CPFL arremata transmissora CEEE-T em leilão de privatização com lance de R$ 2,67 bi, ágio de 57%

SÃO PAULO – A CPFL (CPFE3) adquiriu 66,08% do capital social da Companhia Estadual de Transmissão de Energia Elétrica (CEEE-T), do Rio Grande do Sul, em leilão de privatização ocorrido nesta sexta-feira (16) na B3.

O lance foi de R$ 2,67 bilhões, representando um ágio de 57,13% em relação ao valor mínimo de R$ 1,7 bilhão.

Às 12h (horário de Brasília), os papéis CPFE3 subiam 0,56%, a R$ 27,08.

A CEEE-T é responsável pela operação e manutenção de mais de 6 mil quilômetros (km) de linhas (5.900 km próprios) e mais de 15.700 estruturas de transmissão (quase 15.300 próprias) que cobrem todo o estado do Rio Grande do Sul, com um total de 69 subestações que somam potência instalada própria de 10.513 megavolt-ampères (MVA).

Em comunicado ao mercado, a CPFL destacou que, de aproximadamente 66,08% do capital social total da CEEE-T, a aquisição foi de aproximadamente 67,12% das ações ordinárias e de 0,72% das ações preferenciais atualmente detidas pela
Companhia Estadual de Energia Elétrica Participações – CEEE-Par.

A publicação do resultado definitivo do leilão está prevista para ocorrer até 17 de agosto de 2021. Nos termos do edital de licitação, após essa divulgação, a aquisição das ações deverá ser submetida à Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) e  ao Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) para a obtenção de todas as autorizações necessárias, destacou a empresa.

A homologação do resultado do leilão e a transferência da posse das ações estão previstas para ocorrer até 26 de agosto
de 2021, afirmou ainda.

Os estudos, modelagem da privatização e avaliação da companhia tiveram a coordenação do BNDES, com o trabalho sendo supervisionado por equipes do governo do Rio Grande do Sul, com participação de técnicos da Secretaria do Meio Ambiente e Infraestrutura (Sema), Secretaria do Planejamento, Governança e Gestão (SPGG), Secretaria da Fazenda (Sefaz) e Procuradoria-Geral do Estado (PGE).

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Leilão de privatização de transmissora de energia gaúcha CEEE-T acontece nesta sexta; expectativa é por forte disputa

(Divulgação/Eletrobras)

A partir das 11h (horário de Brasília) desta sexta-feira (16), acontece na B3 o leilão de privatização da Companhia Estadual de Transmissão de Energia Elétrica (CEEE-T), do Rio Grande do Sul. O governo gaúcho deve vender sua participação de 66% na CEEE-T pelo valor mínimo de R$ 1,7 bilhão, sendo o vencedor quem oferecer o maior lance.

A empresa é responsável pela operação e manutenção de mais de 6 mil quilômetros (km) de linhas (5.900 km próprios) e mais de 15.700 estruturas de transmissão (quase 15.300 próprias) que cobrem todo o Estado do Rio Grande do Sul, com um total de 69 subestações que somam potência instalada própria de 10.513 megavolt-ampères (MVA).

Os estudos, modelagem da privatização e avaliação da companhia tiveram a coordenação do BNDES, com o trabalho sendo supervisionado por equipes do governo do Rio Grande do Sul, com participação de técnicos da Secretaria do Meio Ambiente e Infraestrutura (Sema), Secretaria do Planejamento, Governança e Gestão (SPGG), Secretaria da Fazenda (Sefaz) e Procuradoria-Geral do Estado (PGE).

O leilão promete ser disputado. A XP aponta que, de acordo com o noticiário, CPFL (CPFE3), Transmissão Paulista (TRPL4), Taesa (TAEE11), Alupar (ALUP11) e os fundos de pensão Canada Pension Plan Investment Board (CPPIB) e o Caisse de Dépôt et Placement du Québec (CDPQ) devem participar do leilão. Já o Credit Suisse ressalta que, entre os tradicionais players, acredita que Taesa, CPFL, Energisa (ENGI11) e EDP Brasil (ENBR3) podem participar do certame.

“Apesar de ser um ativo importante (aproximadamente R$ 870 milhões de RAP, a Receita Anual Permitida) enxergamos retornos limitados mesmo no valor mínimo. Para encontrar valor na aquisição, o comprador deverá assumir ganhos de eficiência relevantes. Estimamos a participação do Estado do Rio Grande do Sul na CEEE Transmissão em R$ 1,75 bilhão sem assumir ganhos de eficiência”, destaca a XP.

A equipe do Credit Suisse estima uma Taxa Interna de Retorno (TIR) real média de cerca de 9,6% no lance mínimo do leilão. No entanto, considerando que as empresas podem alavancar a licitação e reaproveitar o balanço patrimonial, bem como reduzir alguns custos operacionais, as licitações poderiam implicar em prêmios de 30% a 40% e ainda implicar retornos em níveis razoáveis (acima de 7%).

Os analistas do banco suíço também destacam que pode-se ver outro leilão competitivo com grande disputa, semelhante ao último leilão do início de julho (veja mais clicando aqui), visto que veem menos oportunidades de crescimento no setor e as taxas (ainda) estão em patamares baixos.

“Consequentemente, as preocupações com retornos apertados são novamente uma possibilidade após o leilão e podem impactar negativamente os preços das ações do vencedor”, avaliam os analistas do Credit.

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NotreDame compra Centro Clínico Gaúcho em transação de R$ 1,06 bi; analistas da XP veem movimento positivo

SÃO PAULO – A NotreDame Intermédica (GNDI3) comunicou ao mercado nesta segunda-feira (7) que concluiu a compra em 4 de junho de 100% das ações do Centro Clínico Gaúcho (CCG), em uma transação de “R$ 1,06 bilhão, pago à vista, em dinheiro, descontados o endividamento líquido e uma parcela retida para contingências”.

O Centro Clínico Gaúcho conta com uma rede própria que conta com 175 mil beneficiários, 20 centros clínicos, 13 unidades de análises clínicas e o Hospital Humaniza. No ano passado, o faturamento líquido consolidado foi de R$ 371 milhões.

A aquisição marca a entrada da NotreDame no Estado do Rio Grande do Sul, um mercado de 2,5 milhões de beneficiários de saúde.

De acordo com a Notre Dame, considerando as sinergias, o múltiplo implícito da aquisição seria um valor da firma (EV) sobre o lucro antes de juros, impostos, depreciações e amortizações (Ebitda) de 9,8 vezes ou EV/vendas de 2,9 vezes – em comparação com ao valuation atual da GNDI com EV/EBITDA esperado para 2021 de 24,4 vezes e o EV/Vendas esperado para 2021 de 4 vezes, segundo análise da XP.

Leia também: Gigantes do setor de saúde Dasa, Rede D’Or e Fleury anunciam aquisições – e analistas esperam por mais

A XP aponta ver o movimento como positivo, à medida que o GNDI expande sua presença nacional por um preço atrativo. “Embora os resultados de curto prazo devam permanecer pressionados por uma sinistralidade mais alta, continuamos otimistas sobre as perspectivas de crescimento da empresa com maior consolidação do mercado de forma orgânica e inorgânica. Além disso, a possível fusão com a Hapvida (HAPV3) agrega ainda mais valor a uma história já convincente”, apontam Os analistas reiteram recomendação de compra e preço alvo de R$ 117 por ação.

Revisão do Morgan Stanley

Cabe destacar que, antes da divulgação da aquisição, o Morgan Stanley atualizou os seus modelos para Notre Dame e Hapvida levando em consideração a divulgação dos resultados do primeiro trimestre. Assim, o banco incluiu os termos finais de fusão das empresas, e a perspectiva de um ano mais difícil, já que o setor hospitalar pode enfrentar um impacto da pandemia de Covid-19 pior do que o esperado. Além disso, os preços podem ser pouco atrativos devido ao mix de produtos e reduções de preços para planos individuais, o que pode reduzir o Ebitda no ano fiscal de 2021 para empresas do setor médico.

A normalização de procedimentos eletivos tem aumentado a utilização de serviços médicos, como leitos de UTI e exames laboratoriais, elevando os preços de suprimentos médicos, o que pode levar a redução de 12% no Ebitda da Hapvida e de 29% no do Notre Dame no ano fiscal de 2021, comparado com o ano fiscal anterior.

O banco estima uma geração de R$ 32 bilhões em valor com a fusão de Hapvida e Notre Dame, frente à estimativa anterior de R$ 44 bilhões. O banco reconhece um momento fraco de rendimento, e falta de comunicação clara sobre potenciais sinergias, o que poderia impedir uma reavaliação das empresas no curto prazo. O Ebitda foi reduzido em 17% para a Hapvida, e 39% para o Notre Dame.

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O banco continua a dar preferência ao setor médico em detrimento do odontológico, e mantém recomendação overweight para a Hapvida e Notre Dame, com preço-alvo de R$ 19,70 para a primeira, frente aos R$ 15,78 de fechamento na sexta, e R$ 110,4 para o segundo, frente aos R$ 86,1 de fechamento na sexta.

(com Reuters e Estadão Conteúdo)

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Governador do RS diz que rodovias do Estado devem ir a leilão no 2º semestre

O governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite (PSDB), disse nesta quinta-feira, 13, que o Estado deve leiloar algumas rodovias até dezembro. A expectativa, segundo ele, é que os editais das concessões sejam lançados no início do segundo semestre deste ano.

Os leilões serão realizados na sede da B3.

“São mais de mil quilômetros modelados pelo BNDES, que devem ir a leilão no segundo semestre. A expectativa é ter editais lançados no início do semestre e ter o leilão até dezembro na B3″, disse o governador durante participação no painel ‘Papel de Estados e municípios no desenvolvimento da infraestrutura” do Abdib Fórum 2021.

Leite afirmou que a medida faz parte de um “profundo ajuste fiscal” para dar condições de investimentos ao Estado. Segundo ele, será possível gerar investimentos mais eficientes, que vão ajudar na retomada da economia e gerar receita extraordinária para que o governo estadual possa direcionar para áreas na qual a iniciativa privada não atua.

O governador gaúcho ainda ressaltou outros projetos de concessão que estão no radar. Segundo ele, o plano envolve ainda parques estaduais e presídios, por exemplo.

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Equatorial vence leilão da CEEE-D com única oferta, de R$100 mil; companhia está diversificando risco, diz diretor

SÃO PAULO (Reuters) – A Equatorial Energia (EQTL3) vê a aquisição da distribuidora de eletricidade gaúcha CEEE-D, fechada em leilão nesta quarta-feira, como uma “diversificação do risco” em seus negócios, uma vez que a empresa tem perfil bem diferente das demais distribuidoras do grupo, disse um executivo após a licitação.

Com concessionárias de distribuição no Maranhão, Pará, Piauí e Alagoas, a Equatorial foi a única participante do processo competitivo de desestatização da CEEE-D e levou a companhia com uma oferta de 100 mil reais por 65,87% do capital social.

“A gente atua em regiões do Norte, Nordeste, e a região Sul tem uma percepção de risco diferente, a parte de arrecadação é muito mais simples que a gente verifica em nossas concessões. Enfim, um conjunto de fatores levou a gente a ver com bastante atratividade essa concessão”, disse o diretor executivo de Regulação e Novos Negócios da Equatorial, Tinn Amado.

Questionado sobre possíveis planos de aportes de recursos na CEEE-D quando a Equatorial assumir o controle da empresa, o executivo confirmou que esse tema está em estudos.

“Sim, a gente avalia, principalmente para reestruturar a dívida, só que isso vai depender de nossa entrada na concessão para a gente estabelecer qual o melhor momento para isso”, explicou ele, em coletiva de imprensa após o leilão.

O executivo disse ainda que a Equatorial deverá lançar em 30 dias uma oferta pública para aquisição (OPA) de ações detidas pelos demais acionistas da CEEE-D, incluindo a Eletrobras. Essa oferta envolverá 80% do valor pago por ação na desestatização, acrescentou.

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Rio Grande do Sul anuncia que irá privatizar estatal da área de saneamento

O governador do Rio Grande do Sul (RS), Eduardo Leite (PSDB), anunciou ontem que vai dar início ao processo de privatização da companhia estadual de saneamento, a Corsan.

Em transmissão nas redes, Leite afirmou que o governo pretende fazer a abertura de capital (IPO, na sigla em inglês) da empresa e deixará de ser o controlador da companhia. Apesar da modelagem ainda não estar definida, o tucano disse ser possível que o Estado mantenha algo em torno de 30% das ações.

“Deixa de ser controlador e passa a ser acionista de referência da companhia”, disse Leite. O anúncio vem logo após a decisão em torno do novo Marco Legal do Saneamento pelo Congresso Nacional, que manteve o veto do presidente Jair Bolsonaro à possibilidade de as estatais do setor renovarem por mais 30 anos seus contratos fechados sem licitação com as Prefeituras.

O ministro do Desenvolvimento Regional, Rogério Marinho, acredita que ao menos dez companhias estaduais, nos atuais status financeiros, não conseguirão alcançar os índices de gestão e capacidade econômica previstos pelo novo marco legal – o que exigirá um esforço de adaptação das empresas, ou perderão seus contratos que estão em vigor.

De acordo com o governador do Rio Grande do Sul, a abertura de capital da Corsan e a consequente capitalização vai possibilitar que R$ 1 bilhão seja direcionado à companhia. “É uma forma de alavancar investimentos para o saneamento”, disse Leite.

Para que o governo estadual possa concretizar esses planos, dois passos principais precisam ser dados. Uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) do Estado deve ser aprovada para que não exista mais obrigação de plebiscito para a desestatização da Corsan. Essa PEC, segundo Leite, já tramita na Assembleia Legislativa. Depois, os parlamentares precisarão aprovar um projeto de lei que vai disciplinar a privatização.

O governador gaúcho afirmou que, entre os impactos de desestatização da empresa, estão a previsão de R$ 10 bilhões de investimentos na universalização dos serviços de água e esgoto, a geração de empregos e o destravamento do potencial construtivo de regiões com limites de expansão, como no litoral Norte do Estado.

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Tramontina, Randon e Marcopolo começam a retomar produção no RS

Com mudanças na produção e no transporte de funcionários, parte da indústria gaúcha retomou as atividades, em plena escalada da epidemia de coronavírus.

Apesar de a Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul (Fiergs) não ter até o início da noite desta segunda-feira, 13, um balanço sobre o funcionamento das fábricas, segundo o Sindicato das Indústrias Metalúrgicas, Mecânicas e de Material Elétrico de Caxias do Sul (Simecs), que conta com mais de 3,3 mil indústrias em 17 municípios da serra gaúcha, quase todos os associados voltaram a produzir desde a semana passada. Outros sindicatos patronais, como o têxtil, haviam aderido à mesma iniciativa.

Nesta segunda, a retomada parcial da produção de multinacionais, como Marcopolo (POMO4), Randon (RAPT4) e Tramontina, deu escala maior ao movimento de reabertura de fábricas. Na Tramontina, 5,8 mil dos 8,5 mil funcionários da companhia voltaram hoje a trabalhar nas unidades de Carlos Barbosa, Garibaldi e Farroupilha. Eles estavam parados desde 23 de março, afirmou a empresa.

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Segundo o Simecs, apenas os funcionários do grupo de risco ampliado – que incluem mães com filhos sem aulas e os que convivem com idosos, além dos mais suscetíveis à doença – não trabalham. Já a fabricante de carrocerias Marcopolo e a de peças automotivas Randon, cujas principais fábricas ficam em Caxias do Sul e estavam em férias coletivas também desde o dia 23 de março, retomaram as atividades com 25% do pessoal, obedecendo o decreto municipal que limitou o número de funcionários nas unidades.

Em outras unidades da Randon, a retomada acontece conforme conclusão das férias ou autorizações dos municípios. Em Joinville, por exemplo, as operações foram retomadas na semana passada, mas não em sua totalidade. A Randon Araraquara retornará com 100% da capacidade, em 21 de abril, após férias coletivas. Já a Randon Triel, em Erechim, retoma suas operações em 100% a partir de hoje. A Marcopolo não retornará a produção no Rio de Janeiro, mais atingido pela pandemia.

Ranking

O Rio Grande do Sul é o 14.º Estado com maior incidência de coronavírus do País. Segundo o boletim do dia 12 de abril da secretaria municipal de Saúde de Caxias, principal cidade da região, foram registrados 34 casos confirmados e outros 20 casos suspeitos, aguardando laudo. Houve duas mortes. A cidade tem pouco mais de 500 mil habitantes. “Nossa principal preocupação é com a saúde pública e estamos trabalhando de perto com as secretarias de saúde das prefeituras”, diz Daiane Catuzzo, diretora executiva do Simecs. “Se houver agravamento da situação, podemos voltar atrás (na retomada da produção).”

Marcopolo e Randon, que tiveram unidades fechadas – e reabertas – na China, usaram parte da experiência no Brasil. Entre as mudanças trazidas, por exemplo, foi reforçada a limpeza de vestiários, restaurantes e banheiros e áreas comuns. Além de verificar a temperatura dos trabalhadores na entrada das fábricas, elas ampliaram a estrutura dos atendimentos ambulatoriais.

Nos postos de trabalho também aumentou a distância entre os funcionários, com a demarcação dos lugares. O número de ônibus que os levam às fábricas também é maior e as viagens são feitas com metade da ocupação. Eles também estão sendo higienizados entre os percursos e os trabalhadores usando máscaras todo o tempo.

No caso da Marcopolo, os funcionários convocados ao trabalho “foram selecionados de acordo com as necessidades para atender o planejamento de produção definido para este período”, informou a empresa, em nota. Colaboradores considerados em grupo de risco, os que precisam cuidar de filhos cujas escolas estão fechadas ou responsáveis por idosos continuaram afastados.

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Em comunicado, a Randon afirmou que, neste momento, “também é preciso contribuir com ações que possam minimizar os impactos na economia local e global”. Para a empresa, a retomada de sua produção é fundamental, pelo fato de “o transporte de cargas ser um serviço essencial, principalmente para o abastecimento de comida, de medicamentos e de outros insumos primordiais”.