Novo ETF com 100% de exposição ao Ethereum estreia na B3; Bolsa chega a 5 ETFs de criptomoedas

SÃO PAULO – Em uma onda de novos produtos relacionados a criptomoedas no mercado brasileiro, estreia nesta quinta-feira (18), o quinto fundo de índice (ETF, na sigla em inglês) de moedas digitais da B3, o segundo com exposição de 100% ao Ether (o token da rede Ethereum).

Criado pela gestora Hashdex, o Hashdex Nasdaq Ethereum Reference Price será negociado com o código ETHE11. Ele tem preço inicial de R$ 50, com taxa de administração de 0,7% ao ano.

Esse ETF irá espelhar o Hashdex Nasdaq Ethereum ETF, um fundo constituído nas Ilhas Cayman que oferece aos investidores exposição ao Ether. Esse fundo, por sua vez, visa a replicar o Nasdaq Ethereum Reference Price (NQETH), índice desenvolvido pela Nasdaq para calcular em tempo real o preço do Ether.

“O Ethereum é uma das principais plataforma que servem como base para uma nova evolução da internet, a chamada Web 3.0. O seu token, o Ether, é o combustível que move essa nova internet e tem um grande potencial de valorização à medida que a tecnologia evoluir e sua adoção aumentar”, disse Samir Kerbage, CTO da Hashdex, em comunicado à imprensa.

A Hashdex foi a primeira gestora a lançar um ETF de criptomoedas no Brasil, o HASH11, que reflete uma cesta de moedas digitais e sofre rebalanceamentos trimestrais. Além disso, neste mês eles lançaram o BITH11, chamado de primeiro ETF verde de Bitcoin do Brasil.

Segundo a gestora, o BITH11 foi desenvolvido com a intenção de neutralizar as emissões de carbono decorrentes de investimento em Bitcoin.

Outros ETFs cripto

O brasileiro ainda conta com mais dois ETFs de criptomoedas disponíveis no mercado, ambos da QR Capital.

Lançado em julho, o QBTC11 foi o primeiro ETF da América Latina com 100% de exposição ao Bitcoin. Com taxa de administração de 0,75% ao ano, o produto replica o índice CME CF Bitcoin Reference Rate, referência dos contratos futuros de Bitcoin negociados pela bolsa americana “Chicago Mercantile Exchange Group”.

Já no início deste mês, a gestora lançou o QETH11, o primeiro ETF da América Latina com 100% de exposição à moeda Ethereum. Ele também possui taxa de administração de 0,75% ao ano e busca replicar o desempenho do índice CME CF Ether Reference Rate, que acompanha o preço do Ether em dólares.

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Bitcoin e Ethereum: semana tem estreia de 2 ETFs de criptomoedas na Bolsa

(Unsplash)

SÃO PAULO – O mercado de criptomoedas vem ganhando cada vez mais espaço na carteira de investidores ao redor do mundo e tem levado gestoras a lançarem mais produtos no mercado brasileiro. É o caso de dois fundos de índice (ETFs, na sigla em inglês) que estreiam na Bolsa esta semana.

O primeiro lançamento será do ETF de Ethereum da gestora QR Capital, que começa a ser negociado na B3 nesta quarta-feira (4) sob o código “QETH11“.

Com taxa de administração de 0,75% ao ano, o produto é o primeiro da América Latina com 100% de exposição à moeda Ethereum.

O ETF busca replicar o desempenho do índice CME CF Ether Reference Rate, que acompanha o preço do Ethereum em dólares.

“O Ether [token da rede Ethereum] é um ativo já consolidado e que, como o Bitcoin, tem um track record mais longo, bons casos de uso como as finanças descentralizadas (DeFI), tornando-se um excelente ativo para reforçar a diversificação de carteiras de investimentos”, avalia Fernando Carvalho, CEO da QR Capital.

Já na quinta-feira (5), começam a ser negociadas as cotas do segundo ETF de criptomoedas da gestora Hashdex, o Hashdex Nasdaq Bitcoin Reference Price Fundo de Índice, sob o código de negociação “BITH11“.

O fundo, que é anunciado como o primeiro ETF verde de Bitcoin do Brasil, busca replicar o índice Nasdaq Bitcoin Reference Price, desenvolvido pela Nasdaq, que acompanha o preço do Bitcoin denominado em dólares. A taxa de administração será de 0,3% ao ano.

Segundo a Hashdex, o novo ETF foi desenvolvido com a intenção de neutralizar as emissões de carbono decorrentes de investimento em Bitcoin.

Isso será feito por meio da aquisição de créditos de carbono e investimentos em projetos neutralizadores. O limite para tais aquisições, segundo a gestora, será o valor equivalente a 0,15% ao ano do patrimônio líquido médio do fundo no exterior.

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Ambos os novos ETFs vão entregar ao investidor um retorno com exposição cambial, isto é, com a variação do dólar.

Novas opções ao investidor

Com os dois novos produtos, o investidor brasileiro passa a ter agora quatro fundos de índice com cotas negociadas em Bolsa (ETFs) que acompanham benchmarks atrelados ao desempenho de moedas digitais.

O primeiro ETF de criptomoedas do Brasil foi o Hashdex Nasdaq Crypto Index Fundo de Índice (HASH11), lançado na B3 em abril deste ano e que tem taxa de administração de 0,3% ao ano.

Segundo dados da B3, o HASH11 é hoje o segundo maior ETF em número de cotistas, com 131,7 mil investidores, no fim de junho.

O produto só fica atrás do ETF IVVB11, da BlackRock, que replica o índice acionário S&P 500, dos Estados Unidos, e soma 156,1 mil cotistas. Mas está à frente de fundos como o BOVA11, que replica o Ibovespa, com 112 mil investidores no fim de junho.

Em julho, foi a vez de a QR Asset Management lançar o primeiro ETF da América Latina com 100% de exposição ao Bitcoin, o “QBTC11“.

Com taxa de administração de 0,75% ao ano, o produto replica o índice CME CF Bitcoin Reference Rate, referência dos contratos futuros de Bitcoin negociados pela bolsa americana “Chicago Mercantile Exchange Group”.

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Hashdex prepara lançamento de ETF de Bitcoin com pegada sustentável para agosto

Criptomoedas

SÃO PAULO – A gestora de criptoativos Hashdex anunciou nesta terça-feira (13) que prepara o lançamento de outro fundo de índice (ETF) de Bitcoin no mercado brasileiro, cuja proposta será replicar um fundo que busca neutralizar as emissões de carbono como reflexo da mineração do ativo.

O período de reserva já foi iniciado e investidores têm até o dia 30 de julho para garantir as primeiras cotas do Hashdex Nasdaq Bitcoin Reference Price Fundo de Índice (BITH11). A expectativa da gestora é que o produto chegue na B3 na primeira quinzena de agosto.

O ETF terá taxa de administração de 1%. Até o momento, a previsão é que o valor inicial da cota para investir no produto seja de R$ 50,00.

“Entendemos que o Bitcoin pode contribuir muito para incentivar o uso de energia limpa ao redor do mundo. Queremos antecipar esse movimento e oferecer ao investidor um produto que estimule o potencial sustentável deste ativo”, afirma Roberta Antunes, Chief of Growth da Hashdex, em nota.

Leia mais:
Fundos de criptomoedas ganham milhares de investidores em meio à queda de mais de 30% do Bitcoin desde abril

Para desenvolver o projeto, a gestora contratou a empresa alemã Crypto Carbon Ratings Institute (CCRI), provedora de uma metodologia globalmente reconhecida para cálculo de emissão de carbono em redes blockchain, explica a Hashdex.

A CCRI produzirá relatórios anuais contendo cálculos e estimativas do consumo de energia e emissão de carbono relativos ao processo de mineração dos Bitcoins adquiridos pelo Hashdex Nasdaq Bitcoin ETF – fundo de índice alvo do BITH11, que ainda não é negociado em outros mercados e servirá como referência para a carteira teórica do novo produto.

“Com base nesses cálculos, o ETF reduzirá sua pegada de carbono e buscará investir em projetos que viabilizam a manutenção do meio ambiente”, diz a Hashdex, que informa ainda que terá a assessoria da CCRI na seleção dos potenciais parceiros e projetos que visam a redução do impacto ambiental causado pela mineração das criptomoedas no Brasil e no mundo.

XP, Itaú BBA e Banco Genial serão os coordenadores da oferta do novo ETF. Não há um limite máximo para captação, mas a Hashdex tem como meta alcançar valores similares aos conquistados com o lançamento do ETF Hashdex Nasdaq Crypto Index Fundo de Índice (HASH11). Na ocasião, a gestora levantou R$ 615 milhões.

Demanda latente

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Desde que estreou na B3, no fim de abril, o primeiro ETF de criptomoedas do mercado brasileiro teve uma demanda bastante acentuada por parte dos investidores.

Segundo dados da B3, em pouco mais de dois meses, o HASH11 já se tornou o segundo maior em número de cotistas, com 131,7 mil investidores, no fim de junho.

O produto só fica atrás do ETF IVVB11, da BlackRock, que replica o índice acionário S&P 500, dos Estados Unidos, e soma 156,1 mil cotistas. Mas já está à frente de fundos como o BOVA11, que replica o Ibovespa, com 112 mil investidores no fim do mês passado.

Hoje, o investidor tem à disposição na B3 36 ETFs de renda variável, com estratégias das mais diversas, que dão exposição a criptoativos, fundos imobiliários e bolsas globais, como da Ásia e da Europa. Além disso, há ainda outros sete ETFs de renda fixa local.

O novo ETF será o terceiro com foco em criptoativos na Bolsa brasileira.

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Criptoativos e o valor da solução de um problema

Que o Bitcoin é uma moeda virtual que pode ser mais uma alternativa de investimento todos sabem. Mas o que muitos ainda se perguntam é como se atribui valor à criptomoeda e qual o seu lastro. A dificuldade em reconhecer esses atributos ainda leva muitos a desconfiarem do criptoativo como uma alternativa de investimento. Entender o processo de formação dos chamados ativos digitais, que incluem não apenas o Bitcoin, mas outros como Ethereum e Litecoin, é parte importante da formação deste investidor e ajuda no processo de tomada de decisão.

O primeiro passo é entender o que origina um criptoativo, ou seja, o que dá sustentação à sua existência. A resposta é tão simples quanto complexa: nascem para resolver problemas e vem daí o seu valor.

Mas cada criptoativo está relacionado a uma solução – ou a um problema – específico. “O valor do bitcoin reside no fato de o ativo ser um meio de pagamento 100% digital e por ser escasso, ou seja, uma espécie de ouro digital”, explica Samir Kerbage, CTO da Hashdex, gestora em fundos de investimento em criptoativos.

“O Bitcoin é uma criptomoeda criada para ser um meio de pagamento totalmente eletrônico que transfere créditos pela rede. É soberana e não depende de ninguém para isto.”

Assim como no ouro, que tem seu valor associado à escassez do metal, no Bitcoin ocorre o mesmo. A oferta de Bitcoin é “controlada” por software e tem uma política de emissão fixa. A cada quatro anos, a emissão da criptomoeda cai pela metade “Quando existirem 21 milhões de Bitcoins no mercado não haverá mais emissão da criptomoeda. O modelo criado o torna um bem escasso e de valor”, explica o executivo da Hashdex.

Ethereum

O segundo criptoativo mais negociado, o Ether, nasceu com o mesmo princípio – tecnologia que resolve um problema e cria valor para a sociedade. No entanto, o Ether, criptoativo da rede Ethereum, não é meio de pagamento e não funciona como reserva de valor. Foi criado para possibilitar, através de uma grande rede de computadores descentralizada, o processamento de “contratos inteligentes”. “O Ethereum é o petróleo para que toda esta rede funcione e permita contratos diretos, seguros e sem intermediários”, explica Kerbage.

Um exemplo concreto é o DeFi, ou “Finanças Descentralizadas”, que se refere a aplicações em blockchains públicos que visam criar serviços financeiros sem intermediários centralizados (bancos). A rede Ethereum é a tecnologia que permite tais contratos descentralizados, e seguros, em que uma pessoa oferta dinheiro e outra toma emprestado, com custos bem menores do que se houvesse intermediário.

“Em 2019, o DeFi movimentava apenas US$ 500 milhões na plataforma, neste ano já chega a US$ 42 bilhões. Investir em Ethereum é investir na tecnologia que permite este tipo de contrato inteligente”, comenta o executivo da Hashdex.

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Perspectiva para o investidor

Todas estas tecnologias estão em desenvolvimento, o que torna ainda mais interessante o investimento durante esta fase de maturação dos projetos. Foi assim com diversas outras tecnologias que revolucionaram o mundo, como o mainframe, nos anos 60, o PC, nos anos 80, ou mesmo a internet nos anos 90.

Enquanto muitos desconfiavam da capacidade transformadora, outros investiram e obtiveram lucros exponenciais. No caso dos criptoativos ocorre o mesmo. A escolha de onde investir passa por uma aposta no desenvolvimento da tecnologia.

Uma alternativa para diluir o risco de investimento em um criptoativo é o investimento via índice, visto que o índice é composto por vários ativos digitais. A gestora Hashdex, por exemplo, possui fundos que replicam o NCI, um índice de criptoativos desenvolvido conjuntamente com a Nasdaq e administrado pela Nasdaq, segundo maior mercado de ações em capitalização de mercado do mundo, depois da Bolsa de Nova York.

“Nós criamos a metodologia do índice, que tem rígidos critérios de elegibilidade dos criptoativos e a cada três meses passa por uma revisão. A gestão é da Nasdaq”, explica o CTO da Hashdex.

“Dessa forma, o investidor, ao comprar um fundo que replica o índice, tem acesso a vários criptoativos sem a necessidade de rebalancear o peso de cada um na carteira”

Hoje, o NCI tem oito criptoativos na carteira. O principal é o Bitcoin, seguido pelo Ethereum, e pelo Litecoin.

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ETF de criptomoedas HASH11 tem rebalanceamento e gestora Hashdex adiciona dois novos ativos

SÃO PAULO – A gestora Hashdex realizou nesta terça-feira (1) o rebalanceamento do Nasdaq Crypto Index (NCI), índice co-criado em parceria com a Nasdaq e que é replicado pelo ETF Hashdex Nasdaq Crypto Index Fundo de Índice (HASH11).

Com a mudança, dois novos criptoativos passam a fazer parte do índice: Filecoin e Uniswap. Eles se juntam ao Bitcoin, Ethereum, Stellar, Litecoin, Bitcoin Cash e Chainlink para completar o portfólio.

Desenvolvido pela Protocol Labs, o Filecoin foi criado em 2014 e é uma rede blockchain de armazenamento descentralizada com foco no usuário que busca alugar espaço para armazenamento. Já a Uniswap opera como uma corretora (exchange) descentralizada que possibilita a negociação de ativos sem intermediários.

“O Uniswap já era um ativo que tinha uma representatividade alta em relação aos outros criptoativos do mercado, mas recentemente ele passou a ser suportado por mais custodiantes institucionais e exchanges que estão dentro da lista de exchanges acompanhadas pela Nasdaq, critério exigido pelo NCI”, explica Samir Kerbage, CTO da Hashdex.

O criptoativo é executado na blockchain Ethereum e permite operações descentralizadas para investidores de varejo em transações pontuais, além de servir como fonte de liquidez para milhões de usuários de aplicações de finanças descentralizadas (DeFi). Ele tem integração com cerca de 200 projetos, com mais de 50 milhões de transações, movimentando mais de US$ 250 bilhões.

Já o Filecoin, de acordo com Kerbage, passou por um processo semelhante ao que ocorreu com o Uniswap, além de ter apresentando um crescimento expressivo no valor de mercado. “O ativo saiu de US$ 24 em 31 de dezembro, chegou a valer cerca de US$ 230 há algumas semanas e, depois dessa queda recente do mercado, agora está em US$ 70. Essa evolução do preço recente também o tornou elegível para o fundo”, diz.

Com esse rebalanceamento, a mudança também impacta o ETF da Hashdex, conhecido pelo código HASH11, que replica esse índice e está disponível para investimento na B3 desde abril.

Cotado atualmente a R$ 36,21, o ETF acumula queda de 23% desde a sua estreia, pressionado principalmente pela correção do mercado como um todo em maio puxada por notícias da China e falar do CEO da Tesla, Elon Musk (veja mais aqui). Segundo a Hashdex, hoje o fundo conta com mais de R$ 1,3 bilhão de patrimônio e 80 mil cotistas.

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Entenda o papel dos criptoativos para uma carteira diversificada

Os benefícios de uma carteira de investimento diversificada já são bem conhecidos. Ao colocar diferentes produtos  na cesta, o investidor mitiga o risco daquele conjunto de ativos, potencializando ganhos no médio e longo prazo. Um portfólio com bom nível de diversificação não tem apenas ativos de classes diferentes, mas também, ativos com respostas diferentes aos acontecimentos macroeconômicos. Se a queda na taxa Selic, por exemplo, comprime o retorno de um ativo, é importante que na carteira haja outro que ganhe ou que não se altere com o movimento.

Dentro deste conceito, as criptomoedas podem ter um papel importante na busca por diversificação, devido ao elevado grau de descorrelação em relação aos ativos tradicionais.

Stefano Sergole, Sócio e Diretor de Distribuição da Hashdex, gestora especializada em criptoativos,  faz uma analogia: “uma dieta balanceada não é composta por 3, 4 tipos diferentes de proteína, ela precisa incluir outros grupos de alimentos para ser considerada saudável. Em uma carteira de investimento é igual, quanto mais ativos diferentes como ações, criptos, renda fixa, moeda, mais saudável ela será.”

Os drivers ou fatores que impactam o valor de uma criptomoeda, como o Bitcoin, são diferentes dos que explicam movimentos em ativos como ações, títulos públicos ou papéis de crédito privado, por isso há uma elevada descorrelação entre eles.

Por ser um ativo baseado na Tecnologia Blockchain, que surgiu há pouco mais de 10 anos, o principal drive para sua valorização é a solidificação do ecossistema de cripto.

Um dos grandes responsáveis pela recente valorização dos criptoativos foi a entrada de Investidores Institucionais nessa classe de ativos. Stefano considera que o amadurecimento do ecossistema de ativos digitais foi crucial para que esses investidores estejam se sentindo, agora, confortáveis para ter exposição nessa classe de ativos.

“Bolsas como a Nasdaq e a B3, que  administram índices de cripto e intermediam a compra de ativos por investidores institucionais, dão mais segurança ao mercado por oferecerem opções de investimento bastante sofisticados, além de regulados.”

Stefano acredita, ainda, que exista espaço para investimentos em criptos no portifólio de todos os investidores, e que o que deve variar é o tamanho da alocação, dependendo do perfil do investidor. “Por ser historicamente descorrelacionado de todas as outras classes de ativos, criptos têm o potencial de melhorar a relação risco/ retorno de uma carteira, melhorando o retorno sobre o investimento, sem necessariamente aumentar a volatilidade da carteira.

A Hashdex oferece, no site da gestora, uma ferramenta gratuita, chamada de simulador de portfólio, onde o investidor consegue simular o efeito que diferentes alocações em cripto poderiam gerar na sua própria carteira de investimentos.

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Para um investidor moderado, por exemplo, a adição de 3% de cripto em uma carteira eleva pouco a volatilidade (de 7,46% para 7,85%) mas com um índice sharpe, que analisa relação risco-retorno, saltando de 0,82 para 1,35 e um ganho anualizado na projeção do simulador indo de 12,06% para 16,56%, incluindo ativos de renda variável e renda fixa.

“A adição de pequenas quantidades de cripto causou pouco impacto no risco da carteira total, por conta do efeito diversificação, porém compensado com um incremento de retorno e na relação risco/retorno, medida pelo Sharpe”, explica o executivo da Hashdex.

Produtos diferenciados de cripto

Os criptoativos vem ganhando espaço nas carteiras de investimento nos últimos anos com uma participação marcante dos institucionais desde o ano passado. O movimento explica, em parte, o sucesso do lançamento do ETF Hashdex Nasdaq Crypto Index Fundo de índice, negociado na B3 desde o dia 26 de abril. Na oferta inicial, a Hashdex captou o montante de R$ 615,2 milhões com o fundo, que replica um índice de criptos desenvolvido pela Nasdaq em parceria com a própria gestora.

O índice, replicado aqui pelo ETF, é composto por Bitcoin (80,37%), Ethereum (16,35%), Litecoin (1,19%), Chainlink (0,94%), Bitcoin Cash (0,64%) e Stellar Lumens (0,50%). O ETF está sendo negociado na B3 com o código HASH11.

A gestora já negociava fundos de cripto com exposição ao índice da Nasdaq para diferentes perfis de investidor, com 20%, 40% ou 100% de exposição a cripto. “O resultado do lançamento foi muito positivo, atraindo investidores institucionais, grandes fundos e o investidor comum, o que reforça a relevância dos criptoativos em uma carteira saudável”, comenta o executivo da Hashdex, salientando que o ETF é um produto 100% cripto disponível a todos os investidores, diferente dos fundos.

“Para quem realmente é muito conservador acho que vale a pena começar pelos fundos porque tem mais histórico e uma gordura de proteção maior pela parcela de renda fixa em cada um deles. Agora, o HASH11, é produto puro, não tem caixa, sendo ideal para quem tem autocontrole e disciplina para se expor mais na busca por retorno.”

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3 recomendações para lidar com a volatilidade das criptomoedas

SÃO PAULO – A volatilidade das criptomoedas é um dos fatores que mais assombra investidores desses ativos. Moedas como Bitcoin (BTC) e Ethereum (ETC) ainda fazem parte de um mercado pouco consolidado, que sofre influências de causas tradicionais, como oferta e demanda, e também de fenômenos recentes gerados pelas redes sociais.

Neste mês, Elon Musk, CEO da Tesla, anunciou em seu Twitter que suspenderia o uso de Bitcoin na venda de veículos da montadora por conta do grande impacto ambiental que a mineração da criptomoeda tem no planeta. Sua declaração fez as cotações desabarem mais de 10% em um único pregão.

Também neste mês, a cotação da Dogecoin (DOGE) chegou a disparar 30% após outro tuíte de Musk. Dessa vez, o bilionário revelou que estava trabalhando com os desenvolvedores da criptomoeda, que foi criada como uma brincadeira, para melhorar a eficiência das transações do sistema. Especialistas alertam que a Dogecoin não tem fundamentos.

Além desses ruídos nas redes sociais, a pouca regularização do mercado está entre as principais causas da variação de preços das criptos. Essas moedas ainda estão livres de regulamentações governamentais, embora a China tenha dado indicações recentes de apertar o cinto.

Além disso, as criptomoedas podem ser negociadas 24 horas por dia, todos os dias, em escala global, o que gera maior volatilidade na comparação com  mercados tradicionais.

Em live no Instagram do InfoMoney, a diretora de investimentos da Sonata, Patrícia Palomo, e Samir Kerbage, CTO da Hashdex, citaram três fatores para os quais investidores devem olhar para enfrentar a volatilidade atrelada às criptos: diversificação, longo prazo e perfil de risco.

Diversificação

Diversificar a exposição do patrimônio é uma das chaves para uma carteira de investimentos bem alocada. Ray Dalio, fundador da Bridgewater Associates, uma das maiores gestoras do mundo, responsável por cerca de US$ 150 bilhões em ativos, defende que o investidor deve ter de 10 a 15 bons investimentos não correlacionados, ou seja, que não estejam sujeitos às mesmas influências de mercado.

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Em linha com a visão do gestor, Palomo aconselha que o investidor de criptomoedas não aloque toda a sua parcela de risco unicamente em criptoativos. “O risco da carteira deve ser distribuído. Em conjunto com o Bitcoin, por exemplo, o investidor pode aplicar em ações ariscadas de setores diferentes. Investir em fundos de alto risco que possuam estratégias alternadas também é uma boa opção.”

Foco no longo prazo

Apesar de muitas criptomoedas estarem no mercado há mais tempo, sua negociação em larga escala é recente. O Bitcoin é uma delas. Mesmo criada em 2009, a euforia do mercado é novidade e, por esse fator, Samir Kerbage, da Hashdex, acredita que, no longo prazo, a moeda possa dar mais tranquilidade aos investidores.

Segundo Kerbage, se o Bitcoin for adotado por uma grande parte da sociedade e investidores institucionais, a negociação da moeda poderá atingir escala bilionária e gerar maior estabilidade de preço.

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“Hoje, o Bitcoin não é uma boa moeda, porque não é utilizado no comércio em grande volume. Mas a comunidade do Bitcoin acredita que o ativo poderá ser considerado uma moeda cotidiana assim que conquistar o posto de reserva de valor.”

Na visão do CTO da Hashdex, o Bitcoin pode se tornar uma reserva de valor como o ouro no longo prazo, uma vez que a sociedade está cada vez mais imersa no meio digital. “Contudo, é necessária uma mudança geracional que pode levar décadas.”

Saiba seu perfil de risco para lidar com a volatilidade das criptomoedas

Por fim, investir em criptomoedas pode não ser adequado para todo tipo de investidor. Apostar na volatilidade de um ativo ainda pouco consolidado e sensível a ruídos externos ao mercado é arriscado, lembra Palomo.

“Há uma dificuldade de estimar um preço futuro das criptomoedas. Assim, usufruir dessa volatilidade depende exclusivamente do perfil de risco do investidor. Se a pessoa consegue dormir sem se preocupar com a variação de sua carteira, ela está com uma quantidade adequada de risco. Caso contrário, deve reavaliar seus investimentos”, finaliza a especialista.

E Agora, Ana?

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O programa “E Agora, Ana?” vai ao ar às quartas-feiras, às 12h, no Instagram do InfoMoney. A série de lives, apresentadas pela especialista em investimentos Ana Laura Magalhães, convida gestores, analistas e economistas para trazer informação relevante para o investidor brasileiro se posicionar nos mercados local e internacional.

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Primeiro ETF de criptomoedas do Brasil começa a ser negociado na B3 nesta segunda

SÃO PAULO – Começaram a ser negociadas nesta segunda-feira (26) as cotas do primeiro fundo de índice (ETF) de criptomoedas do Brasil, o Hashdex Nasdaq Crypto Index Fundo de Índice (HASH11).

Criado pela gestora Hashdex, o ETF foi precificado na semana passada a R$ 47,02 por cota. Nesta segunda, às 13h (horário de Brasília), ele era negociado a R$ 50,36, uma alta de 7,10%.

O ativo está disponível para qualquer tipo de investidor. Para negociar cotas de ETF, o investidor precisa apenas ter uma conta aberta e ativa em uma corretora brasileira.

A emissão primária feita pela Hashdex, de 12.305.014 cotas, levantou R$ 615,25 milhões, valor quase 3 vezes acima da captação mínima que a gestora havia colocado como objetivo em seu prospecto, de R$ 250 milhões.

Para Rogério Santana, diretor de relacionamento com clientes da B3, a novidade representa mais uma opção de diversificação para os investidores. “O ETF oferece a praticidade de investir em uma carteira diversificada de ativos com apenas uma transação. Ou seja, o investidor não precisa se preocupar em ter que comprar ou vender ativos para replicar os resultados do índice de referência, afirma.

O ETF replica o Nasdaq Crypto Index (NCI), índice desenvolvido em conjunto pela Nasdaq e pela Hashdex, e tem como objetivo ter retornos que correspondam em reais à performance do benchmark. Ele é  sdcomposto por seis criptomoedas: Bitcoin, Ethereum, Stellar, Litecoin, Bitcoin Cash e Chainlink.

O NCI é rebalanceado trimestralmente e a gestora ressalta que novos ativos podem entrar para o índice enquanto os atuais integrantes podem sair. A Hashdex criou um site onde estão todas as informações para os investidores.

A estreia do ETF ajuda a democratizar ainda mais o acesso ao mercado de criptomoedas, principalmente para o investidor de varejo, já que hoje as únicas opções são comprar diretamente os ativos nas corretoras especializadas ou via fundos, que possuem taxas mais altar para investimento.

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Alta consistente do Bitcoin chama a atenção

Bitcoin

O ano pandêmico de 2020 foi tenso para os investidores com perdas generalizadas no primeiro semestre e alguma recuperação a partir de agosto.  Neste cenário adverso, porém, o Bitcoin rendeu 293 % em dólar.

No ano de 2021 o Bitcoin seguiu com tendência de alta, valorizando mais 194 %, com data base de fechamento sendo o último dia 18 de março. Valorizações dessa magnitude alimentam rumores de que uma bolha no mercado financeiro possa estar se formando. A tese defendida pelo Gestor de Portfólio da Hashdex, empresa de fundos de investimentos em criptoativos, Joao Marco Braga da Cunha, é de que a alta do valor em 2020 se sustentou em premissas que não sugerem uma bolha.

“O processo de valorização do Bitcoin no ano passado e no começo deste ano também foi baseado em elementos que colocam a criptomoeda em outro patamar. Acredito em uma alta sustentada, mesmo que haja volatilidade em alguns momentos, o que é natural.”

A lógica da formação e do estouro de uma bolha é simples: alta forte baseada em especulação, com a expectativa de ganhos que não se concretizam, e frustração levando à saída em massa dos investidores. O Bitcoin enfrentou uma bolha, em 2017, quando registrou alta de 1.298% e depois levou a expressivas perdas em seu valor, com queda de 71% no ano seguinte.

Antes de comparar 2017 com 2020, o Gestor de Portfólio da Hashdex faz uma ressalva importante ao lembrar que os vetores de alta da criptomoeda são diferentes dos que impulsionam outros ativos, como ações. “Os principais drivers para o preço do Bitcoin são internos, como notícias de regulação, infraestrutura ou mesmo a proibição em alguns países”, comenta Braga.

“Claro que na medida em que vamos integrando e os criptos passam a fazer parte da carteira dos grandes investidores, outros elementos terão também seu peso, como aversão a risco e demanda por liquidez. Mas hoje os fatores internos são preponderantes.”

Sobre o ano de 2017, o gestor da Hashdex destaca a formação não de uma bolha, mas de duas que se alimentavam de expectativas superdimensionadas. O rali do Bitcoin naquele ano ocorreu após alguns ciclos de fortes altas e quedas pelos quais o criptoativo passou desde sua criação, em 2009.

A diferença é que 2017 foi o primeiro ano em que uma boa quantidade de investidores de varejo ficou sujeita à alta volatilidade dos criptoativos, o que chamou a atenção global. “Um fator que levou ao rali foi a febre dos ICOs (do inglês Initial Coin Offerings). Moedas começaram a ser lançadas o tempo todo, o que atraiu mais compradores e novos desenvolvedores, em uma espiral altamente especulativa”, explica Braga.

No segundo semestre de 2017, destaca o executivo da Hashdex, outra bolha se formou com o anúncio da Chicago Mercantile Exchange (CME), a maior bolsa de derivativos do mundo, de que passaria a negociar contratos futuros de Bitcoin. “A leitura era de que se tem mercado futuro haverá uma entrada em massa dos institucionais forçando preço para cima, o que chamou novos compradores. Foi uma bolha dentro da bolha e inflada por pequenos investidores, pessoas físicas”, explica Braga.

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“O resultado não foi o que se esperava e houve uma onda de venda forte que derrubou os preços. O início nada triunfal do Bitcoin na bolsa de Chicago frustrou investidores que saíram se desfazendo das posições.”

Chegada de investidores institucionais em 2020

Uma das diferenças na alta da Bitcoin em 2020 é exatamente a chegada dos investidores institucionais, o que não era uma realidade em 2017. Março do ano passado foi um dos piores meses da história do mercado financeiro e o criptoativo não ficou de fora.

Contudo, a recuperação veio muito rápido o que chamou a atenção de todos. “Teve dia, como em 15 de março, que dependendo da medida o Bitcoin caiu 37% seguindo os demais ativos, mas um mês após a queda já tinha voltado”, lembra o gestor da Hashdex.

Sinalizações dadas por grandes investidores, de que o Bitcoin fazia sentido como ativo para proteger a carteira em cenário de forte estímulos econômicos com risco inflacionário, pesaram na onda de valorização da moeda digital.

Em maio, o mega investidor Paul Tudor Jones revelou, em carta para os investidores de seus fundos, que acreditava que o Bitcoin era uma alternativa para se proteger do que chamou de “a grande inflação monetária”. A moeda seria o “cavalo mais rápido” para esta proteção. Casas importantes como JP Morgan e Citibank produziram relatórios promovendo a tese do Bitcoin como a reserva de valor do futuro.

Fundos Hashdex
Os dois fundos Multimercado Hashdex 40 Nasdaq Crypto Index, o Hashdex Bitcoin Full 100 FIC FIM e o Hashdex Ouro Bitcoin Risk Parity FIC FIM IE são dedicados a Investidores Qualificados e aportam, respectivamente, 40% dos recursos em ETFde criptoativo, 100% do patrimônio em bitcoin e em uma mescla de ouro e bitcoin seguindo a estratégia de paridade de risco. Além disso, a Gestora oferece ao investidor em geral o Hashdex 20 Nasdaq Crypto Index FIC FIM, que investe 20% do seu patrimônio na cesta de criptoativos do NCI e ao Investidor Profissional o Hashdex 20 Nasdaq Crypto Index FIC FIM, que investe a totalidade de seu patrimônio em uma cesta de criptoativos . “Estamos vendo fundos comprando cotas, Family offices e investidores de maior porte chegando. É uma tendência que dá outro peso a este mercado.”

Além da chegada do investidor instituciona que vê no Bitcoin um ativo de proteção da carteira no cenário atual, outro fato foi importante em 2020 para a alta da cotação. Em outubro, o Paypal anunciou que daria a seus usuários a possibilidade de comprar, vender e armazenar Bitcoin e outros criptoativos.

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“O Paypal foi além e disse que, em breve, seus usuários poderão usar criptoativos para compras nas milhões de empresas cadastradas na plataforma”, comenta Braga.

Esseano, a alta segue expressiva e causada, em parte, pela decisão de Elon Musk, o visionário dono da Tesla, de aderir às criptomoedas. Em fevereiro, o empresário comprou US$ 1,5 bilhão em Bitcoins. “Tudo corrobora para que a criptomoeda siga sua trajetória, que tem volatilidade no curto prazo, momentos de queda, mas com boas janelas de oportunidade e perspectivas de alta no longo prazo.” afirma o Gestor.

Gestora Brasileira Hashdex lança primeiro ETF de criptomoedas do mundo

A Hashdex lançou, no dia 9 de fevereiro, o Hashdex Nasdaq Crypto Index ETF, o primeiro Exchange Traded Fund (ETF) de cripto do mundo. Negociado na Bolsa de Bermudas, o fundo replica a carteira do NCI (Nasdaq Crypto Index), um índice desenvolvido para representar o mercado de cripto no longo prazo. Os pesos das constituintes são dinamicamente ajustados e o rebalanceamento, que escolhe as criptomoedas através de rígidos critérios de elegibilidade, é feito trimestralmente.

Segundo Marcelo Sampaio, CEO da Hashdex, o ETF é uma grande conquista para o ecossistema de criptomoedas. “Com o suporte da Nasdaq, do seu agente de cálculo CF Benchmarks, e da BSX (Bermuda Stock Exchange) , estamos extremamente felizes em trazer ao mercado o primeiro ETF de cripto do mundo. Essa é uma grande conquista que mostra a maturidade do mercado de criptomoedas, que conquistou um patamar de respeito em 2020. Além disso, o lançamento também consolida nossa presença como um player global relevante neste segmento”, afirmou.

Como investir

Atualmente o ETF está disponível, apenas, para investidores com acesso à Bolsa de Valores de Bermuda. A boa notícia é que investidores brasileiros podem ter exposição indireta a esse ETF através dos fundos da Hashdex que acompanham o NCI e são encontrados nas principais plataformas de investimento.

Voltado para os investidores em geral o Hashdex 20 Nasdaq Crypto Index FIC FIM aloca 20% dos seus recursos no Hashdex Nasdaq Crypto Index ETF, e a parte restante é aplicada em produtos de Renda Fixa de baixo risco, atrelados ao CDI. O investimento mínimo é R$ 500 e a rentabilidade no ano de 2020 foi de 40,1%.

O Hashdex 40 Nasdaq Crypto, disponível para Investidores Qualificados, tem, por sua vez, 40% dos recursos alocados em criptoativos, e os outros 60% são investidos em Renda Fixa. Com rentabilidade de 120,16% nos últimos 12 meses, o aporte mínimo é de R$ 10.000.

Já o Hashdex 100 Nasdaq Cryptoindex é voltado para Investidores Profissionais e seu investimento inicial é de R$ 10.000. Sua estratégia prevê 100% dos recursos alocados no Hashdex Nasdaq Crypto Index ETF, replicando a cesta de ativos do NCI. A rentabilidade acumulada no ano de 2020 foi de 343,4%.

Nasdaq Crypto Index

Os criptoativos são a forma de  recompensa utilizada pelas redes de blockchain, tecnologia  com enorme potencial de crescimento e adoção em diversos setores da economia. Assim como a usabilidade, a variedade também é vasta: existem mais de 8 mil criptoativos disponíveis para negociação. Essa pluralidade, no entanto, pode confundir o investidor na tarefa de escolher as melhores opções de investimento.

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O Nasdaq Crypto Index soluciona esse problema ao utilizar rígidos critérios de seleção aos ativos do índice. Atualmente, o índice representa mais de 85% do valor de mercado total da classe de ativos. A composição do NCI é revista a cada três meses e rebalanceada com base em critérios objetivos de segurança, liquidez e representatividade de mercado.

Hoje a sua carteira reúne: Bitcoin (BTC), Ethereum (ETH), Litecoin (LTC), Chainlink (LINK), Bitcoin Cash (BCH) e Stellar (XLM).