Além de Bitcoin e Ethereum: 5 criptomoedas para ficar de olho, segundo especialistas

SÃO PAULO – Apesar de ainda haver muita discussão, o Bitcoin (e outras criptomoedas) tem se consolidado cada vez mais como uma opção de investimento alternativa, descorrelacionada ao mercado tradicional e ao impacto da economia e política em seus preços.

Nos últimos anos, muito se destacou o crescimento do Bitcoin, que é a maior moeda digital do mundo. Ainda que seja preciso reforçar que este é um investimento muito mais arriscado que qualquer outro disponível, tem se tornado comum recomendações para que investidores com perfis mais arrojados tenham até, no máximo, 5% de criptoativos em suas carteiras.

Apesar de o Bitcoin ser o maior, ele não é o único ativo digital disponível, e nessa trajetória de mais de 10 anos surgiram outras moedas com propostas diferentes, que podem ser boas oportunidades dado que ainda encontram-se em estágio inicial – podendo oferecer mais retorno, mas também, mais risco.

Especialistas recomendam que o Bitcoin deve ser o primeiro investimento cripto de qualquer pessoa, sendo uma boa porta de entrada para conhecer e entender como esse mercado funciona. Mas para quem já está mais familiarizado, o momento pode ser de expandir o portfólio e começar a diversificar dentro desse mundo.

Por isso, o InfoMoney conversou com quatro especialistas em criptoativos, que apontaram algumas moedas que podem configurar uma boa oportunidade de investimento. Bitcoin e Ethereum ficaram de fora da lista por já estarem mais consolidados e serem conhecidos do público que já não está mais na fase inicial de investimento em cripto.

Rodrigo Miranda, responsável pela Universidade do Bitcoin, explica que, mesmo diversificando nesse mercado, entre 60% e 70% da carteira de cripto deve ter exposição ao Bitcoin. Ele recomenda outros 20% em Ethereum e somente o resto, cerca de 10%, dividido em outras moedas digitais, conhecidas como altcoins.

Como destaca Samir Kerbage, CTO da Hashdex, além das moedas para meio de pagamento, como o Bitcoin, o mercado cripto pode ser dividido em quatro “setores”: smart contracts; finanças descentralizadas (DeFi, na sigla em inglês); tokens não fungíveis (NFTs); e aplicações da chamada Web 3.0.

Foram citadas 14 criptomoedas entre os especialistas consultados, mas cinco delas tiveram maior destaque e foram votadas mais de uma vez. Confira a lista, lembrando que não há uma ordem de mais recomendada ou com melhores projeções:

1) Polkadot (DOT)

Um dos conceitos mais conhecidos dentro do mundo das criptos é o dos chamados smart contracts (contratos inteligentes, em português), que são contratos digitais que, usando regras de programação, têm regras definidas para serem executados. O mais conhecido protocolo desse tipo é o Ethereum.

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Mas ele não é o único, e para Safiri Félix, diretor de produtos e parcerias da Transfero Swiss, as plataformas que são concorrentes ao Ethereum e que conseguirem aprender com o problema de escalabilidade enfrentado por ele possuem grande potencial.

Nesse sentido, a Polkadot foi um dos tokens mais citados pelos especialistas consultados. Ela é “rede multi-cadeia” que tem como objetivo criar um sistema de blockchains interoperáveis, chamadas de “parachains”, que se conectam à Polkadot e conseguem funcionar de forma paralela.

Segundo Safiri, esse conceito de “parachains” e de integração de várias blockchains é exatamente o que torna a Polkadot mais atrativa. “Eles [desenvolvedores] têm um caso de uso interessante, porque o projeto tem foco na interoperabilidade, tem um potencial interessante”, afirma.

A mesma visão tem Rodrigo Miranda, da Universidade do Bitcoin, que vê a integração permitida por essa rede como o seu grande atrativo para o futuro.

A interoperabilidade da Polkadot visa estabelecer uma internet totalmente descentralizada e privada, controlada por seus usuários, simplificando a criação de novas aplicações, instituições e serviços.

O seu protocolo conecta cadeias públicas e privadas, redes sem permissão, oráculos e outras tecnologias futuras, permitindo que essas cadeias de blockchains independentes compartilhem informações e transações de forma confiável por meio da cadeia de retransmissão Polkadot.

O token DOT nativo da Polkadot busca fornecer governança de rede e operações, além de criar as parachains.

2) Solana (SOL)

Outro token bastante comentado pelos especialistas foi a Solana, que foi criada exatamente para rivalizar com o Ethereum, sendo uma plataforma blockchain com foco em apresentar soluções rápidas, baratas e escaláveis para contratos autônomos.

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O objetivo da Solana é melhorar a escalabilidade da rede, introduzindo um consenso de prova de história (PoH, na sigla em inglês) combinado com o consenso de prova de participação (PoS). Essa combinação tem atraído a atenção tanto de investidores pessoas físicas quanto institucionais.

Para Kerbage, a Solana, assim como a Polkadot, são projetos interessantes no quesito infraestrutura, indo para a chamada “camada dois”, focada na aplicação para ativos descentralizados.

Leia também: BRZ e Solana lançam fundo de R$ 100 milhões para financiar projetos de cripto do Brasil

Já Safiri afirma que a Solana “é um dos projetos que tem mais potencial”. “Eles têm um time técnico bastante competente, estão com um bom financiamento para desenvolver e estão construindo um ecossistema muito rapidamente”, avalia.

Miranda, por sua vez, diz que a equipe da Solana está “entregando bastante”, contando com uma rede rápida, com taxas baixas, além de possuir sua própria blockchain.

“Seu grande diferencial é que existe um grupo grande por trás dela, que é a Alameda Research, que também tem porcentagem no projeto da FTX e vem crescendo”, afirma ele, reforçando os investimentos que estão sendo feitos na rede. “Ela não tem tanta propaganda, mas entrega bastante”.

3) Aave (AAVE)

A Aave é outra criptomoeda que tem chamado a atenção do mercado e que especialistas enxergam com bons olhos, principalmente por conta de seu projeto diferenciado, focado em empréstimos usando tokens via blockchain, ou seja, descentralizado, sem intermédio de instituições financeiras.

Miranda destaca que hoje essa é a cripto com maior volume do mercado quando o assunto é empréstimos, foi a que inovou nesse cenário, sendo um bom ativo para diversificação.

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A Aave funciona usando a tecnologia de contratos inteligentes na rede Ethereum, garantindo segurança e agilidade nas operações entre quem empresta e quem pega emprestado os valores.

De um lado, investidores que possuem criptoativos guardados podem emprestar a outras pessoas usando a Aave, ganhando com os juros da operação. Atualmente são mais de 20 tokens permitidos na rede.

Já na outra ponta, quem possui alguma das criptos aceitas pode pegar emprestado usando essa rede, de forma rápida, com a segurança garantida pela blockchain, sem nenhum tipo de burocracia e sem precisar de outros ativos como garantia.

4) Cardano (ADA)

Quinta maior criptomoeda em valor de mercado, a Cardano já é conhecida de muitas pessoas, mas seu potencial tem se mostrado mais arriscado diante de muitas promessas feitas pelos desenvolvedores e que ainda não foram entregues.

“Se entregar o que está prometendo, tem muito potencial”, avalia Miranda. “Ela está em outro momento. Enquanto a Solana, por exemplo, está entregando muito e prometendo pouco, a Cardano já prometeu bastante, mas ainda não entregou. Se começar a entregar, tem um grande potencial de valorização”.

A Cardano é uma rede que mistura um pouco de diferentes projetos conhecidos de criptoativos. De um lado, ela visa atuar em operações de contratos inteligentes, como o Ethereum, enquanto de outro, também quer atuar como uma criptomoeda normal, mais ou menos como o Bitcoin.

Ela é uma plataforma que pretende atuar junto a todas as outras criptomoedas, pois acredita que no futuro todas trabalharão juntas. Em resumo, a Cardano aborda diversos problemas trabalhados por diferentes tokens e tenta resolvê-los.

Safiri destaca que há uma grande expectativa de que a Cardano comece a liberar os primeiros smart contracts em sua rede, o que deve ter um impacto bastante positivo no preço do ativo.

Na última semana, Charles Hoskinson, fundador da Cardano, indicou que em breve será feito o anúncio da atualização da rede e que, segundo ele, o investidor “poderá executar contratos inteligentes na Cardano”.

5) Axie Infinity (AXS)

Em um ramo bem diferente dos ativos anteriores, a Axie Infinity se tornou um dos tokens mais badalados dos últimos meses. Atuando na área de NFTs e misturando com jogos online, a AXS tem tido forte valorização em 2021 com um boom de jogadores em sua plataforma.

Criado na blockchain do Ethereum, o Axie Infinity é um jogo que tem a cara de Pokémon, misturando também conceitos de jogos de carta e estratégia, em que o usuário pode ir melhorando seus personagens e ganhando um token quando cumpre certos requisitos, os chamados Smooth Love Potions (SLPs), que também é uma criptomoeda que pode ser negociada.

Leia mais: Axie Infinity: como funciona e quais os riscos do jogo com criptomoedas e NFT que tem rendido grandes ganhos por mês

Sua popularidade tem feito a cotação do token AXS subir forte este ano, mas um dos fatores que têm chamado atenção é a ideia de que seus jogadores estão ganhando milhares de reais por mês dentro da plataforma.

Como destaca Alex Buelau, sócio da Parfin, esse é o jogo mais popular atualmente em blockchain, que segue um modelo de retorno em tokens por simplesmente jogar, o chamado “play to earn” (jogue para ganhar, em tradução livre).

Já Kerbage diz que o segmento de jogos tende a se beneficiar muito com esse novo modelo. “Essa nova modalidade de jogo, que usa NFT, tem um potencial bom de crescimento”, diz.

Outras criptomoedas

Com mais de 11 mil criptomoedas existentes hoje, outros ativos também podem surgir como boas oportunidades e os especialistas recomendam que cada investidor faça sua própria pesquisa, estude e vá atrás dos dados das criptos que pretende investir.

Entre os tokens que foram apontados pelos especialistas ouvidos pelo InfoMoney, apareceram ainda Polygon (MATIC), Chainlink (LINK), Uniswap (UNI), Compound (COMP) e Filecoin (FIL), ainda que com menos potencial do que as criptos citadas acima.

Miranda ainda comentou sobre a PancakeSwap (CAKE), um token de uma das maiores corretoras descentralizadas (DEX, na sigla em inglês) que existem e que se valorizou mais de 2.500% este ano. Porém, ele ressalta que esse é um ativo mais arriscado que a maioria e que é preciso cuidado ao investir.

Segundo ele, esse risco mais elevado está ligado ao fato de ser uma cripto que ainda precisa de muito desenvolvimento e melhoria, sendo que atualmente a plataforma opera na blockchain Binance Smart Chain. “Ainda não se tem tanta informação [sobre PancakeSwap], por isso o risco maior”, afirma.

Buelau, da Parfin, ainda destaca outras três criptos que estão mais fora do radar do mercado. A primeira é a Flow (FLOW), uma blockchain focada no mercado de games e entretenimento com NFTs, já tendo inclusive parceria com a NBA e outras grandes empresas.

Outro ativo é o Hathor (HTR), criado por brasileiros com o objetivo de simplificar o lançamento de novos tokens e ainda tem uma tecnologia avançada que permite o processamento de milhões de transações por segundo. Com custo zero e esse foco em tokenização, Buelau enxerga uma boa oportunidade fora do radar.

Por fim, ele cita ainda a Helium (HNT), uma blockchain do segmento focado em Web 3.0 e que pretende criar uma rede de dados wireless, em que consumidores e pequenos negócios utilizam a rede para promover e validar essa cobertura, servindo como uma espécie de mineração pelo wi-fi.

Os especialistas reforçam que é preciso sempre estudar bem cada criptomoeda antes de investir, entender seu funcionamento e potencial, evitando comprar apenas porque está subindo forte ou ouviu falar bem. Além disso, lembram que Bitcoin e Ethereum ainda devem ser as maiores exposições de uma carteira cripto.

Para os iniciantes, ou quem não quer ter que ficar escolhendo quais ativos investir, existem outras opções no mercado em vez do investimento direto em moedas digitais, como os fundos, com uma variedade grande de novos ETFs sendo lançados na Bolsa e que podem ajudar nessa diversificação de portfólio.

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NFTs de obras de arte, cards da NBA e outros colecionáveis movimentam milhões de dólares; entenda o que é e como funciona

Quando, no meu último texto de 2020, coloquei que 2021 seria um ano muito promissor para NFTs (non-fungible tokens), nem eu imaginava que o desenvolvimento seria tão rápido.

Nas últimas semanas tivemos vários exemplos da exponencialidade que esse mercado vem mostrando. Os exemplos são tantos que é fácil se perder entre eles.

Eu destacaria: um vídeo de seis minutos sendo vendido a mais de US$ 6 milhões, obras de arte digitais sendo negociadas a milhões de dólares e a iniciativa da NBA, liga de basquete americana, que movimentou mais de US$ 230 milhões em um fim de semana em negociação de NFTs em sua plataforma Top Shot.

Mas vamos dar uns dois passos atrás aqui para entendermos o que são exatamente os NFTs.

O que são NFTs

NFT é a sigla em inglês para “non-fungible token” – em português, tokens não fungíveis. Dois conceitos aqui carecem de explicação: fungibilidade e token.

Fungibilidade é um atributo de um bem que pode ser trocado/substituído por um outro da mesma espécie, qualidade e quantidade.

Por exemplo, uma nota de R$ 50, um contrato futuro de dólar, um iPhone novo e por aí vai. Todos esses itens podem ser substituídos por outro da mesma qualidade, espécie, funcionalidade e preço. São bens fungíveis.

Já os bens não fungíveis são aqueles que não podem ser trocados/substituídos por outros da mesma espécie, qualidade e quantidade.

Por exemplo: um ticket com lugar marcado para um show, a obra de arte de um artista, um imóvel, uma carta Pokémon específica e com edição limitada. São itens únicos ou com edição limitada.

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Além disso, imóveis e carros são bens não fungíveis. Você trocaria o seu carro por um modelo idêntico que outra pessoa tivesse usado os últimos anos? Provavelmente não, porque a depreciação seria diferente.

Pelos exemplos acima, e por vários outros que sua imaginação possa ter pensado, dá para perceber que o número de bens não fungíveis no mundo é imensamente maior que o de fungíveis.

A definição de token não é tão fácil pois, dependendo do uso, a palavra tem uma conotação diferente. Mas gosto de definir token, no ambiente restrito de blockchain, como um representante digital de algo, em geral atrelado a um direito de propriedade.

Se você tem um token, significa que tem direito ao que ele representa.

Por exemplo, se tem um token de um imóvel, significa que tem direito à parte daquele imóvel que o token representa; se tem um token de uma criptomoeda, você tem direito a transferi-la para alguém quando e onde quiser.

Vale lembrar que esse token, por ser registrado em blockchain (a imensa maioria utiliza a rede Ethereum), carrega consigo todas as propriedades de descentralização, não necessidade de intermediários na negociação, anonimato e livre negociação.

Temos os NFTs quando os conceitos de não fungibilidade e tokens se juntam. Eles permitem que bens únicos sejam negociados de forma digital entre dois agentes, sem a necessidade de intermediários, além de ser fácil auferir que aquele NFT é ele mesmo.

Isso tem permitido usos em vários segmentos. Vamos a alguns:

NFTs de arte

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Pinturas, vídeos, animações e diversos outras formas de arte estão sendo “tokenizadas”.

Esse movimento começou há alguns anos com uma “brincadeira” com os cryptokitties, “gatinhos” digitais únicos que eram negociados entre as pessoas.

Essa onda foi gigante em 2017 e chegou até a paralisar a rede Ethereum, tamanha a quantidade de negociações.

Um exemplo mais recente é a série de NFTs cryptopunks, em que uma das obras de arte foi vendida em janeiro por um valor equivalente a US$ 750.000. Essa série negocia diariamente por volta de US$ 2 milhões por dia.

Outro exemplo desta semana foi uma arte da cantora Grimes, vendida em menos de 30 minutos por US$ 5,8 milhões.

NFTs de esporte

Aqui o destaque fica para o NBA Top Shot, plataforma de negociação de NFTs da liga americana de basquete. Visto de outra forma, ela é a porta de entrada da NBA no mundo dos colecionáveis digitais.

Nela, podemos comprar desde cards raros (que somente têm uma edição) até outros mais comuns (com até 1.000 edições).

Esses cards, ou NFTs, podem ser estáticos – uma figura/arte de um jogador/evento/situação feito por vários artistas – ou vídeos especiais com as melhores jogadas de determinado jogador, por exemplo.

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Outro exemplo é a plataforma Enjin, que é mais focada em cards relacionados a games, mas que tem expandido para outros mercados.

Aqui entram também os cards de jogadores de futebol. Alguns leitores vão lembrar das figurinhas de jogadores da Copa do Mundo – que valem hoje muito dinheiro por serem raras.

O conceito aqui é o mesmo, só que digital.

E como falamos de um mercado global, os valores acompanham essa magnitude. O marketplace Sorare é o lugar para ir. Lá você encontra os NFTs de vários jogadores.

No momento que escrevo, o NFT mais caro é um do jogador francês Kylian Mbappé, que está à venda por US$ 72.000. Caro? Talvez, mas no meio de janeiro houve uma negociação de um NFT raro do português Cristiano Ronaldo por US$ 100 mil.

Outros NFTs

A criatividade é o limite aqui. Os NFTs estão ganhando o mundo por conta, principalmente, dos dois segmentos acima, mas eles podem ter vários outros casos de uso que serão testados nos próximos anos/meses/semanas.

Entre eles, eu destacaria a parte de games online (que tal poder negociar livremente aquela arma especial que só você tem ou uma “skin” única?). Hoje, esse ambiente ainda é fechado/centralizado. Para negociar esses itens, o que muitos fazem é vender o perfil inteiro do jogador. Mas não deve demorar para vir algo aí.

NFTs vieram para ficar

Sempre acreditei que a tokenização de ativos virá com força. Tenho dito isso desde 2018, mas sempre me referia ao mercado financeiro.

O que essas iniciativas de NFTs mostram é que, dada a regulação do mercado financeiro, a inovação vem mais lentamente nele do que em outros setores.

Com isso, os NFTs de arte, esportes, games e etc. vão desenvolvendo casos de uso que depois serão incorporados pelo mercado financeiro tradicional ou o substituirão.

Uma frase em inovação de que gosto muito é: “gradualmente e, então, de vez” (gradually then suddenly). Os NFTs definitivamente estão no começo da segunda fase. E só no começo.

Para entender mais sobre esse assunto:
YouTube – Introdução do NFT
Texto – NFT explained (em inglês)

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