos preparados, como é o caso da FreteBras.

FreteBras

A maior plataforma online de conexão entre companhias e caminhoneiros na América Latina tem mais de 400 mil motoristas cadastrados e uma ferramenta que ajuda a encontrar os motoristas adequados para o tipo de frete de acordo com a região desejada, reduzindo os custos logísticos e minimizando o tempo necessário para o transporte.

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Grandes potências agrícolas como Cargill, Bunge e ADM, empresas cimenteiras como Votorantim e Intercement e até o varejo, como no caso do Grupo BIG (ex-Walmart), já estão seguindo essa tendência e deixando de usar transportadoras como intermediárias.

A aposta é na contratação direta dos caminhoneiros. Com isso, essas empresas conseguem reduzir custos logísticos em até 30%, segundo estimativas do mercado.

Em um momento desafiador para a economia brasileira ainda não é possível mensurar os reais impactos da crise sanitária causada pela Covid-19, mas o cenário econômico sinaliza a necessidade de reinventar modelos.

O mercado online para vendas, aliado a uma gestão automatizada e inteligente da frota pode ser uma das saídas para esse momento desafiador.

Novo mercado

Essas mudanças podem reconfigurar os mercados após o afrouxamento das medidas de isolamento.

Prova disso é que as compras pela internet, por exemplo, cresceram 40% na comparação da primeira quinzena de março deste ano com o mesmo período do ano anterior, segundo dados da Compre e Confie, empresa de inteligência de mercado focada em e-commerce.

Por isso, o uso de tecnologia, como a ferramenta da FreteBras, pode ajudar a encontrar soluções para o transporte terrestre de cargas neste momento, reduzir custos e também posteriormente, quando houver uma retomada da economia.

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Novo coronavírus provoca migração de mercados offline para online e reformula setor logístico

A pandemia causada pelo novo coronavírus colocou em destaque uma realidade do setor logístico que ganha cada vez mais espaço no hábito do consumidor brasileiro: o delivery ou a entrega em casa de itens.

Com as medidas de isolamento social impostas, o comércio online cresce à medida que os estabelecimentos comerciais não essenciais precisam manter as portas fechadas para impedir o avanço do vírus.

Muitas empresas se viram obrigadas a deixar de lado a forma tradicional de vender seus produtos para encarar os desafios gerados pela crise sanitária.

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Delivery

Com os salões fechados e clientes menos dispostos a retirar o pedido na loja, o delivery cresceu nos maiores centros comerciais do Brasil.

Aplicativos de entrega de refeições, por exemplo, viram o aumento exponencial de pedidos e de restaurantes interessados em fazer parte das plataformas.

Algumas pesquisas mostram a evolução importante do segmento logístico, que ainda deve ser alavancado nos próximos meses.

Uma delas aponta que as compras pela internet cresceram 40% na comparação da primeira quinzena de março deste ano com o mesmo período do ano anterior, segundo dados da Compre e Confie, empresa de inteligência de mercado focada em e-commerce.

Sem sair de casa, o consumidor tem feito compras de alimentos, produtos de higiene e limpeza, entre outras necessidades.

O relatório produzido pela Compre e Confie, em parceria com a Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm), revelou aumento da procura por produtos das categorias de saúde, supermercados e beleza e perfumaria, com crescimento de 111%, 80% e 83%, respectivamente, no primeiro bimestre de 2020 na comparação com o mesmo período do ano anterior.

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Por outro lado, com a procura maior pelo serviço, se torna ainda mais essencial pensar em soluções inovadoras que auxiliem na questão logística deste novo momento.

Afinal, rapidez na entrega e valor do frete são pontos essenciais para os consumidores.

Uma pesquisa nacional feita pela consultoria Ebit/Nielsen mostrou que o tempo médio de entrega de alimentos e bebidas aumentou quatro vezes na última semana de março e revela os desafios do setor logístico.

Com terminais de cargas e pontos de parada fechados, a tecnologia surge como uma necessidade para fazer a ponte entre as empresas e os caminhoneiros responsáveis pela entrega dos produtos.

FreteBras

A FreteBras, a maior plataforma online que conecta companhias e caminhoneiros na América Latina,  ajuda a otimizar esse processo.

Com mais de 400 mil motoristas cadastrados, a ferramenta consegue fazer a comunicação entre as empresas e os profissionais das estradas em poucos minutos e ajudar a encontrar os motoristas adequados para o tipo de frete.

Além da rapidez no contato, a conexão entre empresas e caminhoneiros é totalmente online, o que exclui qualquer contato físico neste momento de isolamento social.

Outro ponto importante é a abrangência das operações, uma vez que a FreteBras possui parceiros espalhados pelo país inteiro com caminhões específicos para cada tipo de carga.

O transporte terrestre de carga tem sentido os efeitos das medidas de isolamento e da queda da atividade econômica, mas a tecnologia empregada no setor logístico pode ajudar a diminuir os impactos causados pela Covid-19 e apresentar-se como uma nova alternativa para as empresas mesmo depois da crise sanitária.

O setor é responsável pela movimentação de 65% de todos os produtos que circulam pelo país.

Com 12 anos de mercado, a FreteBras tem uma base de 9 mil clientes e ajuda a mapear os caminhões mais próximos da carga  — de acordo com tipo de produto, capacidade do caminhão e tempo para entrega  — para que seja feita a contratação do caminhoneiro disponível para realizar o frete. Desta forma, é possível escalar o negócio e atender às novas demandas dos clientes de forma rápida e eficiente.

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Tecnologia pode ajudar a reduzir impacto do coronavírus no mercado de transporte rodoviário de cargas

Além das preocupações relacionadas à saúde da população, o novo coronavírus acertou em cheio a economia. O setor de transporte de cargas terrestres, que é responsável pela movimentação de 65% de todos os produtos que circulam pelo país, também foi impactado pela pandemia.

Medidas de isolamento social nos principais centros consumidores do Brasil e a diminuição na produção industrial causaram uma queda de 26,1% na demanda pelo serviço no país, segundo estudo da Associação Nacional do Transporte de Cargas e Logística (NTC) feito em março.

A pesquisa mostra que houve redução de 40,7% nas entregas em lojas e de 29% nas entregas em residências.

Tecnologia como aliada

Para enfrentar este momento desafiador, a tecnologia pode ser uma aliada importante para o setor que é essencial para o abastecimento das casas dos brasileiros.

A possibilidade de mapear as demandas e encontrar o frete mais adequado para cada situação ajuda a otimizar o trabalho, reduzir custos e agilizar as operações.

Uma das soluções para as transportadoras e grandes empresas é a FreteBras, a maior plataforma online que conecta companhias e caminhoneiros na América Latina e ajuda a otimizar os custos do transporte rodoviário de cargas e logística.

Com mais de 400 mil motoristas cadastrados, a ferramenta leva poucos minutos para fazer a ponte entre as empresas e os profissionais das estradas.

Com 12 anos de mercado, a FreteBras tem uma base de 9 mil clientes e ajuda a mapear os caminhões mais próximos da carga — de acordo com tipo de produto, capacidade do caminhão e tempo para entrega —  para que seja feita a contratação do caminhoneiro disponível para realizar o frete.

Desta forma, é possível escalar o negócio e atender novos clientes de forma rápida e eficiente.

Segundo dados apurados pela empresa com base em seu banco de dados, que conta com a publicação de mais de 400 mil fretes mensais, alguns setores de transporte de carga sentiram de forma mais relevante as ações para conter o avanço do Covid-19, mas no geral, houve uma queda de 25% na demanda na comparação da primeira semana de abril com a primeira semana de março.

A redução foi ainda maior no frete dos produtos industrializados e de construção, com queda de 38% e 34%, respectivamente. Já a retração no setor do agronegócio foi bem menor, com queda de 1,4%.

Medidas governamentais

Nos últimos dias, o governo federal anunciou algumas medidas em prol da categoria, entre elas a suspensão de pontos de pesagem em rodovias federais e a prorrogação do vencimento do Registro Nacional de Transportadores Rodoviários de Cargas (RNTRC). Entretanto, os representantes do setor pedem por mais ações para garantir o abastecimento.

A FreteBras, em parceria com outras 500 empresas do setor, enviou uma carta ao Ministro da Infraestrutura Tarcísio Gomes de Freitas, solicitando a suspensão, em caráter excepcional, da cobrança de pedágios aos Transportadores Autônomos de Carga (TACs) e às Empresas de Transporte Rodoviário de Cargas (ETCs) nas rodovias federais sob sua jurisdição pelo prazo de noventa dias.

A iniciativa, que ainda não teve um parecer definitivo, é parte de um movimento mobilizado pela FreteBras a fim de garantir melhores condições aos caminhoneiros em atividade neste período de quarentena, uma vez que o valor gasto com pedágio pode representar até 45% do valor do frete em determinadas rotas.

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