Petrobras elegerá integrantes do Conselho de Administração em Assembleia no dia 27 de agosto

SÃO PAULO – A Petrobras (PETR3;PETR4) informou nesta segunda-feira (26) que convocou  Assembleia Geral Extraordinária (AGE) para eleição de membros do Conselho de Administração da companhia.

A AGE, que será realizada em 27 de agosto de 2021, sob a forma exclusivamente digital, também deliberará sobre outras matérias, conforme previstas no Edital, informou a companhia.

Na reunião, serão eleitos os oito membros e o presidente do conselho de administração da estatal. Também serão escolhidos o membro titular do conselho fiscal e o seu suplente, que serão indicados pelo Tesouro Nacional.

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Petrobras tem renúncia de conselheiro e Ministério da Economia indica Jeferson Luís Bittencourt

Plataforma da Petrobras na Baia da Guanabara, no Rio de Janeiro (Mario Tama/Getty Images)

A Petrobras (PETR3;PETR4) informou, em comunicado, que José Franco Medeiros de Morais apresentou carta de renúncia ao cargo de membro titular do Conselho Fiscal da companhia, por razões pessoais, com efeitos a partir do dia 5 de agosto de 2021.

Adicionalmente, a companhia recebeu ofício do Ministério da Economia com indicação de Jeferson Luís Bittencourt para substituição, mantendo Gildenora Dantas Milhomem como sua suplente.

“A indicação será submetida aos procedimentos internos de governança corporativa, incluindo as respectivas análises de conformidade e integridade, e posteriormente, à avaliação do Comitê de Pessoas (COPE). Após a avaliação do COPE, a indicação será submetida à deliberação da Assembleia Geral Extraordinária, a ser oportunamente convocada”, informou a estatal no comunicado.

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Petrobras divulga nomes de indicados por acionistas minoritários para o Conselho de Administração

Petrobras (Foto: Mario Tama/Getty Images)

A Petrobras (PETR3;PETR4) divulgou nesta quarta-feira, 7, o nome dos três indicados para o Conselho de Administração (CA) por acionistas minoritários da companhia. Marcelo Gasparino, João Abdalla e Pedro Galvão de Medeiros foram apontados pelas gestoras Moat Capital, Absolute Gestão de Investimentos e Banco Clássico, respectivamente.

A estatal esclarece que a escolha do nome, caso adotado o procedimento de voto múltiplo, ocorrerá na próxima Assembleia Geral Extraordinária (AGE). A reunião será divulgada em momento oportuno, segundo a Petrobras.

O fato relevante da companhia inclui os currículos dos indicados. Sobre Gasparino, o texto informa que ele é advogado especialista em administração tributária empresarial pela ESAG. É presidente do Conselho de Administração da Eternit, conselheiro de Administração Vale, da Cemig e foi membro do Conselho Fiscal da Petrobras (2019-2020 e 2020-21).

José João Abdalla é diretor presidente e acionista controlador do Banco Clássico S.A. Além disso, é diretor presidente da Dinâmica Energia S.A., da Jupem S.A. Participações e Empreendimentos, da Navegação Porto Morrinho S.A. – NPM, da Agro Imobiliária Primavera S.A. e da Socal S.A. Mineração e Intercâmbio Comercial e Industrial.

Pedro Medeiros tem 17 anos de experiência no mercado de capitais. É sócio cofundador da gestora de recursos Atalaya Capital; diretor da área de Análise de Empresas para a Brasil e América Latina do Citigroup e dos bancos UBS e Pactual. Atuou em múltiplas aberturas de capital de empresas nos setores de commodities, saúde e infraestrutura, dentre elas a abertura e subsequente pulverização do capital da BR Distribuidora.

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Petrobras autoriza convocação de assembleia para nova eleição de conselheiros

Petrobras (Foto: Mario Tama/Getty Images)

SÃO PAULO (Reuters) – O conselho de administração da Petrobras (PETR3;PETR4) autorizou a convocação de uma Assembleia Geral Extraordinária (AGE) para a eleição de oito cargos no colegiado que haviam sido preenchidos pelo processo de voto múltiplo na reunião do último dia 12 de abril, informou a companhia na noite de terça-feira.

O movimento ocorre após a efetivação da renúncia do conselheiro Marcelo Gasparino da Silva, representante de minoritários, que anunciou ainda em abril que deixaria o posto para provocar nova eleição, alegando problemas nos procedimentos da assembleia que o elegeu.

Segundo fato relevante divulgado pela estatal, o conselho concedeu prazo de até 45 dias para a publicação do edital de convocação.

“Até a data da convocação da AGE, a companhia espera concluir o trabalho de apuração do processo de votação relativo à eleição dos membros do Conselho de Administração realizada na AGE de 12 de abril de 2021, que está sendo conduzido por consultoria especializada”, afirmou a Petrobras.

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Vale suspende eleição de Conselho; votação será retomada no dia 3

Diante de uma assembleia marcada por longas interrupções e muitos questionamentos de acionistas, a Vale (VALE3) decidiu suspender a eleição do Conselho de Administração na reunião desta sexta-feira, 30. A escolha do novo board foi adiada para a segunda-feira, dia 3 de maio. A principal divergência envolveu a contagem de votos destinados ao ex-presidente da Petrobras, Roberto Castello Branco, apoiado por gestoras e fundos de investimento.

“Para assegurar a solidez da votação e do regime de voto múltiplo, a companhia vai suspender a assembleia a esse item e outros relacionados para maiores apurações”, disse o presidente da mesa, Luiz Antonio Sampaio.

A assembleia geral ordinária (AGO) levou seis horas. Só a discussão sobre a escolha do novo conselho tomou em torno de 4 horas e meia, com três interrupções, sendo a última delas por cerca de duas horas e meia. Primeiro, a assembleia parou para que acionistas que não haviam votado pelo Boletim de Voto a Distância (BVD) preenchessem a planilha enviada pela companhia por e-mail para computar seus votos ao conselho de administração. Depois, para corrigir um erro apontado por participantes da reunião e que acabou levando à suspensão da eleição.

Após reclamações de acionistas e dos candidatos Marcelo Gasparino e Mauro Cunha, indicados por minoritários, a Vale apresentou o mapa sintético com os votos dados via BVD e dos detentores de ADRs, certificados de ações da companhia emitidos no mercado americano. Inicialmente, ele trazia apenas os votos enviados pelo boletim. O cômputo é essencial para que os minoritários definam sua estratégia de voto para eleger ao menos parte de seus quatro indicados.

O resultado indicava Castello Branco na penúltima colocação entre os 16 candidatos ao colegiado, atrás apenas do japonês Ken Yasuhara. O representante do grupo Capital, Rodrigo de Mesquita Pereira, afirmou que os votos de ADRs do grupo Capital no candidato não foram devidamente computados. A Capital é acionista relevante da Vale, com um total de 11,3% do capital social.

Pelo mapa divulgado somando votos via ADRs e BVD, em princípio seriam eleitos três dos quatro nomes alternativos indicados por minoritários. A exceção seria Castello Branco. Assim, entrariam entre os eleitos Gasparino, Cunha e a conselheira do Grupo Soma, Rachel Maia. Entre os 12 nomes indicados da Vale, ficariam de fora Fernando Buso (Bradespar), José Maurício Coelho (Previ) e Yasuhara (ex-Mitsui). Diante das divergências, entretanto, o resultado segue totalmente em aberto. É preciso também computar os votos dados durante a AGO.

De acordo com o presidente da mesa, os votos conferidos a Castello Branco foram informados pelo Citi, instituição depositária dos ADRs. Sampaio disse que a Vale só poderia trabalhar com a informação oficialmente recebida e que a mesma só poderia ser retificada pelo próprio banco. A reunião voltou a ser congelada por quase duas horas para que os acionistas enviassem suas planilhas de voto, mas na volta foi anunciado o adiamento.

O processo eleitoral na Vale em 2021 é emblemático por se tratar da escolha do primeiro conselho após o fim do acordo de acionistas vigente desde a sua privatização, em 1997.

A disputa vem sendo marcada por uma forte oposição entre minoritários e acionistas de referência como Previ, Bradespar e Mitsui, que até novembro faziam parte do bloco de controle da companhia. Donos de 21% do capital da Vale, eles apoiaram (e tiveram executivos entre) os indicados pela empresa. A mineradora, entretanto, tem outros acionistas de referência de peso, como BlackRock (5,29%) e o grupo Capital, com um total de 11,3%. Os fundos da Capital fazem parte dos que solicitaram o voto múltiplo e apoiaram outras candidaturas.

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Apesar da turbulência, a AGO da Vale aprovou outras matérias. Foram aprovadas as contas da companhia, a destinação do resultado do exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2020, o número de membros do conselho de administração, conforme proposta da administração, em 13 membros titulares e 1 suplente. Também foi homologada a reeleição de Lucio Azevedo como representante dos empregados da companhia. A eleição para o 13º assento no colegiado se dá em separado.

Além disso, os acionistas aprovaram o pacote de remuneração dos administradores. A empresa passa a incluir 55% de indicadores não financeiros entre as metas coletivas. Os incentivos de longo prazo passam a ser compostos também por metas ESG (20%), não só de retorno ao acionista. Houve um aumento de 44,3% no valor reservado para o pagamento dos principais executivos em 2021. A diretoria receberá um total de R$ 238,7 milhões, incluídos encargos sociais.

Para o conselho fiscal da Vale, foram eleitos Cristina Fontes Doherty , Marcelo Moraes, Marcus Severini e Raphael Manhães Martins, além de três suplentes.

As matérias votadas na Assembleia Geral Extraordinária (AGE), realizada em seguida, foram todas aprovadas. A votação incluiu as incorporações, sem aumento de capital e sem emissão de novas ações, da CPFL e da Valesul pela Vale, além da incorporação do Acervo Cindido MBR pela Vale e do plano de remuneração baseado em ações.

Eletrobras: Wilson Ferreira Júnior renuncia a cargo de conselheiro

A Eletrobras (ELET3; ELET6) informou que o ex-presidente da companhia, Wilson Ferreira Júnior, renunciou ao cargo de conselheiro de administração da companhia, a partir desta sexta-feira, 16.

Segundo a empresa, ele deixou a cadeira “devido principalmente ao volume de trabalho simultâneo no exercício da Presidência da BR Distribuidora”. Seu mandato se encerraria ao final de abril.

Conselheiro representante dos minoritários da Petrobras renuncia ao cargo

Petrobras (Shutterstock)

SÃO PAULO – Eleito na última segunda-feira, por meio de voto múltiplo, como conselheiro independente da Petrobras (PETR3; PETR4) pelos acionistas minoritários, Marcelo Gasparino renunciou ao cargo durante a reunião do Conselho de Administração da estatal nesta sexta-feira (16).

O encontro de hoje serviu para eleger o general Joaquim Silva e Luna como novo presidente da petrolífera, além de quatro novos diretores.

A notícia da renúncia de Gasparino não é uma surpresa, já que ele havia demonstrado sua intenção logo após ser eleito conselheiro criticando o processo de escolha dos conselheiros, que foi bastante tumultuado.

“Vou renunciar para que haja um processo mais justo na próxima assembleia”, disse Gasparino, em entrevista ao Estadão há alguns dias. Essa decisão, diz ele, foi tomada para contribuir para o desenvolvimento da governança corporativa no País. Em sua visão, o sistema de voto a distância no Brasil dificulta a participação de minoritários no sistema de voto múltiplo.

Pelas regras da companhia, quando um conselho é formado a partir do voto múltiplo, como ocorreu neste caso, a renúncia de um só membro provoca a necessidade de um novo pleito.

Em comunicado informando o pedido de renúncia de Gasparino na noite desta sexta, a estatal pontuou que as regras de seu estatuto social definem que, em caso de vacância do cargo de conselheiro eleito por voto múltiplo que não seja decorrente de destituição, o cargo poderá ser preenchido por substituto eleito pelo colegiado até que seja realizada uma próxima Assembleia Geral de Acionistas.

“Essa Assembleia deverá proceder à eleição dos oito membros do Conselho eleitos por voto múltiplo, não havendo obrigatoriedade de convocação de Assembleia específica pela companhia para esse fim”, afirmou.

(Com Reuters)

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Petrobras avalia funcionários de carreira para compor nova diretoria, dizem fontes

Petrobras (Foto: Mario Tama/Getty Images)

RIO DE JANEIRO (Reuters) – Nomeado para liderar a Petrobras (PETR3; PETR4), o general da reserva Joaquim Silva e Luna endossou nomes de gerentes-executivos da empresa para concorrer ao comando de quatro diretorias executivas, disseram à Reuters fontes com conhecimento do assunto.

O Conselho de Administração da Petrobras se reúne na sexta-feira para decidir a composição da nova diretoria executiva, disse a empresa nesta quinta-feira. Na ocasião, o colegiado também deve eleger oficialmente Luna como CEO.

Metade dos oito cargos de diretoria estão vagos, incluindo o de Finanças e Relacionamento com Investidores.

Quatro diretores optaram por deixar a empresa após o presidente da República, Jair Bolsonaro, decidir em fevereiro trocar o então presidente Roberto Castello Branco, que encerrou oficialmente seu mandato na segunda-feira passada.

Rodrigo Araujo está entre os candidatos e poderá ocupar a posição de diretor-executivo de Finanças e Relacionamento com Investidores, segundo as fontes.

O gerente-executivo Fernando Borges, que liderou o projeto do campo gigante de Libra, terá seu nome apresentado como candidato à diretoria de Exploração e Produção, de acordo com os interlocutores.

Já o gerente-executivo de Comercialização Claudio Mastella vai concorrer à área de Comercialização e Logística.

A Petrobras informou que não iria comentar.

Todos os candidatos têm longa carreira na Petrobras e foram aprovados pelo Comitê de Pessoas (Cope) da empresa, disseram as pessoas na condição de anonimato. Araujo, Borges e Mastella faziam parte do plano de sucessão da empresa.

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Definição do próximo Conselho da Petrobras ainda pode passar por reviravolta

A definição do próximo conselho de administração da Petrobras  (PETR3PETR4) poderá passar por uma reviravolta. Depois de uma eleição muito tumultuada na segunda-feira, 12, na qual foram definidos os nomes de oito membros do colegiado, a petroleira poderá ser obrigada a reunir mais uma vez seus acionistas para que seja escolhido novamente o grupo.

Isso porque o único eleito entre os candidatos representantes dos acionistas minoritários, o advogado Marcelo Gasparino, definiu que vai renunciar assim que tomar a posse, prevista para ocorrer até o fim da semana. Pelas regras, quando um conselho é formado a partir do voto múltiplo, como ocorreu neste caso, a renúncia de um só membro provoca a necessidade de um novo pleito.

No sistema de voto múltiplo, cada ação dá direito a tantos votos quantos forem os membros do conselho, e o acionista pode direcionar esses votos para um só candidato ou distribuí-los entre vários.

“Vou renunciar para que haja um processo mais justo na próxima assembleia”, disse Gasparino, em entrevista ao Estadão. Essa decisão, diz ele, foi tomada para contribuir para o desenvolvimento da governança corporativa no País. Em sua visão, o sistema de voto a distância no Brasil dificulta a participação de minoritários no sistema de voto múltiplo.

Isso ocorre por que os votos computados por meio do boletim de voto a distância, instrumento muito utilizado por investidores estrangeiros, se tornam públicos antes da assembleia. Isso permite, por exemplo, que acionistas controladores se reúnam para organizar seus votos, criando uma barreira para a eleição de minoritários, destaca.

Apuração

Além de os votos serem conhecidos previamente, outro problema é que o sistema é confuso, o que faria que alguns votos sejam desconsiderados na contagem, diz Gasparino. Segundo ele, esse alerta foi feito à Petrobras.

O sistema de voto múltiplo foi criado para dar mais chances aos minoritários de ter representantes em Conselhos de Administração e pode ser requerido quando acionistas detentores de 5% do capital pedem a adoção desse modelo.

Já o boletim de voto a distância é uma ferramenta criada há poucos anos, pensada para facilitar a participação de mais investidores em assembleias de empresas de capital aberto.

Segundo ele, no caso da Petrobras, quase 10% do capital da companhia foram contabilizados de maneira oposta à vontade dos acionistas, que era apoiar os três candidatos independentes. “Os maiores investidores estrangeiros presentes no Brasil estão muito irritados por terem seus votos distorcidos ou desconsiderados. A culpa nem é tanto da Petrobras, é do sistema”, afirmou.

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Na assembleia de segunda-feira, 12, a União elegeu 7 de 8 de seus indicados para o conselho. A oitava vaga ficou com Gasparino, que desbancou a especialista em recursos humanos e governança Ana Silvia Corso Matte. Os minoritários, contudo, estavam na briga para ter três vagas, mas dois nomes acabaram saindo da disputa.

Sobre sua participação como candidato na próxima assembleia a ser convocada, Gasparino disse que a decisão caberá aos investidores.

A União que possui 51% das ações ordinárias da Petrobras, tem direito a 3,7 bilhões de votos. Na assembleia de ontem, o executivo Roberto Castello Branco foi destituído, após ter sido demitido pelo presidente Jair Bolsonaro em fevereiro. A reunião também garantiu a confirmação do general Joaquim Silva e Luna como o novo líder da companhia.

Crítica

O presidente da Associação Brasileira dos Investidores (Abradin), Aurélio Valporto, criticou a decisão de Gasparino de renunciar ao posto ao tomar posse. Segundo ele, a medida, que pode obrigar a estatal a reunir mais uma vez seus acionistas para que os membros do grupo sejam escolhidos, cria uma incerteza desnecessária e atrasa as medidas urgentes que a Petrobras precisa tomar, inclusive sobre a política de preços. “Provocar uma nova assembleia não é bom para ninguém. Cria-se uma incerteza desnecessária tanto para a empresa quanto para os investidores”, afirmou.

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General Luna é eleito conselheiro da Petrobras; 8ª vaga no conselho em disputa

Joaquim Silva e Luna (Foto Marcelo Camargo - Agência Brasil) Joaquim Silva e Luna (Foto Marcelo Camargo – Agência Brasil)

RIO DE JANEIRO (Reuters) – Assembleia de acionistas da Petrobras (PETR3; PETR4) aprovou nesta segunda-feira o general da reserva Joaquim Silva e Luna como membro do Conselho de Administração da companhia, movimento que antecede sua eleição como novo presidente-executivo da petroleira, conforme indicação de Jair Bolsonaro.

A chegada de Luna à empresa, que estava como comandante brasileiro da hidrelétrica binacional de Itaipu, ocorre após o presidente Bolsonaro ter discordado da forma como o executivo Roberto Castello Branco conduziu a política de preços de diesel e gasolina da companhia, que acumulam altas expressivas neste ano, ao seguir indicadores internacionais de mercado.

Conforme o estatuto da empresa, o presidente da Petrobras é escolhido pelo Conselho de Administração dentre os seus membros. Dessa forma, o presidente da estatal precisa fazer parte do colegiado.

Com a saída de Castello Branco também da presidência da Petrobras, o estatuto da empresa prevê que o presidente do Conselho de Administração indique um substituto dentre os demais membros da Diretoria Executiva até a eleição do novo presidente-executivo.

Com a assembleia, iniciada por volta das 15h, ainda acontecendo noite adentro, não havia informação sobre quem substituiria Castello Branco até a chegada de Luna.

Demais mudanças no Conselho

A destituição de Castello Branco acarretou na saída automática de outros sete membros do colegiado, cujas vagas estão sendo preenchidas ainda na assembleia extraordinária desta segunda-feira.

Já foram eleitos, pelo sistema de voto múltiplo, além de Luna, seis nomes indicados pela União: Eduardo Bacellar Leal Ferreira, Ruy Flaks Schneider, Márcio Andrade Weber, Murilo Marroquim de Souza, Sonia Julia Sulzbeck Villalobos e Cynthia Santana Silveira.

A oitava vaga segue em disputa por uma candidata indicada pelo governo, Ana Silvia Corso Matte, e outros dois indicados por acionistas minoritários: Marcelo Gasparino e Pedro Rodrigues Galvão de Medeiros.

Ainda está prevista para a reunião desta segunda-feira a eleição do presidente do conselho. Nesse caso, o governo indicou a recondução de Eduardo Bacellar Leal Ferreira.

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