JHSF lucra R$ 321,4 milhões no 2º tri e tem aumento de 158,8% no Ebitda Ajustado

Logotipo da JHSF (crédito: divulgação)

SÃO PAULO – A empresa de incorporação, hotelaria e administração de shopping centers JHSF (JHSF3) registrou um lucro líquido de R$ 321,4 milhões no segundo trimestre de 2021, alta de 26,4% em relação ao mesmo período do ano passado, segundo demonstração de resultados divulgada nesta quinta-feira (5).

Já o Lucro Antes de Juros, Impostos, Depreciações e Amortizações (Ebitda, na sigla em inglês) Ajustado da companhia somou R$ 444,4 milhões, em uma expansão de 158,8% sobre o reportado no segundo trimestre do ano passado.

O Ebitda contábil, por sua vez, foi de R$ 422,4 milhões, valor 22% superior na base anual.

A receita líquida totalizou R$ 662,4 milhões, o que representa um incremento de 162,5% na comparação anual.

Segundo a administração, o trimestre passado foi marcado pelo ritmo comercial aquecido na incorporação e pela retomada gradual das operações de shoppings, hospitalidade e gastronomia.

“Com a flexibilização de algumas restrições e com o avanço do programa de vacinação, houve uma forte recuperação no fluxo dos shoppings, principalmente nos ativos de São Paulo, proporcionando uma performance superior ao 2T19, onde não havia restrições. Algumas atividades que haviam sido suspensas foram liberadas, como as salas de cinemas”, comenta a gestão.

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Com hotéis vazios, setor de turismo global calcula perdas

(Bloomberg) – No lago de Como, no norte da Itália, a primavera normalmente significa o retorno dos turistas. Celebridades como George Clooney frequentam vilas à beira-mar, casais perambulam pelas ruas de paralelepípedos e feiras de design lotam quartos de hotéis com viajantes endinheirados. Este ano, por causa do coronavírus, donos de hotéis se perguntam se os turistas virão.

Hotéis da região registraram o cancelamento de mais da metade das reservas em três dias na semana passada em meio à propagação do vírus no norte da Itália, o maior surto fora da Ásia. Agora, proprietários esperam ansiosamente para ver o impacto nos importantes meses do verão.

“Tivemos nossos altos e baixos no passado, mas nada como isto”, disse Roberto Cassani, de 58 anos, presidente da associação de operadores de hotéis de Como. “Os turistas americanos, em particular, parecem vítimas de uma psicose coletiva. Estou realmente preocupado.”

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Com a doença que surgiu na China e se tornou global, o setor de turismo enfrenta uma ameaça crescente. Muitos dos turistas chineses que impulsionaram a expansão do setor já haviam deixado de viajar depois que o governo “trancou” dezenas de milhões de pessoas e proibiu a venda de pacotes turísticos. A medida esvaziou hotéis em Macau, meca de cassinos, praias do sudeste da Ásia e eliminou filas do lado de fora das butiques Louis Vuitton em Paris.

Apesar da diminuição da contaminação na China, o vírus se espalha em outros lugares, como Coreia do Sul e Itália, que juntas registram mais de 8 mil do total global de cerca de 93 mil casos. Agora não são apenas os chineses que ficam em casa. Alemães e belgas estão repensando as viagens de esqui para a Itália. Japoneses cancelam visitas a Bali. Em jogo, está a receita de US$ 1,7 trilhão gerada pelo turismo internacional em 2018, segundo a Organização Mundial de Turismo da ONU.

É o maior revés para a indústria de viagens desde a crise que seguiu os ataques terroristas de 11 de setembro de 2001, o surto da SARS e a guerra no Iraque dois anos depois.

A Associação Global de Viagens de Negócios diz que o coronavírus pode custar à indústria US$ 47 bilhões por mês. Companhias aéreas e operadoras de pacotes de turismo de pacote pintaram uma imagem igualmente sombria: a Associação Internacional de Transporte Aéreo prevê quase US$ 30 bilhões em vendas perdidas com voos.

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Bolsas de valores são transformadas em hotéis de luxo

(Bloomberg) — As bolsas de valores não são mais o que costumavam ser. Podemos dizer isso apenas pisando no chão do mercado mais poderoso do mundo, em Wall Street, Nova York.

No início do século, a Bolsa de Nova York empregava cerca de 5 mil traders para executar todos os pedidos.

Hoje, os únicos profissionais de finanças que trabalham no espaço considerado um símbolo também desempenham funções extras como figurantes em cerimônias de abertura e programação na rede de TV CNBC, que aluga parte do local.

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Na realidade, a maior parte das transações da NYSE, de longe a maior bolsa do mundo em valor de mercado, ocorre em seu data center do outro lado do Rio Hudson, em Mahwah, Nova Jersey. Os data centers de Nova Jersey abrigam a maioria das atividades de negociação de ações dos EUA atualmente.

“Os espaços físicos são apenas estúdios de televisão, pois quase todas as negociações acontecem em data centers”, diz Brad Katsuyama, CEO da The Investors Exchange (IEX), que processa negociações no data center CenturyLink em Weehawken, Nova Jersey.

Nova York não é a única cidade a desativar seus pregões; cidades como Manchester, Paris e Vancouver também fizeram isso.

Depois que a Nasdaq foi pioneira no comércio eletrônico na década de 1970, a gritaria típica da maioria das bolsas deu lugar ao comércio eletrônico ultrarrápido, deixando os profissionais confiarem em cabos e velocidade, em vez de gritarem dentro de edifícios neoclássicos ou eduardianos.

Hoteleiros e incorporadoras de todo o mundo começaram a usar esses obstáculos de arquitetura para atrair as massas a novos hotéis, museus e academias.

Os proprietários não estão apenas adicionando uma joia da coroa ao seu portfólio, mas esperando retornos saudáveis ​​por terem problemas para modernizar as estruturas históricas, que normalmente vêm com encanamento e aquecimento antigos.

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“De uma perspectiva de investimento, a introdução de um novo uso na bolsa é uma jogada ousada, mas sábia”, diz Winston Zahra, presidente da GG Hospitality, que abriu o Stock Exchange Hotel este mês em Manchester, Reino Unido.

“Troféu? Eu odeio o termo, mas a realidade é que esses edifícios são vistos como parte do legado de uma cidade. Há uma sensação de orgulho.” Sua cobertura tem um cofre de banco. Barras de ouro servem como parte da decoração, e os fantasmas dos traders do passado aparecem em fotografias em tons de sépia ao longo das paredes.

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