Capitânia lança fundo de infraestrutura negociado na B3

O número de investidores pessoa física cadastrados na B3 cresceu 43% no primeiro semestre deste ano – são 3,8 milhões de contas. O aumento do interesse do brasileiro por investimentos reflete em mudanças no mercado. Em linha com o movimento de disponibilizar mais produtos eficientes, a gestora Capitânia lançou em janeiro o Capitânia Infra FIC FIRF, fundo de investimento em infraestrutura isento de Imposto de Renda para pessoa física, com cotas negociadas na B3 – com o ticker CPTI11 -, e que paga dividendos mensais.

Com dinâmica parecida aos fundos imobiliários de papel com carteira dedicada a Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs), o veículo oferece acesso ao investidor geral a uma cesta de ativos que tradicionalmente é ofertada somente para investidores qualificados – que têm mais de R$ 1 milhão disponíveis para aportes.

“É um dos poucos fundos do mercado com essas características”, afirma Christopher Smith, sócio e gestor da Capitânia, gestora especialista em crédito privado e imobiliário, que está há 18 anos no mercado e tem mais de R$ 13 bilhões sob gestão. A Capitânia  desenha a sua família de fundos para oferecer aos mais de 100 mil cotistas diversificação, retorno, controle de risco e gestão ativa.

Portfólio

O Capitânia Infra FIC FIRF (CPTI11) investe em Cotas de Fundos Incentivados de Investimento em Infraestrutura, Renda Fixa e Crédito Privado. O seu portfólio é formado por empresas que atuam nos segmentos de energia, transportes, telecomunicações – entre outros. Com foco em gestão ativa, o administrador sempre busca as melhores oportunidades do mercado para gerar resultados.

“Trata-se de uma opção para o longo prazo, que investe em companhias reguladas com  previsibilidade de fluxo de caixa e da operação”, diz Smith. Ele destaca a descorrelação com os ciclos políticos como uma das principais características do fundo. “É consenso que o Brasil, hoje e nas próximas décadas, precisa aprimorar a sua infraestrutura com a construção de rodovias, ferrovias, entre outras frentes. Essa necessidade independe da mudança de mandatos na política”.

A maior parte da carteira do CPTI11 está alocada em ativos com maior liquidez, como  debêntures de infraestrutura. Há também uma parcela menor comprada em outras operações, que passam por criteriosa avaliação da equipe de análise antes de figurar no portfólio.

Dividendos

Com média ponderada – cálculo que considera a rentabilidade dos ativos de acordo com a participação na carteira – de IPCA + 7,82%, o Fundo tem como objetivo distribuir aos seus cotistas, no mínimo, 95% do resultado do caixa. “É uma régua que os investidores de fundos imobiliários conhecem bem”, diz Smith.

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A relação entre os dividendos distribuídos e o preço atual da cota – ou dividend yield (DY), de 10.90% a.a. em Julho21. A cota do CPTI11 pode ser adquirida na B3.  A taxa de administração é de 1% ao ano; não há taxa de performance. Para mais informações, acesse o site da Capitânia.

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Evento traz a perspectiva internacional acessível ao investidor local

O acesso a análises, insights e inteligência com uma perspectiva global é fator de diferenciação na construção de estratégias de investimento para gestores no Brasil. Em um momento inédito de mercado, em que os modelos de investimento internacional tornam-se cada vez mais disponíveis no País, compreender a geopolítica no globo e na América Latina e investigar a fundo movimentos como o nicho dos crypto ativos e a aceleração do impacto e relevância do ESG para a construção de uma carteira de investimentos, significa sair na frente.

Esses pontos influenciam também na tomada de decisão entre os ativos das grandes nacionais como Vale e Petrobrás, seja você um player no buy side ou sell side.

Enquanto os avanços da tecnologia já permitem obter uma infinitude de dados para análises mais complexas e abrangentes, processar tanta informação disponível na velocidade com que decisões são tomadas no campo dos investimentos ainda é um desafio. E é por isso que a conexão com boas fontes de análise e troca com profissionais de background e expertises diversas configura a resposta mais inteligente para elaboração de uma perspectiva global por um agente de investimentos.

E até para isso os avanços da comunicação e tecnologia ajudaram. As grandes conferências internacionais – fóruns presenciais e exclusivos, onde um networking valioso se constrói – migraram para o campo virtual. As possibilidades de ouvir, questionar e se aproximar de grandes experts do outro lado do globo são uma realidade não mais distante.

A Ohmresearch Global Insights 2021 – 2º semestre é um desses exemplos. Após o sucesso da primeira conferência digital e global da maior casa de research da América Latina, realizada em dezembro do ano passado, a fórmula se repete com conteúdo ainda mais robusto. Serão 9 painéis com temas atuais e que deixarão os investidores mais preparados para navegar os próximos anos.

O evento acontece entre 13 e 15 de julho com inscrições gratuitas. Com o primeiro lote de ingressos já esgotado, leitores de Infomoney podem acessar link exclusivo de participação, desbloqueando, ainda, benefícios para contratação de planos de acesso ilimitado à plataforma Ohmresearch – clicando aqui.

O evento tem início com dois pesos pesados de mercados emergentes, com mais de três décadas investindo no Brasil. Jean Van de Walle, por mais de 30 anos gestor de ações da Alliance Bernstein, e Kim Catechis, atual chefe de mercados emergentes da Franklin Templeton, debaterão com Fernando Ferreira, estrategista-chefe da XP, sobre como o investidor estrangeiro vê o Brasil hoje e qual espaço para aumento de alocação em Brasil nas carteiras.

No mesmo dia, Alberto Gallo, gestor da Algebris Investments em Londres, aborda uma perspectiva pouco explorada do mercado de cryptos. Ele, que explorou o porquê de como as moedas digitais dos bancos centrais revolucionarão o crédito e a política monetária em artigo recente, dividirá o painel com Caio Megale, economista chefe da XP, e Carlos Macedo, contribuidor de Ohmresearch e analista do setor financeiro na Goldman Sachs.

A conversa na data termina com geopolítica reunindo Roberto Dumas, professor do Insper e autoridade em China, debatendo com Prasenjit Basu e Martin Tixier. O tema principal será a relação entre EUA e China no governo Biden. Teremos uma nova guerra fria? As cadeias de produção sairão da China e poderão beneficiar o Brasil? Participantes saem na frente com insights sobre outros riscos geopolíticos que estão hoje fora do radar dos investidores. Cabe dizer que Prasenjit foi economista chefe do CSFB e Daiwa para a Ásia e Martin tem mais de 25 anos de experiência analisando mercados globais.

Os dias que se seguem serão dedicados a mais temas-chave, entre eles o ambiente político atual na América Latina. As eleições recentes no Peru e o congresso que escreverá a nova constituição chilena, além de protestos recentes na Colômbia, podem sugerir uma guinada à esquerda na região. Como isso afeta o Brasil e as eleições de 2022? Para isso, a Ohmresearch vai reunir German Rios, Carlos Brandt, Marcio Olímpio Fernandes e Richard Back.

As ações das gigantes globais de tecnologia estão agora disponíveis na B3. Ninguém melhor para falar sobre as oportunidades no setor do que Mitchell Kim, com décadas de experiência, principalmente no Morgan Stanley. Ele dividirá o quinto painel da conferência com Maria Negrete-Gusson, gestora de mercados emergentes da Artisan, e Bruno Zangari, gestor do fundo de tecnologia da Miles Capital.

Não cansamos de repetir que a transição energética e suas várias ramificações serão o principal tema de investimentos da próxima década. O terceiro dia do evento dedica dois painéis ao tema. A primeira discussão tenta responder se a era do petróleo realmente chegou ao fim e como fica o futuro da Petrobras.

O painel contará com Scott Darling, analista global do setor, mais recentemente no JP Morgan, Jose Chalhoub, especialista em geopolítica do petróleo, a Sitawi, com o ângulo ESG, e Felipe Leal, gestor de ações da Dahlia Capital. E para falar sobre como a transição para a economia de baixo carbono afetará a demanda por commodities, Ohmresearch Global Insights chamou dois especialistas da casa, Gilberto Cardoso e Felix Bouderault.

A direção do dólar americano, que baliza uma série de outros mercados, principalmente as commodities também é pauta no evento. Na conferência em dezembro, tanto Mike Harris quanto Gautam Jain desafiaram o consenso de que o dólar se desvalorizaria. O que o segundo semestre nos reserva? Será que o real continuará a se valorizar contra a tendência?

O encerramento do encontro será com duas autoridades falando sobre alocação global de ativos. Jay Peloski já é conhecido dos investidores locais e faz lives quinzenais nos canais de Ohmresearch. Se juntará a ele no debate Barry Knapp, por mais de 20 anos estrategista chefe de mercados americanos no Barclays e Lehman e profundo conhecedor do Fed.

A conferência é mais uma amostra do compromisso da Ohmresearch de trazer conteúdo independente, global e de altíssima qualidade, em uma era de mercados altamente complexos e em constante mudança e uma oportunidade-chave tanto para o agente experiente trabalhar seu networking, quanto para quem está começando, sair na frente, ouvindo fontes experientes. Vale lembrar que as inscrições se encerram em 12 de julho e os primeiros que garantirem o acesso têm vantagens usando o link especial da Infomoney, clicando aqui.

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