Maior plataforma de serviços financeiros B2B do Brasil reafirma liderança no mercado em meio a pandemia

Automatizar os processos do setor financeiro deixou de ser, há alguns anos, inovação para se tornar uma dinâmica essencial nas empresas. Por isso, há duas décadas, a Accesstage se dedica a aprimorar a sua plataforma, que conecta mais de 120 mil empresas a 70 instituições financeiras. O serviço integra os players do mercado financeiro para facilitar movimentações como pagamentos, cobrança e antecipação de recebíveis.

Batizada de Veragi, a plataforma financeira eleva a produtividade das empresas, além de organizar os dados com intuito de tornar mais assertiva a tomada de decisão dos gestores, que podem acessar todas as informações financeiras em um clique, em um dashboard com visualização multibanco.

Mas os serviços da Accesstage vão além disso. A techfin também assume a função de educadora ao orientar e auxiliar os clientes sobre as mudanças do mercado. Durante a pandemia, a equipe redobrou a atenção para suprir necessidades pontuais das empresas que atende. A inclusão da oferta de crédito na plataforma multisserviços foi uma decisão natural em meio a esse cenário inédito.

“As empresas foram em busca de crédito de forma latente”, diz Celso Sato, CEO da Accesstage, ao InfoMoney. Como a Veragi tem como premissa desburocratizar os processos financeiros, além das empresas terem a tecnologia para gerenciar o seu Contas a Pagar, Contas a Receber e Tesouraria, na mesma plataforma é possível solicitar a antecipação de recebíveis e, de forma digital, ter o acesso ao crédito.

Accesstage

Celso Sato, CEO da Accesstage

A agilidade reflete a tecnologia da plataforma, que otimiza a entrega de informações financeiras aos bancos e unidades financiadoras. A expectativa da companhia é ao final de 2021 atingir a marca de R$1BI de crédito antecipado.

Outro apoio importante aos empresários durante a pandemia é a dedicação da equipe de especialistas para aperfeiçoar os processos das empresas atendidas. O objetivo é que os clientes atravessem a crise com menos sobressaltos. “Conseguimos alongar o prazo de pagamento dos setores de contas a pagar, o que deu mais fôlego aos negócios”, diz Sato.

Com uma carteira de clientes que reúne algumas das maiores companhias do Brasil, a techfin segue com o seu programa de investimento em dispositivos de segurança para garantir a proteção dos dados dos clientes. “O nosso lema é desburocratizar sem perder a segurança, o compliance e a governança”, diz Sato.

Mudanças do mercado

A agenda do Banco Central que incentiva a competitividade no Sistema Financeiro Nacional (SFN) é outro ponto de atenção da techfin, que acompanha, divulga e cria mecanismos para que as companhias obtenham todos os benefícios das mudanças de regulamentação anunciadas pela autoridade monetária. Trata-se de uma estratégia para contribuir com o aumento de produtividade das empresas.

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“Nos últimos seis meses, criamos algumas frentes de trabalho para entender como podíamos auxiliar as companhias a se beneficiarem da dinâmica do Pix e do novo arranjo de antecipação de recebíveis via cartões que entrará em vigor a partir do próximo mês”, diz Marcos Elias dos Santos, diretor de Produtos, Inovação e Marketing da Accesstage.

Ele explica que, geralmente, mudanças como essa levam meses – e até anos – para serem incorporadas na infraestrutura das companhias de maneira satisfatória. “Por isso, nós adaptamos nossa plataforma para atender essas necessidades de mercado, como por exemplo, incluímos uma opção para que os clientes possam emitir um boleto com QR code para possibilitar o recebimento pelo PIX. Assim os gestores financeiros focam no core business da sua empresa e deixam a inclusão tecnológica com o nosso time, que é especialista”, afirma.

Santos e Sato já preparam a techfin para implementar ferramentas específicas para otimizar adaptações do Open Banking na plataforma. A integração dos sistemas dos bancos, que prevê o intercâmbio de informações dos clientes, deve se desenvolver ao longo de 2021.

A ideia do Open Banking é democratizar o acesso a produtos bancários com a diminuição de processos burocráticos. Será possível, por exemplo, que uma pessoa ou uma empresa consiga tomar um empréstimo de um banco ou financiadora mesmo sem ser correntista.

Para a Accesstage, essa integração abrirá inúmeras possibilidades de potencializar ainda mais as ferramentas da plataforma Veragi. “Somos a maior plataforma financeira B2B do Brasil, por isso estamos preparados para lidar prontamente com novidades de mercado como essa”, afirma Santos.

Marcos Elias dos Santos, diretor de Produtos, Inovação e Marketing da Accesstage

Crescimento

Apesar do cenário desafiador em meio à crise sanitária, a Accesstage verificou em abril um recorde na sua receita. Contribuiu para o resultado a conscientização das empresas em digitalizar os processos como uma ferramenta de sobrevivência.

Com a tecnologia em ascensão para o mercado brasileiro, o Grupo Accesstage, que conta com mais 5 empresas em seu conglomerado, todas com foco em tecnologia e serviços, espera fechar o ano de 2021 com 30% de crescimento.

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Mercado Livre recebe autorização do BC para atuar como instituição financeira

Mercado Livre (Divulgação)

O Mercado Livre recebeu nesta segunda-feira, dia 9, a autorização do Banco Central (BC) para operar como uma instituição financeira, informa nota à imprensa distribuída pela companhia. A decisão já havia sido publicada no Diário Oficial, no último dia 15, mas só nesta segunda a autoridade monetária deu a confirmação.

O aval do BC abre espaço para o Mercado Livre consolidar sua atuação no segmento de crédito. Desde 2017 a empresa tem o Mercado Crédito, com empréstimos para quem tem conta no Mercado Pago, fintech de pagamentos do Mercado Livre.

O anúncio ocorre um mês e meio depois de o Mercado Livre ter anunciado que recebeu do Goldman Sachs um aporte de R$ 400 milhões, destinados à ampliação do serviço de crédito.

“A licença de instituição financeira permitirá reforçar o foco da companhia em expandir as operações de crédito dentro de seu ecossistema. Desde o início da oferta, em 2017, o grupo já concedeu mais de R$ 4 bilhões em créditos no Brasil, em um total de mais de 10 milhões de transações. Essas operações alcançaram principalmente consumidores e empreendedores sem acesso ao crédito no sistema financeiro tradicional”, explica, em nota, Tulio Oliveira, vice-presidente do Mercado Pago, que já opera como instituição de pagamento.

A licença de instituição financeira também permitirá ao Mercado Pago acessar fontes de financiamento diferentes, que podem complementar a estratégia de funding da companhia.

“Ter um rol de instrumentos de financiamento mais completo beneficiará de forma estrutural toda a área de fintech e trará maior solidez, além de resiliência para o negócio”, afirma Pedro de Paula, diretor do Mercado Crédito no Brasil.

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