Chegada do Open Banking abre mar de oportunidades: as instituições financeiras vão saber aproveitar?

Nos últimos anos, com o surgimento das fintechs, diversos bancos investiram no lançamento de bancos digitais, como parte de sua estratégia para a transformação tecnológica.

Se você parar para pensar, há pouco mais de 20 anos era preciso se deslocar a um banco ou caixa eletrônico para fazer uma simples transferência bancária.

A digitalização mudou a relação entre banco e cliente. É inegável essa disrupção. Mas eu gostaria de trazer uma reflexão um pouco além: o Open Banking é o verdadeiro potencializador de oportunidades.

O Open Banking força os bancos a considerarem a criação de um ecossistema de negócios como parte de sua estratégia futura, pois impulsiona fortes incentivos de mercado e estímulos regulatórios, fazendo com que os bancos foquem em economias de escopo.

Essa evolução vai desde o uso básico, habilitados por meio de interfaces de programação de aplicativos (APIs) até casos de ficção científica que exigirão alinhamento estratégico intenso entre bancos, fintechs e não bancários parceiros – como aqueles que provêm a tecnologia.

A inovação do Open Banking, que nada mais é que o compartilhamento de dados para informações de contas e iniciativas de pagamento, abre espaço para o Open Finance, que permite o compartilhamento de dados entre os setores financeiros como seguros, pensões, câmbio e investimentos, e a Open Economy, que vai além deste compartilhamento ampliando para novos players como e-commerce, game, meios de pagamento, saúde, entre outros.

Muitas instituições financeiras e não financeiras já estão aplicando algumas modalidades do Open Banking.

O Santander e o HSBC, por exemplo, lançaram aplicativos com agregação de contas e gerenciamento de finanças pessoais que fornecem aos clientes uma visão holística de suas transações financeiras de forma integrada com suas instituições.  O Santander lançou, este ano, o empréstimo para o microempreendedor individual em parceria com o Prospera.

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Os serviços do Open Banking do banco foram citados por Gil do Vigor, ex-BBB 21, em propaganda na televisão, o que fez com que o termo Open Banking tivesse um aumento de 1.000% nas buscas no Brasil, segundo dados da ferramenta Google Trend.

E não para por aí. O Open Finance também já tem sido muito bem aproveitado por instituições no Reino Unido e na Europa, que criaram marketplaces e superlojas para os consumidores em parceria com fintechs que integram investimentos, pensões e seguros.

O Starling Bank, no Reino Unido, por exemplo, possui uma gama extremamente ampla de ferramentas de negócios integradas para clientes PMEs, como comunicação, seguros, entre outros.

No âmbito da Open Economy, com o aumento do trabalho remoto, novas tecnologias foram adotadas no ambiente corporativo.

A Deel, startup de recursos humanos que acaba de virar unicórnio e de chegar ao Brasil, é uma que ajuda empresas com a folha de pagamento internacional, impostos, compliance entre outros.

São mais de 1.800 clientes corporativos no mundo. No Brasil, o Nubank é um que utiliza seus serviços.

E estes são apenas alguns dos poucos exemplos de toda a mudança que já está acontecendo por aqui e em todo o globo.

Segundo a Allied Market Research, só o Open Banking valerá US$ 43,15 bilhões em 2026.

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Acredite quando digo: com a chegada do Open Banking, Open Finance e Open Economy, estamos criando um mundo totalmente novo de possibilidades, que faz com que todos nós possamos ir muito além.

É empolgante ver tudo isso acontecendo e cada vez mais rápido. Com isso em mente, não se engane: os pioneiros colherão mais frutos no futuro. A hora de agir é agora.

Braskem afirma não ter conhecimento sobre oferta de ações para saída de acionistas

A Braskem comunicou que não tem conhecimento sobre a realização de uma oferta pública de ações da companhia como uma possível estratégia de saída dos acionistas, como mostrou a Coluna do Broadcast. A empresa diz que “não é parte de eventuais discussões de seus acionistas sobre a venda das suas participações acionárias”, segundo comunicado enviado à Comissão de Valores Mobiliários (CVM), como esclarecimento de notícia veiculada na mídia.

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Oferta de ações da Braskem volta à mesa para saída de acionistas

A petroquímica afirma que solicitou esclarecimentos sobre a informação aos seus acionistas Novonor (novo nome da Odebrecht) e Petrobras.

“A Novonor está considerando uma potencial transação envolvendo a participação da Novonor S.A. na Braskem e, nesse contexto está avaliando potenciais estruturas para tal transação. No entanto, não há elementos suficientes para assegurar a concretização de qualquer transação e tampouco foi definida qualquer estrutura para tanto. Desta forma, no momento, não há qualquer informação adicional a ser prestada sobre o tema”, apontou a Novonor.

Já a Petrobras informou que “não há qualquer definição ou decisão sobre a forma de alienação da sua parte na Braskem, sendo importante ressaltar que, conforme informado em 09/08/2021, contratou o JP Morgan para assessoramento financeiro da eventual e futura transação referente à sua participação na companhia.”

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Para presidente da Anglo American no Brasil, preço do minério é incógnita

A brusca desvalorização do minério de ferro é um movimento irracional, e o melhor para as empresas é “assistir da arquibancada” à flutuação da commodity, sem “participar do jogo”, afirma o presidente da Anglo American no Brasil, Wilfred Bruijn, o Bill. Ao Estadão, ele reconhece que a instabilidade gera uma incógnita sobre o preço a ser lançado pelas empresas no orçamento de 2022.

Na semana passada, o preço “spot” do minério com 62% de teor de ferro para entrega na China, referência do produto, acumulou perdas de US$ 30 de terça a quinta-feira, negociado ao menor valor em seis meses. Na sexta-feira, o minério recuperou US$ 7 das perdas, cotado a US$ 140,44 a tonelada, mas o sentimento ainda era de cautela.

Para Bruijn, a desvalorização tem origem nas medidas regulatórias do governo chinês para reduzir a produção de aço, o que resultaria em menor demanda por minério.

“O sentimento era de que a queda estacionaria em algum ponto, mas não foi o que aconteceu. O preço continuou caindo”, diz o executivo. “É algo mais emotivo de um mercado que busca um novo patamar. Não sei dizer se o próximo movimento vai ser de mais uma queda de 20% ou uma alta de 20%.”

Apesar da baixa recente, a commodity permanece negociada acima dos valores de antes da pandemia. Em fevereiro de 2020, o produto era vendido perto de US$ 80 a tonelada, quase a metade da cotação de sexta-feira. O avanço seria resultado de um mercado “apertado”, fruto da pouca oferta adicional de minério no mundo e uma demanda crescente, sobretudo das siderúrgicas da China.

Bill explica que a oscilação de preços acaba refletida no balanço financeiro, uma vez que a companhia não “trava” a cotação em operações de hedge. A Anglo American deve produzir, neste ano, de 24 a 25 milhões de toneladas de minério de ferro no sistema Minas-Rio, em Conceição do Mato Dentro (MG). A produção é exportada, sobretudo, para China, Coreia do Sul, Taiwan e Oriente Médio.

Investimentos

As incertezas não devem afetar o plano de investimentos no país. Segundo Bill, estão sendo investidos US$ 200 milhões no sistema Minas-Rio, que, além da mina, conta com uma planta de beneficiamento e um mineroduto de 529 quilômetros de extensão até o Porto de Açu, no Rio. No ano que vem, serão mais US$ 250 milhões investidos para aprimorar a operação e a manutenção da operação.

A unidade brasileira da Anglo trabalha ainda para cumprir, neste ano, a meta de utilizar 100% de energia renovável em suas atividades, incluindo uma parcela de autoprodução. Segundo ele, hoje, 96% da energia consumida pela operação local é renovável, entre eólica e solar. Para atingir a meta de 100%, a empresa aguarda apenas o vencimento de um contrato mais antigo de energia. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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“A urna eletrônica também conecta à impressora. Estamos tranquilos”, diz CFO da Positivo sobre voto impresso

SÃO PAULO — Com contratos que somam mais de R$ 1 bilhão com entidades públicas para 2021, em sua maioria para o fornecimento de notebooks para escolas estaduais, e também para a entrega de 225.000 urnas eletrônicas que serão utilizadas nas Eleições de 2022, a Positivo Tecnologia (POSI3) diz não ter sido abalada pelas recentes discussões em torno da possível adoção de voto impresso no país — proposta que foi rejeitada pela Câmara em 10 de agosto.

Em live do InfoMoney, o CFO da companhia, Caio de Moraes, destacou que as urnas são seguras, mas que permitem a conexão à impressora, caso o voto impresso tivesse sido aprovado. A empresa atua em várias frentes — além do braço que atende o setor público, tem o segmento consumer, voltado às pessoas físicas, e o segmento corporativo, com vendas de equipamentos para empresas.

“Nós estamos fornecendo as urnas, o equipamento urnas, que é um equipamento que passou por todos os testes de segurança necessários para ser homologado e ganhar a licitação. Passamos com louvor. Nossa solução foi a solução tecnicamente mais completa. E eu ressalto também que a urna tem a possibilidade de conexão à impressora. Não estamos fornecendo as impressoras, estamos fornecendo as urnas, mas isso é possível ser feito. Então, estamos bastante tranquilos, a gente acredita que essas discussões todas [sobre voto impresso] são absolutamente neutras para a companhia, não teriam impacto nenhum”, disse o executivo.

A live faz parte do projeto Por Dentro dos Resultados, em que o InfoMoney entrevista CEOs e diretores de importantes companhias de capital aberto, no Brasil ou no exterior. Eles falam sobre o balanço do segundo trimestre de 2021 e sobre perspectivas. Para acompanhar todas as entrevistas da série, se inscreva no canal do InfoMoney no YouTube.

A Positivo viu sua receita bruta crescer 89% no segundo trimestre de 2021, na comparação com o mesmo período do ano passado, e 87% no semestre, frente à primeira metade de 2020, totalizando R$ 1,7 bilhão entre janeiro e junho. Ela também teve recorde histórico de Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) trimestral, de R$ 102 milhões, e de Ebitda nos últimos 12 meses, de R$ 327 milhões.

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A margem bruta da companhia atingiu 26% no segundo trimestre deste ano, com margem Ebitda de 13%. O lucro líquido semestral foi de R$ 107 milhões. Moraes destacou que houve crescimento em todas as unidades de negócio da companhia — a receita bruta da unidade de consumer cresceu 131% no semestre, para R$ 1 bilhão; no corporativo, o crescimento foi de 36% no semestre, a R$ 279 milhões; e no segmento público, o avanço foi de 54%, a R$ 425 milhões.

“Eu destaco a manutenção do alto volume de vendas de computadores. É um mercado que continua bastante aquecido, com crescimento de 52% na comparação ano contra ano semestral”, disse. “Na área de mobilidade, representada por celulares e tablets, também tivemos crescimento expressivo, especialmente em tablets, que cresceram 92% na base semestral, ano contra ano”, completou.

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O executivo afirmou ainda que a Positivo reestruturou a área de negócios corporativos. “É a unidade de negócios com o maior potencial de crescimento do portfólio”, disse. A companhia também reformulou sua área de relações com investidores e reativou sua área voltada à educação, visando conectar edtechs, escolas públicas e privadas e as soluções de hardwares e softwares educacionais da Positivo.

Moraes falou ainda sobre a falta de componentes gerada pela pandemia de Covid-19 e como a Positivo conseguiu contornar o problema com seus fornecedores na Ásia, falou sobre o licenciamento e primeiras vendas da marca Compaq no semestre, sobre o crescimento da avenida de casa inteligente, com produtos como a smart lâmpada e parcerias com construtoras, como a MRV, e também sobre os investimentos na Hilab, o braço de venture capital do grupo.

O CFO da companhia explicou que 90% dos insumos utilizados pela Positivo na fabricação de seus produtos são dolarizados, por isso a empresa possui um hedge para a variação cambial. Além disso, ele comentou ainda sobre o fim do contrato de exclusividade com a Cielo para as soluções de meios de pagamento, o que abre oportunidade para a empresa captar novos clientes na área. Moraes falou também sobre a estratégia da companhia para o HaaS (Hardware as a Service).

“A gente está numa situação muito confortável de endividamento e alavancagem, de 1x a relação dívida líquida/Ebitda, com posição de caixa bastante robusta para fazer face ao crescimento que a gente enxerga nos próximos trimestres. Temos um otimismo maior com a segunda metade do ano porque geralmente ela representa aproximadamente 55% da receita anual da companhia, tendo como base os últimos anos. Este ano não deve ser diferente”, afirmou o CFO. Assista à live completa acima, ou clique aqui.

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“Quero expressar minha repulsa ao que aconteceu com a Renner. Não é fragilidade deles”, diz CEO da Marisa sobre ataque cibernético

SÃO PAULO — O ataque cibernético que sofreu a Renner (LREN3) nesta semana gerou “repulsa” ao CEO da Marisa (AMAR3), Marcelo Pimentel, que destacou que o chamado ransomware não foi fruto de fragilidade da concorrente e que todas as empresas estão vulneráveis a esse tipo de crime.

“Eu quero expressar aqui toda a minha repulsa ao que aconteceu com a Renner e dizer que isso não é uma fragilidade deles, é um problema dos criminosos. Todas as empresas estão vulneráveis. Somos competidores no high street, mas os respeitamos muito e sabemos o quanto eles trabalham com muita diligência neste contexto. Todo meu apoio a eles”, disse o executivo em live do InfoMoney na sexta-feira (20).

A live faz parte do projeto Por Dentro dos Resultados, em que o InfoMoney entrevista CEOs e diretores de importantes companhias de capital aberto, no Brasil ou no exterior. Eles falam sobre o balanço do segundo trimestre de 2021 e sobre perspectivas. Para acompanhar todas as entrevistas da série, se inscreva no canal do InfoMoney no YouTube.

Pimentel destacou que a Marisa tem trabalhado em segurança há muitos anos, com processos jurídicos de monitoramento. “No contexto de LGPD, nós também fizemos um esforço para ficar 100% compliant. (…) Você tem que ficar varrendo seu sistema constantemente porque é um mercado muito grande da parte criminal tecnológica. É prejudicial para a organização, mas também para o cliente”, afirmou.

Adalberto Pereira Santos, CFO da companhia, que também participou da live, comentou sobre o braço financeiro da Marisa, o MBank. “Estamos trabalhando na digitalização de todo o nosso portfólio de produtos e tudo isso já foi traduzido em nosso app. Hoje, via app, a contratação de serviços, a contratação de empréstimos e de seguros, essas operações são feitas de forma bem mais prática do que quando só eram feitas no mundo físico”, disse.

Os executivos falaram ainda sobre o impacto da pandemia sobre os negócios da empresa, o que retardou a virada de prejuízo para lucro no balanço, algo que agora só deve acontecer em 2022. Além disso, o plano de abertura de lojas que estava previsto para 2021 também deve ficar para o ano que vem. A Marisa, no entanto, planeja abrir dark stores para potencializar as operações das vendas online.

Segundo Pimentel, o objetivo estratégico da companhia estima que nos próximos cinco anos as vendas online possam chegar a 25% das vendas totais da marca. Hoje, são 15%. Por isso a empresa tem feito investimentos em tecnologia e inovação. As iniciativas se refletem no nível de satisfação dos clientes, medido pelo chamado NPS, que atingiu o maior valor da história da empresa.

O CEO descartou a possibilidade de um movimento de M&A (fusão e aquisição) no curto prazo e disse que em breve a companhia também deve colocar no ar um market place da mulher. “Nós estamos num posicionamento muito peculiar que a gente quer proteger muito. (…) Nós acreditamos que a Marisa está posicionada de uma forma única para atender a mulher brasileira de classe C, trabalhadora, que é a única [marca] que pode falar de mulher para mulher e avançar nos produtos oferecidos especificamente para ela”, disse. Assista à live completa acima, ou clique aqui.

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Smart Fit: depois do IPO, como a rede de academias encara alto desemprego, renda menor e variantes

SÃO PAULO – A Smart Fit (SMFT3) fez pesquisas internas que mostraram uma intenção de volta às academias. Mesmo assim, a maior rede de estabelecimentos do tipo no país está de olho em riscos como variantes do novo coronavírus, alto nível de desemprego e queda na renda do brasileiro.

Apostando na diversificação geográfica como estratégia, o grupo se prepara para uma retomada às academias na América Latina – que deve ser concretizada apenas em 2022.

O InfoMoney conversou com Edgard Corona, fundador e CEO do negócio, sobre o caminho até a oferta pública inicial de ações; o impacto da pandemia nos negócios; e planos após o IPO.

O caminho até o IPO

Ao todo, o grupo de academias acumula 2,8 milhões de clientes ativos em frentes presenciais e digitais. A primeira academia da Smart Fit foi aberta em 2009. Hoje, a marca acumula 981 unidades em 13 países da América Latina. O grupo é mais conhecido pelas academias de baixo custo, mas também conta com outras bandeiras. A primeira delas foi a rede de academias premium Bio Ritmo, fundada em 1996. Outro exemplo é a plataforma de streaming de atividades físicas Queima Diária, fundada em 2016.

O grupo de academias estreou no mercado acionário há pouco mais de um mês: as ações começaram a ser negociadas na B3 no dia 14 de julho. A oferta pública inicial de ações movimentou R$ 2,3 bilhões e os papéis tiveram valorização de quase 35% no primeiro dia, indo dos R$ 23 por ação definidos no prospecto para R$ 31. A ação encerrou em R$ 28 nesta sexta-feira (20).

Os planos de levar o grupo ao mercado acionário pública são de longa data, porém. Segundo Corona, as conversas com investidores começaram em 2012. A Smart Fit já tinha uma captação privada com o Pátria Investimentos. “Não era o momento de fazer um IPO. Mas tivemos reuniões e os investidores tomaram notas”, diz o CEO.

Em 2018, a ideia de um IPO voltou para a mesa. “Nossos investidores procuram uma saída, e sempre avaliamos qual era o momento de fazê-la. Mas naquele momento havia uma incerteza sobre qual preço iríamos alcançar, e a avaliação não atendia os fundos”, diz Corona. A Smart Fit voltou para as captações privadas: recebeu no ano seguinte aportes dos fundos Canada Pension Plan Investment Board e Dynamo.

“Recompomos nossa base de investimentos, com alguns saindo e outros entrando. Apresentamos também uma base sólida com nossos resultados entregues em 2018 e 2019. Provamos principalmente que as novas lojas apresentavam uma boa performance”, diz Corona.

Porém, 2020 foi marcado pela pandemia do novo coronavírus. A Smart Fit foi bastante impactada pelas restrições às atividades sociais. Na primeira onda da pandemia, a partir de abril de 2020, o grupo teve de suspender a operação das academias em nível nacional e por um longo período. Em 2021, a segunda onda provou um novo fechamento, mas desta vez em algumas regiões e por menos tempo.

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Durante o período, a Smart Fit diminui o ritmo de expansão de novas academias e fortaleceu seu caixa, com aumento de capital social no valor de R$ 500 milhões em dezembro de 2020. Por fim, investiu em canais de fitness digital, como o Queima Diária.

O IPO veio junto da expectativa de retomada do negócio após a pandemia. “Vimos como lugares com vacinação bem sucedida tiveram volta consistente e crescente das academias. Não sabíamos quando a vacinação ia acontecer por aqui, mas sabíamos que tínhamos unidades com boas estruturas e bons resultados. Em algum momento, a história vista no exterior iria se repetir no Brasil e na América Latina. Queríamos encher o tanque de combustível e preparar nossa expansão”, diz Corona.

O número de clientes estava em queda até junho deste ano, que teve alta de 4% no número de consumidores ante o mês anterior. Em julho de 2021, quando 100% das academias do grupo ficaram de portas abertas, houve nova alta de 4%. A ocupação atual das unidades está entre 60% a 70%, dependendo das condições de reabertura em cada cidade onde está a Smart Fit. Corona estima que a ocupação voltará a 82% em algum ponto de 2022. O número se baseia em uma pesquisa que a Smart Fit fez com ex-clientes neste mês: 82,3% dos consumidores respondeu que voltaria a treinar após ser vacinado, e colocou academia entre suas opções de local de treino.

“A despeito dos impactos negativos de curto prazo, acreditamos que, a longo prazo, a pandemia terá um impacto positivo no aumento da prática de exercícios físicos em busca de um estilo de vida mais saudável (…). De acordo com tendências de mercado, 71% dos brasileiros buscará fazer exercícios físicos após a pandemia, além de saúde, exercício e academias serem prioridades para os brasileiros em 2021”, escreveu a Smart Fit em seu prospecto. “Os players high value low price [serviço de alto valor agregado com preço acessível] têm recuperado sua base de clientes após a melhora da pandemia em países europeus, além de as projeções da Fitch Ratings indicarem que apenas esse segmento será capaz de retornar a níveis ‘pré-Covid’ em 2022.”

Recentemente, a concorrente Blue Fit também protocolou um pedido de IPO na Comissão de Valores Mobiliários (CVM). Criada em 2015 sob a marca Health Place, a Bluefit conta hoje com unidades próprias e franquias em 15 estados brasileiros, além do Distrito Federal. Perguntado sobre diferenciais da Smart Fit, Corona ressaltou o grande número de clientes por loja, consistência do modelo de negócios e foco em musculação, exercícios cardiovasculares e ginásticas.

“Devemos ter 30% a 35% mais clientes por loja, além de um processo estruturado de formatação de unidades. Unificamos processos de atendimento, layout e aplicativo em quase mil lojas, e medimos métricas como recorrência e NPS. Também sou contra a grande diversidade de exercícios. Quando você coloca jiu jitsu e as pessoas não querem fazer, por exemplo, você ocupa muito espaço e gasta com treinamento do professor e indumentária específica. E nosso negócio é de faturamento por metro quadrado”, diz Corona.

Desemprego, pouca renda e variantes x internacionalização

Mesmo com o avanço da vacinação contra Covid-19, diversos países estão preocupados com o avanço das variantes do novo coronavírus, como a Delta. A Smart Fit está monitorando o avanço das mutações. “O maior impacto das variantes aparecem em grupos de pessoas que não tomaram nenhuma vacina. Sim, é uma preocupação.”

No Brasil, soma-se um contexto de alto desemprego e perda de renda. “Algumas regiões se beneficiaram da alta das commodities e não foram tão afetadas, como o Centro-Oeste. Em geral, porém, a renda do brasileiro não aumenta no mesmo passo da inflação e o desemprego de fato impacta na operação. Em 2009, cobrávamos R$ 69,90 por mês num plano Black. Hoje, cobramos R$ 109,90. Sabíamos que não dava para aumentar acompanhando a inflação, e que captaríamos mais gente dessa forma”, diz Corona. O CEO também enxerga um movimento de migração de consumidores de academias mais premium, assim como uma redução na oferta geral de academias por conta do fechamento de operações pequenas durante a pandemia.

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Uma forma de mitigar tais efeitos é diversificar a operação geograficamente. Hoje, mais de 40% da receita da Smart Fit está fora do Brasil. Corona estima que essa divisão fique meio a meio nos próximos anos. “A América Latina tem a característica de que uma hora um país está bem enquanto outro não está. Temos 13 alternativas, que permitem rebalanceamento de investimentos diante de um estoque disponível de imóveis.”

Planos de expansão

A Smart Fit considera que o mercado latino-americanos de academias tem baixa penetração e é fragmentado. Segundo seu prospecto, o mercado de fitness latino-americano cresceu a uma taxa anual média de 7,1% em número de clientes entre 2010 e 2019, chegando a 20,8 milhões de clientes. Naquele ano, a penetração do mercado de centros de exercícios no Brasil, no México e na Colômbia era de 4,9%, 3,3% e 2,1% respectivamente. Nos Estados Unidos, no Reino Unido e na Alemanha essa mesma penetração era de 21,2%, 15,6% e 14,0%.

Segundo Corona, a Smart Fit detém hoje cerca de 15% do mercado brasileiro de academias, e 13% do mercado latino-americano. Essa participação deve crescer entre 2% e 3% ao ano com a abertura de novas lojas. Foram 53 unidades entregues no segundo trimestre de 2020, número que superou o total de academias abertas em 2020 (74).

“O plano apresentado é de abrir 200 unidades por ano. Mas estamos calmos no momento, não queremos ser taxativos. Temos capacidade de execução em condições normais de temperatura e pressão, mas imagina que vem uma terceira onda da pandemia”, reflete Corona.

Em receita líquida, a diferença entre os segundos trimestres de 2020 e de 2021 foi de 410%, indo de R$ 67 milhões para R$ 343 milhões. Vale lembrar que, no segundo trimestre de 2020, alunos da Smart Fit foram isentados do pagamento das mensalidades enquanto as academias estavam fechadas. Mesmo assim, os R$ 343 milhões ficaram abaixo dos R$ 372 milhões vistos no primeiro trimestre deste ano e dos R$ 386 milhões vistos no último trimestre de 2020. O terceiro trimestre deste ano deverá ter apenas períodos em que as academias ficaram de portas abertas.

O prejuízo no segundo trimestre ficou em R$ 175,2 milhões, ante R$ 272,2 milhões no mesmo período de 2020. No primeiro trimestre deste ano o prejuízo foi menor, ficando em R$ 144,7 milhões. Corona credita o prejuízo ao foco da Smart Fit em continuar expandindo seu número de academias.

A Smart Fit está usando a maioria dos recursos captados em sua estreia na bolsa, cerca de 70%, para expandir sua base de clientes na América Latina. Serão três frentes de investimento: amadurecer academias já inauguradas; aumentar o número de academias por crescimento orgânico; e aumentar o número de academias por aquisições.

Em termos de expansão orgânica, o grupo deve focar em abrir unidades nos 13 países em que já opera, como Brasil e México. Esses países representam 96,4% do mercado latino-americano, segundo o prospecto da Smart Fit. As unidades devem ser abertas em praças ainda não alcançadas pela companhia, ou próximas a unidades que tenham demanda suficiente para justificar outras academias.

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“O foco maior de crescimento continua em cidades de grande porte, com população acima de 1 milhão, e de médio porte, com população entre 300 mil e 1 milhão de habitantes. Um foco de crescimento para o futuro seriam cidades de pequeno porte, entre 100 e 300 mil habitantes, em que também há espaço para crescimento. A Smart Fit já está presente em 79% e 61% das cidades acima de 1 milhão de habitantes e entre 300 mil e 1 milhão de habitantes respectivamente”, disse o grupo em seu prospecto.

A companhia também disse que poderia se valer de aquisições pontuais, “caso identifique oportunidades interessantes para complementação de sua base atual de academias, mantendo a disciplina na seleção das empresas alvo e buscando principalmente a conquista de pontos comerciais atrativos, de maneira consistente e complementar ao vetor principal de crescimento orgânico”. A pandemia teria facilitado os termos de aquisições com outras academias, que depois têm seus imóveis convertidos para o padrão da Smart Fit. Corona negou rumores de mercado de que a Smart Fit estaria negociando a aquisição da Bodytech.

Outra frente de expansão é o investimento em fitness digital. A Smart Fit está focando especialmente na Queima Diária. O grupo vai inaugurar produtos e serviços em categorias como luta, dança e spinning; investir em melhoria das plataformas digitais; ampliar a estratégia de marketing digital; e expandir a operação da plataforma para o restante da América Latina.

O grupo Smart Fit fechou o segundo trimestre deste ano com 2,381 milhões de alunos nas academias e 435 mil alunos exclusivamente digitais. A frente virtual apresentou expansão de 15% sobre os números vistos no final de 2020.

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Como a Neogrid cresce em um setor altamente competitivo: novas aquisições a caminho?

SÃO PAULO — Atuando na concorrida área de Saas (Software as a Service), a Neogrid (NGRD3) encontrou uma maneira de manter forte crescimento mesmo diante de uma concorrência forte. O alto volume de investimentos que tem feito assegura que a companhia surfe a onda do boom do e-commerce na pandemia, mas também tem permitido que ela ganhe espaço em setores fora do varejo.

“Hoje a gente tem trafegando na plataforma da Neogrid cerca de 80% do volume de vendas do setor de supermercados no Brasil. É matéria-prima mais do que suficiente para a gente desenvolver novas soluções”, disse o CSO da companhia, David Abuhab, em live do InfoMoney. “A gente já tem um planejamento de médio prazo para que a gente possa começar a desenvolver soluções de serviços financeiros para compor um ecossistema”, completou.

A live faz parte do projeto Por Dentro dos Resultados, em que o InfoMoney entrevista CEOs e diretores de importantes companhias de capital aberto, no Brasil ou no exterior. Eles falam sobre o balanço do segundo trimestre de 2021 e sobre perspectivas. Para acompanhar todas as entrevistas da série, se inscreva no canal do InfoMoney no YouTube.

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A Neogrid atualmente opera no Brasil e em 140 países, atuando em soluções para a cadeia de suprimentos de grandes indústrias, especialmente no varejo. O executivo destacou ainda o VIU, uma plataforma integrada que tem ajudado a empresa a entregar resultado.

Thiago Grechi, CFO do grupo, que também participou da live, comentou sobre o desempenho negativo das ações da empresa na Bolsa desde que estrearam no fim do ano passado. “A gente aqui está muito preocupado no nosso dia a dia na Neogrid, os executivos, os nossos talentos, as nossas pessoas, em trabalhar muito duro para entregar o plano de negócios da companhia. Entregando isso, provando que a companhia no médio e longo prazo vai estar crescendo e tendo bons resultados, dessa forma a gente imagina que o papel da empresa vai andar de uma forma ligada a esse trabalho que a gente tem feito”, disse.]

Os executivos falaram ainda sobre a alocação dos recursos do IPO, impacto de câmbio, investimento em tecnologia, novas soluções, evolução em marketing de vendas e impacto da reforma tributária sobre as operações do grupo. Assista à live completa acima, ou clique aqui.

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“É um cenário único para aceleração”, diz CEO da Infracommerce, de olho na explosão das vendas online

SÃO PAULO — De olho na explosão das vendas online causada pela pandemia de coronavírus, a recém-chegada à Bolsa Infracommerce (IFCM3) acredita que este momento é “único para a aceleração” de suas operações. Em live do InfoMoney, o CEO da companhia, o alemão Kai Schoppen, afirmou que o prejuízo registrado no segundo trimestre deste ano foi por causa dos investimentos feitos com foco em crescimento.

“Estamos no caminho de chegar em 18 micro-CDs [centros de distribuição], a gente lançou chatbots, a gente lançou apps para vendedores B2B (…). Todos esses investimentos entre aspas atrapalham o prejuízo no curto prazo, mas no final das contas a gente está fazendo o que eu acho 100%: a gente está vendo todas essas oportunidades e estamos praticamente sem concorrência para nosso modelo de negócios. Estamos indo com tudo. (…) Indo atrás dessas oportunidades estamos fazendo o melhor para os nossos investidores”, disse.

A live faz parte do projeto Por Dentro dos Resultados, em que o InfoMoney entrevista CEOs e diretores de importantes companhias de capital aberto, no Brasil ou no exterior. Eles falam sobre o balanço do segundo trimestre de 2021 e sobre perspectivas. Para acompanhar todas as entrevistas da série, se inscreva no canal do InfoMoney no YouTube.

“A gente já tinha falado no roadshow do IPO que a companhia estava no passado com fluxo de caixa positivo, gerando lucro, mas que com os recursos da oferta a gente ia acelerar o crescimento. Não quero perder esse trem”, completou. O GMV (valor bruto de vendas) da Infracommerce cresceu 28,7% no segundo trimestre, sobre o mesmo período de 2020, para R$ 1,54 bilhão. Já a receita líquida subiu 19,9%, a R$ 79,2 milhões.

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Fábio Bortolotti, diretor de relações com investidores da companhia, que também participou da live, destacou as duas aquisições feitas pela Infracommerce recentemente. “São duas aquisições relevantes que aumentaram em cerca de 25% nossa receita recorrente”, disse. “Vamos continuar investindo em novas tecnologias, em dark stores, queremos chegar a 18 dark stores até o fim do ano para poder fazer entregas rápidas, o que é muito ‘disruptivo’ no setor”, completou.

Os executivos disseram ainda que a companhia está construindo um ecossistema e que, “com certeza”, novos movimentos de M&A (fusões e aquisições) virão. Eles destacaram o ganho de clientes em 2021: no fim do ano passado, eram 70 clientes, hoje, são mais de 250 — entre eles, Nike, Minerva, Mondelez e Nespresso.

Schoppen e Bortolotti comentaram ainda sobre a verticalização de grandes varejistas, sobre pagamento de dividendos só no futuro, sobre as iniciativas ESG da companhia e sobre os riscos que eles enxergam para o segmento onde a Infracommerce atua. Assista à live completa acima, ou clique aqui.

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“Nos pareceu uma boa avaliação”, diz CFO da Profarma sobre venda da Specialty

SÃO PAULO — A venda da Specialty, joint venture da Profarma (PFRM3) com a AmerisourceBergen, para a Viveo foi feita a um valor justo, e os recursos vão ajudar o grupo brasileiro de distribuição de medicamentos e varejo farmacêutico a fazer os investimentos necessários para ganhar mais mercado no país. A avaliação é de Max Fischer, CFO da Profarma, que participou de uma live do InfoMoney na quarta-feira (18).

“Nos pareceu uma boa avaliação. Os múltiplos de mercado, o enterprise value, valor da empresa dividido pelo Ebitda [lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização] em torno de 10 vezes, na nossa avaliação, pelo o que a gente conhece dos números, nos pareceu uma boa avaliação. Por isso aceitamos essa oferta também, junto com a Amerisource”, disse.

A live faz parte do projeto Por Dentro dos Resultados, em que o InfoMoney entrevista CEOs e diretores de importantes companhias de capital aberto, no Brasil ou no exterior. Eles falam sobre o balanço do segundo trimestre de 2021 e sobre perspectivas. Para acompanhar todas as entrevistas da série, se inscreva no canal do InfoMoney no YouTube.

“Esse processo sempre passa pelo Cade. Pelo tamanho das empresas envolvidas, isso não deve ser resolvido em 30 dias. O mais provável é que os recursos só entrem no balanço da companhia no quarto trimestre de 2021. Com esses recursos, vamos acelerar a perspectiva de implantação do projeto de buscar outros negócios no setor farmacêutico que podem alavancar a rentabilidade da distribuição”, completou o executivo.

Fischer destacou que o negócio também acelera a desalavancagem da companhia que vinha em andamento, e esclareceu que o dinheiro não será destinado ao plano de expansão do braço de varejo do grupo, com a rede d1000 e outras bandeiras, que já está capitalizado após o IPO na B3. O CFO também descartou um movimento de M&A (fusão e aquisição) neste momento.

Com atuação em 96% do país e 40.000 farmácias como clientes, o executivo detalhou os planos da companhia para ganhar mais mercado no país com investimentos. “Não estamos perdendo mercado. O mercado todo cresceu 9% nos últimos 12 meses. Nosso crescimento médio na distribuição no mesmo período foi de 17%”, afirmou.

Fischer falou ainda sobre o impacto da reforma tributária sobre as operações da empresa, investimentos em inovação diante do novo hábito das pessoas em comprar remédios online e também comentou sobre a perspectiva de distribuição de dividendos para o próximo ano, com a empresa voltando a dar lucro. Assista à live completa acima, ou clique aqui.

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Embraer amplia rede de serviços para jatos executivos nos EUA

A Embraer (EMBR3) informou nesta sexta-feira, 20, que está ampliando sua rede de suporte na região Nordeste dos Estados Unidos com a adição de novos serviços em Centros de Serviços Autorizados da Embraer (EASC). A Empresa concedeu a três centros a capacidade de aumentar as possibilidades para atender mais modelos de jatos executivos da Embraer.

Em nota, o diretor Global de MRO da Embraer Serviços & Suporte Frank Stevens destaca que com o crescimento da frota de jatos executivos da Embraer nos Estados Unidos, a empresa está reforçando a rede de serviços para melhor atender os clientes na região. “As três instalações oferecerão excelentes opções a esses clientes para manutenção programada e não programada, troca de componentes e peças e inspeções com diferentes níveis de complexidade”, afirma.

À Hawthorne Global Aviation Services, LLC, localizada no Aeroporto MacArthur de Long Island, em Nova York, foi outorgada a capacidade de adicionar a manutenção de aeronaves com inclusão dos jatos Phenom 100, Phenom 300, Legacy 450 e Legacy 500, além do Praetor 500 e o Praetor 600, ampliando assim suas atuais capacidades de manutenção para servir os jatos Legacy 600 e Legacy 650.

Outro fornecedor de serviços nesta região autorizado com capacidades adicionais de manutenção de aeronaves é a Jet East Aviation, LLC, localizada no Aeroporto Trenton-Mercer em Trenton, Nova Jersey. Agora, o centro de serviços está incluindo o Legacy 450 e o Legacy 500, o Praetor 500 e o Praetor 600 à sua capacidade atual de manutenção das aeronaves Phenom 100 e Phenom 300.

Já a Pro Star Aviation, LLC, localizada no Aeroporto Regional Manchester-Boston, em New Hampshire, foi autorizada a prestar serviços para o Phenom 100 e Phenom 300, o Legacy 450 e o Legacy 500, o Legacy 600 e o Legacy 650, e o Praetor 500 e o Praetor 600.

A Embraer também mantém seus serviços com outros parceiros na região, como a Constant Aviation, localizada no Aeroporto Internacional Cleveland Hopkins, em Cleveland, Ohio, e a Stevens Aerospace and Defense Systems, localizada no Centro de Tecnologia e Aviação da Carolina do Sul, em Greenville, na Carolina do Sul.

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