Novo ETF com 100% de exposição ao Ethereum estreia na B3; Bolsa chega a 5 ETFs de criptomoedas

SÃO PAULO – Em uma onda de novos produtos relacionados a criptomoedas no mercado brasileiro, estreia nesta quinta-feira (18), o quinto fundo de índice (ETF, na sigla em inglês) de moedas digitais da B3, o segundo com exposição de 100% ao Ether (o token da rede Ethereum).

Criado pela gestora Hashdex, o Hashdex Nasdaq Ethereum Reference Price será negociado com o código ETHE11. Ele tem preço inicial de R$ 50, com taxa de administração de 0,7% ao ano.

Esse ETF irá espelhar o Hashdex Nasdaq Ethereum ETF, um fundo constituído nas Ilhas Cayman que oferece aos investidores exposição ao Ether. Esse fundo, por sua vez, visa a replicar o Nasdaq Ethereum Reference Price (NQETH), índice desenvolvido pela Nasdaq para calcular em tempo real o preço do Ether.

“O Ethereum é uma das principais plataforma que servem como base para uma nova evolução da internet, a chamada Web 3.0. O seu token, o Ether, é o combustível que move essa nova internet e tem um grande potencial de valorização à medida que a tecnologia evoluir e sua adoção aumentar”, disse Samir Kerbage, CTO da Hashdex, em comunicado à imprensa.

A Hashdex foi a primeira gestora a lançar um ETF de criptomoedas no Brasil, o HASH11, que reflete uma cesta de moedas digitais e sofre rebalanceamentos trimestrais. Além disso, neste mês eles lançaram o BITH11, chamado de primeiro ETF verde de Bitcoin do Brasil.

Segundo a gestora, o BITH11 foi desenvolvido com a intenção de neutralizar as emissões de carbono decorrentes de investimento em Bitcoin.

Outros ETFs cripto

O brasileiro ainda conta com mais dois ETFs de criptomoedas disponíveis no mercado, ambos da QR Capital.

Lançado em julho, o QBTC11 foi o primeiro ETF da América Latina com 100% de exposição ao Bitcoin. Com taxa de administração de 0,75% ao ano, o produto replica o índice CME CF Bitcoin Reference Rate, referência dos contratos futuros de Bitcoin negociados pela bolsa americana “Chicago Mercantile Exchange Group”.

Já no início deste mês, a gestora lançou o QETH11, o primeiro ETF da América Latina com 100% de exposição à moeda Ethereum. Ele também possui taxa de administração de 0,75% ao ano e busca replicar o desempenho do índice CME CF Ether Reference Rate, que acompanha o preço do Ether em dólares.

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Ethereum: atualização “London” é ativada e criptomoeda sobe mais de 5%; veja o que muda

SÃO PAULO – Entrou no ar nesta quinta-feira (5) de manhã a aguardada atualização de rede Ethereum, chamada “London”, que traz importantes mudanças no sistema, com potencial para levar o Ether (token da rede) para novas altas expressivas.

Entre as diversas alterações dessa atualização está a Proposta de Melhoria do Ethereum 1559 (EIP-1559, na sigla em inglês), que reduz as taxas cobradas na rede e abre espaço para a criptomoeda se tornar deflacionária.

Apenas essas duas novidades já seriam suficientes para animar os investidores, já que deixam a rede mais barata, rápida e com pressão de alta sobre os preços. Porém, essas não foram as únicas atualizações da “London”.

Espera-se que esse seja apenas o primeiro passo para levar ao Ethereum 2.0, que deve mudar drasticamente seu sistema, passando a adotar uma mineração baseada no modelo de prova de participação, ou PoS, diferente do modelo de prova de trabalho (PoW) utilizado atualmente.

Com isso, a rede pode se tornar mais econômica em termos de gasto de energia, com consequente redução de seu impacto ambiental, um tema que tem sido bastante discutido e que pesou recentemente para o Bitcoin após falas do CEO da Tesla, Elon Musk.

Orlando Telles, diretor de Research da Mercurius Crypto, casa de pesquisa em criptoativos, lembra que dos maiores problemas que o Ethereum tem enfrentado são as altas taxas, dada a falta de escalabilidade da sua rede. “Essa realidade tem sido um grande gargalo para o segundo maior criptoativo da atualidade e tem motivado desenvolvedores a buscar as mais diversas soluções para esse problema”, explica.

Confira as mudanças que essa atualização fará no Ethereum:

Taxas previsíveis

Antes da atualização, os usuários da rede Ethereum só conseguiam fazer uma estimativa de quanto irão pagar em taxas para realizarem as transações, o chamado gas, criando um tipo de jogo de adivinhação e que levou até a criação de sites focados em ajudar os clientes da rede. Com a atualização, passa a existir um preço médio fixo, acabando com essa incerteza de valores.

O Ethereum é uma plataforma descentralizada focada na execução dos chamados “contratos inteligentes”: operações que são feitas automaticamente quando certas condições são cumpridas. Sendo que o Ether é a moeda digital dessa rede, usada para o pagamento das transações dentro dessa rede.

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Diferentemente do Bitcoin, o Ether não foi criado para ser um meio de pagamento, mas sim um ativo para recompensar os desenvolvedores que usam a plataforma Ethereum para seus projetos.

Especialistas acreditam que com a implementação da EIP 1559, as taxas cobradas nas transações deverão cair bastante, favorecendo a adoção da rede, em um momento de muitas críticas por conta dos altos custos.

“Este novo formato pretende solucionar essa problemática a partir da estratégia de desenvolver uma taxa base para toda a rede, ajustável e que funcione por meio da taxa de utilização da plataforma”, explica Telles.

Tim Beiko, gerente de produto sênior da ConsenSys que lidera a equipe de protocolo que implementa o EIP 1559, comparou em março desse ano o ambiente de taxas atual no Ethereum a um posto de gasolina onde cada uma das bombas tem um preço diferente. “[Agora] avaliaremos a demanda pela rede e colocaremos esse preço médio como parte da própria rede”, disse ele para a Bloomberg.

Queima de Ether

Até hoje, os mineradores eram recompensados com o Ether recém-minerado, mais as taxas de gas pagas pelos usuários. Com a atualização, as taxas agora passam a ser “queimadas”, em vez de serem pagas aos mineradores.

Isso ocorre exatamente porque, com os mineradores “controlando” as taxas, havia um crescimento exagerado delas conforme os usuários tentavam ter vantagem para ter suas operações processadas, pagando cada vez mais, prejudicando assim usuários com menos capital para concorrer nessa disputa.

Como reflexo disso, espera-se que comece a diminuir o número de tokens em circulação, sendo que a rede tem sido cada vez mais usada, principalmente agora com a redução das taxas. Ou seja, o que deve acontecer é uma redução da oferta de Ether no mercado, com uma demanda pelo menos estável, mas em tendência de alta. Esse cenário deve pressionar o preço do ativo para cima.

Vale destacar porém, que esse cenário deflacionário para o Ethereum depende do volume da criação de novas moedas em relação à quantidade que será queimada, que precisa ser maior para resultar na redução de ativos em circulação.

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De acordo com estimativas da Dune Analytics, caso essa atualização tivesse ocorrido há cerca de um ano, mais de 2% dos tokens da moeda teriam sido “queimados”, o que faria com que a emissão anual do ativo se tornasse inferior à do Bitcoin

Aumento do bloco

Outro ponto importante da EIP-1559 é a duplicação do tamanho do bloco do Ethereum. E apesar disso parecer que mais transações serão realizadas por bloco, o seu impacto é outro, já que isso foi projetado para que cada bloco esteja apenas “meio cheio”.

Essa alteração visa ajudar a atenuar os picos de demanda, ajudando as taxas de gas a se manterem estáveis. Com isso, agora a rede tem flexibilidade para acomodar mudanças na demanda, colaborando para haverem menores impactos nas taxas.

Em entrevista à CNBC, Matt Hougan, diretor de investimentos da Bitwise Asset Management, usou uma metáfora de uma balsa para explicar a lógica do projeto.

Se os operadores de balsas definirem o preço de uma passagem muito baixo, eles podem precisar de toda a capacidade extra de assentos para acomodar os passageiros que estão no cais e desejam embarcar pagando a tarifa básica do bilhete.

“Mas o preço aumenta muito rapidamente, e algoritmicamente, ao ponto em que você deve chegar a um preço de compensação que permite que o bloco atinja sua meta de meio cheio e, certamente, permite que todas as transações que deseja passar sejam processadas”, explicou. “Parece muito simples, mas é uma solução de design realmente elegante para um problema que atormenta o ethereum desde o seu início”.

Ethereum 2.0

A atualização London é apenas o início de algumas novidades envolvendo a rede e que devem levar ao Ethereum 2.0, que deve mudar drasticamente seu sistema, aumentando sua escalabilidade e ainda tornando-o mais eficiente e “ecológico”.

Um dos pontos é que a rede deve deixar de usar uma mineração baseada no modelo de prova de trabalho (PoW) e adotar o modelo de prova de participação, ou PoS, que tem como principais impactos a descentralização do ativo e a redução do custo fixo da estrutura de validação.

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Entre as modificações promovidas pela Ethereum 2.0 está o formato de blockchain, que tornará o ativo pelo menos 64 vezes mais escalável devido à implementação do modelo de Shards, explica Telles. “Esse upgrade viabiliza uma expansão significativa dos atuais projetos de DeFi e o desenvolvimento de novos modelos de negócio sob a tecnologia da Ethereum”.

Apesar de já prevista há muito tempo, essa atualização animou os investidores, com o Ether registrando um desempenho melhor que outras criptomodas. Às 14h45 (horário de Brasília), o ativo tinha valorização de 5,00%, cotado a US$ 2.811.

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Ethereum tem forte alta antes de atualização da rede; Bitcoin e outras criptomoedas também sobem

SÃO PAULO – O Ether (token da rede Ethereum) tem forte alta nesta quarta-feira (4), horas antes da atualização London entrar em vigor, em um cenário em que outras criptomoedas também sobem, mas com menor intensidade.

O chamado hard fork (quando há uma separação da rede) do Ethereum ocorrerá no bloco 12.965.000, previsto para ser minerado na manhã desta quinta-feira (5). A atualização da rede trará cinco novas Propostas de Melhorias do Ethereum (EIP, na sigla em inglês). Porém, uma delas, a EIP-1559, é a mais aguardada pelo mercado.

A EIP-1559 será responsável por mudar o destino das tarifas cobradas nas transações da rede, tornando a rede não só mais eficiente, mas mais barata. Além disso, com ela, o Ether passará a ser um ativo deflacionário, já que passará a queimar parte dos tokens usados no pagamento das taxas (veja mais clicando aqui).

O London é apenas o início de algumas novidades envolvendo a rede e que devem levar ao Ethereum 2.0, que deve mudar drasticamente seu sistema, passando a adotar uma mineração baseada no modelo de prova de participação, ou PoS, diferente do modelo de prova de trabalho (PoW) utilizado atualmente.

Às 14h30 (horário de Brasília) desta quarta, o Ether registrava alta de 8,5%, cotado a US$ 2.710, após alguns dias de leves perdas. Em reais, os ganhos eram de 7,5%, a R$ 14.127.

E esse pode ser apenas o início de um ciclo de valorização da criptomoeda, que caso realmente passe a ser um ativo deflacionário (algo que dependerá do volume de queima de tokens em relação à quantidade que será criada), assim como ocorre com o Bitcoin, sofrerá uma pressão de alta dos preços, já que a oferta irá cair ao passo que a demanda se mantém ou até aumenta.

Leia também: Bitcoin e Ethereum: semana tem estreia de 2 ETFs de criptomoedas na Bolsa

Nesta semana, Dan Morehead, presidente do fundo de hedge especializado em criptoativos Pantera Capital, comentou que essa atualização pode legar o Ether a superar o Bitcoin como principal moeda digital do mundo.

“Veremos uma transição de pessoas que desejam armazenar riqueza, fazendo isso em ether em vez de apenas bitcoin”, disse Morehead ressaltando ainda a projeção para o Ethereum 2.0, que pode favorecer ainda mais a criptomoeda.

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Apesar de ganhos mais fortes, o dia também é positivo para outras moedas digitais. O Bitcoin registra valorização de 2,4%, cotado a US$ 39,373, após chegar a superar os US$ 42 mil no último fim de semana.

Outras duas criptos com propostas parecidas ao Ethereum também registram fortes valorizações nesta quarta. A Polkadot avança 9,9%, a US$ 19,19, enquanto o Uniswap registra ganhos de 7,9%, para US$ 23,05.

Destaque ainda para a Axie Inifnity, a criptomoeda que vem chamando atenção dos investidores por conta do jogo de mesmo nome que tem gerado remunerações expressivas aos seus jogadores (conheça mais clicando aqui). O ativo tem alta de 16,6% nesta tarde, a US$ 44,64.

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Importante atualização do Ethereum é marcada para agosto e cofundador espera que preço suba

SÃO PAULO – Após passar por uma série de testes, a aguardada atualização da rede Ethereum, conhecida como Londres, já tem data para acontecer: dia 4 de agosto. Mais especificamente, no bloco 12.965.000, o que por sua vez pode acarretar em algum atraso ou adiantamento do evento.

Essa alteração da rede traz cinco novas Propostas de Melhorias do Ethereum (EIP, na sigla em inglês). Porém, uma delas, a EIP-1559, é a mais aguardada pelo mercado, já que seu impacto será bastante forte e promete praticamente uma revolução no Ethereum.

A EIP-1559 será responsável por mudar o destino das tarifas cobradas nas transações da rede, tornando a rede não só mais eficiente, mas mais barata. Além disso, com ela, o Ether (token da rede Ethereum) passará a ser um ativo deflacionário, já que passará a queimar parte dos tokens usados no pagamento das taxas.

Atualmente, os mineradores são recompensados com o Ether recém-minerado, mais as taxas de gas (unidade de medida usada para o pagamento das operações realizadas na plataforma) pagas pelos usuários. Com a atualização, as taxas agora passam a ser “queimadas”, em vez de serem pagas aos mineradores.

E é exatamente por essa questão que o token se tornará deflacionário, ou seja, passará a haver menos Ether em circulação ao longo do tempo, o que, no médio e longo prazo, pode ser positivo para o preço do ativo.

A atualização será feita por meio de um hard fork, trazendo outras quatro melhorias: EIP-3198, EIP-3529, EIP-3541, EIP-3554. Em geral, elas buscam tornar a rede mais estável e eficiente, além de expandir o novo sistema de taxas para os contratos inteligentes.

Na última semana, o Ethereum Foundation anunciou que dobrou as recompensas oferecidas aos participantes da comunidade que encontrarem vulnerabilidades relacionadas à atualização London, até que ela seja ativada na rede em agosto.

Polêmica

Apesar de, em geral, ser uma novidade positiva para a rede, essa EIP-1559 tem gerado bastante polêmica, principalmente com os mineradores, que serão diretamente afetados pela proposta porque não irão mais receber as taxas.

Com a atualização, as taxas passam a ser cobradas de forma automática pela rede, deixando de ser responsabilidade dos mineradores.

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Atualmente o Ethereum funciona como um leilão, sendo que os usuários da rede podem pagar taxas maiores para terem suas operações colocadas no bloco mais próximo. Porém, sem limites e com o sistema sendo cada vez mais usado, a rede se torna extremamente cara e mais lenta.

A EIP-1559 determina uma taxa básica para todas as transações, acabando com essa corrida para os usuários conseguirem terem vantagem. Por outro lado, ainda será possível pagar uma espécie de gorjeta para os mineradores agilizarem a transação.

Impacto nos preços

Assim como acontece com o raciocínio do halving do Bitcoin – quando a recompensa dos mineradores cai pela metade -, em que analistas projetam um impacto da alta dos preços (veja mais aqui), essa atualização do Ethereum pode ser positiva para o preço do token porque reduz a oferta de Ether em um cenário em que a demanda está crescendo, com mais pessoas usando o sistema de contratos inteligentes.

Lembrando que o Bitcoin já é um ativo deflacionário por natureza, já que existe um limite de moedas que serão criadas.

Em uma entrevista para a CNBC, Joseph Lubin, um dos cofundadores do Ethereum e fundador da ConsenSys, afirmou que espera que o preço do Ether irá subir com a atualização, esperando que haverá uma grande demanda da rede antes mesmo da mudança em agosto.

“O interesse pelo Ethereum está passando por um aumento incrível e essa alta nas transações também pode afetar o preço. Esse interesse é visto desde a realização de transações até o desenvolvimento de novos aplicativos na rede. Com a nova atualização, o fornecimento total diminuirá e esperamos um aumento incrível no valor da moeda com essa demanda”.

Atualmente, o Ethereum é cotado em torno de US$ 1.900, com um ganho acumulado de cerca de 160% em 2021, apesar de longe de sua máxima histórica, de US$ 4.362 atingida em 12 de maio (queda de 56% desde então).

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CVM aprova a criação de ETF que segue a criptomoeda Ether

SÃO PAULO – A Comissão de Valores Mobiliários (CVM) aprovou nesta terça-feira (13) a criação de um Exchange Traded Fund (ETF) que acompanha o desempenho da moeda digital Ether, negociada na plataforma Ethereum. O ticker do fundo passivo é QETH11, sob gestão da QR Asset Management. A aprovação foi anunciada pela gestora de recursos em comunicado.

Essa autorização veio um mês depois de a QR ter lançado o primeiro ETF de Bitcoin da Bolsa Brasileira (QBTC11).

A gestora Hashdex também anunciou hoje que prepara o lançamento de um ETF de Bitcoin, cuja proposta será replicar um fundo que busca neutralizar as emissões de carbono como reflexo da mineração do ativo.

O benchmark do ETF de Ether da QR é o índice CME CF Ether Reference Rate. A administradora dos ETFs é a Vortx.

Segunda maior moeda digital do mundo em valor de mercado, com US$ 227,143 bilhões às 19h22 (horário de Brasília) desta terça, a Ether é negociada dentro de uma plataforma baseada no blockchain chamada Ethereum. O Bitcoin, primeira criptomoeda e mais valioso criptoativo do mundo, tem um valor de mercado de US$ 611,4 bilhões.

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Com aversão ao risco global, Bitcoin tem queda de mais de 6% e Ethereum afunda mais de 9%; demais criptomoedas também caem

(iStock / Getty Images Plus)

SÃO PAULO – Em um dia de maior aversão ao risco nos mercados globais, diante de preocupações com um menor crescimento econômico dada a disseminação da nova variante de coronavírus, a Delta, as criptomoedas não têm ficado de fora do movimento de queda dos mercados.

Com os investidores buscando ativos mais seguros, como títulos do governo americano, o Bitcoin apresentava queda de 6,4% em dólar por volta das 10h, em relação às 24 horas anteriores, negociado a US$ 32.613,67, segundo dados do CoinMarketCap.

A maioria das outras moedas digitais também apresentava queda, como é o caso do Ethereum, que tinha baixa da ordem de 9%, a US$ 2.162,75. A moeda meme, o Dogecoin, também tinha queda, de 9,4%, a US$ 0,2124.

As bolsas mundiais apresentavam queda generalizada nesta quinta-feira (8), em meio a novas restrições no Japão, que declarou estado de emergência em Tóquio, que sediará as Olimpíadas em poucos dias. Na Europa, as bolsas tinham baixa da ordem de 2%, caso do índice CAC-30, da França, que recuava 2,2%.

No Brasil, o Ibovespa Futuro também tinha desempenho negativo, de quase 2%.

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3 recomendações para lidar com a volatilidade das criptomoedas

SÃO PAULO – A volatilidade das criptomoedas é um dos fatores que mais assombra investidores desses ativos. Moedas como Bitcoin (BTC) e Ethereum (ETC) ainda fazem parte de um mercado pouco consolidado, que sofre influências de causas tradicionais, como oferta e demanda, e também de fenômenos recentes gerados pelas redes sociais.

Neste mês, Elon Musk, CEO da Tesla, anunciou em seu Twitter que suspenderia o uso de Bitcoin na venda de veículos da montadora por conta do grande impacto ambiental que a mineração da criptomoeda tem no planeta. Sua declaração fez as cotações desabarem mais de 10% em um único pregão.

Também neste mês, a cotação da Dogecoin (DOGE) chegou a disparar 30% após outro tuíte de Musk. Dessa vez, o bilionário revelou que estava trabalhando com os desenvolvedores da criptomoeda, que foi criada como uma brincadeira, para melhorar a eficiência das transações do sistema. Especialistas alertam que a Dogecoin não tem fundamentos.

Além desses ruídos nas redes sociais, a pouca regularização do mercado está entre as principais causas da variação de preços das criptos. Essas moedas ainda estão livres de regulamentações governamentais, embora a China tenha dado indicações recentes de apertar o cinto.

Além disso, as criptomoedas podem ser negociadas 24 horas por dia, todos os dias, em escala global, o que gera maior volatilidade na comparação com  mercados tradicionais.

Em live no Instagram do InfoMoney, a diretora de investimentos da Sonata, Patrícia Palomo, e Samir Kerbage, CTO da Hashdex, citaram três fatores para os quais investidores devem olhar para enfrentar a volatilidade atrelada às criptos: diversificação, longo prazo e perfil de risco.

Diversificação

Diversificar a exposição do patrimônio é uma das chaves para uma carteira de investimentos bem alocada. Ray Dalio, fundador da Bridgewater Associates, uma das maiores gestoras do mundo, responsável por cerca de US$ 150 bilhões em ativos, defende que o investidor deve ter de 10 a 15 bons investimentos não correlacionados, ou seja, que não estejam sujeitos às mesmas influências de mercado.

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Em linha com a visão do gestor, Palomo aconselha que o investidor de criptomoedas não aloque toda a sua parcela de risco unicamente em criptoativos. “O risco da carteira deve ser distribuído. Em conjunto com o Bitcoin, por exemplo, o investidor pode aplicar em ações ariscadas de setores diferentes. Investir em fundos de alto risco que possuam estratégias alternadas também é uma boa opção.”

Foco no longo prazo

Apesar de muitas criptomoedas estarem no mercado há mais tempo, sua negociação em larga escala é recente. O Bitcoin é uma delas. Mesmo criada em 2009, a euforia do mercado é novidade e, por esse fator, Samir Kerbage, da Hashdex, acredita que, no longo prazo, a moeda possa dar mais tranquilidade aos investidores.

Segundo Kerbage, se o Bitcoin for adotado por uma grande parte da sociedade e investidores institucionais, a negociação da moeda poderá atingir escala bilionária e gerar maior estabilidade de preço.

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Gustavo Cunha: Você investiria em um fundo de “meme”?

“Hoje, o Bitcoin não é uma boa moeda, porque não é utilizado no comércio em grande volume. Mas a comunidade do Bitcoin acredita que o ativo poderá ser considerado uma moeda cotidiana assim que conquistar o posto de reserva de valor.”

Na visão do CTO da Hashdex, o Bitcoin pode se tornar uma reserva de valor como o ouro no longo prazo, uma vez que a sociedade está cada vez mais imersa no meio digital. “Contudo, é necessária uma mudança geracional que pode levar décadas.”

Saiba seu perfil de risco para lidar com a volatilidade das criptomoedas

Por fim, investir em criptomoedas pode não ser adequado para todo tipo de investidor. Apostar na volatilidade de um ativo ainda pouco consolidado e sensível a ruídos externos ao mercado é arriscado, lembra Palomo.

“Há uma dificuldade de estimar um preço futuro das criptomoedas. Assim, usufruir dessa volatilidade depende exclusivamente do perfil de risco do investidor. Se a pessoa consegue dormir sem se preocupar com a variação de sua carteira, ela está com uma quantidade adequada de risco. Caso contrário, deve reavaliar seus investimentos”, finaliza a especialista.

E Agora, Ana?

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O programa “E Agora, Ana?” vai ao ar às quartas-feiras, às 12h, no Instagram do InfoMoney. A série de lives, apresentadas pela especialista em investimentos Ana Laura Magalhães, convida gestores, analistas e economistas para trazer informação relevante para o investidor brasileiro se posicionar nos mercados local e internacional.

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76% dos investidores de Bitcoin ainda estão no lucro, mesmo com a queda recente, aponta levantamento

(Shutterstock)

SÃO PAULO – Mesmo com uma queda bem forte do Bitcoin nas últimas semanas, na casa de 50% em relação ao pico de US$ 64 mil atingido em abril, a maioria dos investidores se manteve com lucro, segundo um relatório publicado pela ferramenta de análise de blockchain Glassnode.

Documento divulgado na última segunda-feira (24) apontou que 76% dos detentores de criptomoedas seguiam com ganhos mesmo após o Bitcoin cair para casa de US$ 31 mil. Desde então, a moeda digital seguiu com uma recuperação e nesta quarta opera na casa de US$ 39 mil.

Pouco antes do início da derrocada dos preços, no início deste mês, a porcentagem de investidores com lucro no mercado estava acima de 90%

Segundo a Glassnode, o movimento negativo dos criptoativos foi gerado por um “banho de FUD”, citando uma sigla que em inglês se refere a “Medo, Incerteza e Dúvida”, por conta de rumores negativos, impulsionados pelas notícias de que a China estava tomando medidas contra a mineração e negociação de moedas digitais.

Pelo relatório, em duas semanas, o Bitcoin caiu mais de 47%, de uma máxima de US$ 59.463 até um mínima de US$ 31.327 no período. O recuo de US$ 28.136, em números absolutos, se tornou o pior da história da criptomoeda, deixando para trás quedas como as de janeiro e fevereiro de 2018, novembro do mesmo ano e de março de 2020.

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A Glassnode aponta que, basicamente, existem três “tipos” de investidores na ponta vendedora do Bitcoin: os que estão no prejuízo (que, em geral, compraram a menos de 4 meses); os que estão no lucro e realizam os ganhos; e mineradores, que precisam vender suas moedas para cobrir os custos, ou, mais recentemente, por conta das regulações chinesas.

Diante disso, a plataforma afirma que “não há dúvida de que uma grande parte das vendas recentes foram impulsionadas por detentores de curto prazo, aqueles que possuem moedas compradas nos últimos 6 meses”. Ou seja, o investidor novato entrou em pânico com a queda e vendeu tentando evitar um prejuízo ainda pior.

Por outro lado, os dados mostram que os investidores “mais antigos”, que compraram criptos em um horizonte de um a três anos, não entraram em pânico e mantiveram os bitcoins, ajudando, inclusive, a evitar uma queda maior.

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“Os detentores de moedas com idades entre 1 e 3 anos estavam, na verdade, vendendo seus ativos muito mais cedo, provavelmente girando o capital para capturar o desempenho acima do preço do Ethereum na época”, complementa a Glassnode.

O Ethereum começou um rali expressivo nos últimos meses, deixando os ganhos do Bitcoin para trás após realizar atualizações em sua rede que deve melhorar seu sistema e utilização. Nos preços desta quarta, o Bitcoin acumula alta de cerca de 34% em 2021, enquanto o Ethereum sobe 283%.

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Elon Musk diz que Dogecoin pode superar Bitcoin e cofundador do Ethereum rebate

SÃO PAULO – Criada como uma forma de brincadeira, a criptomoeda Dogecoin tem gerado bastante discussão no mercado diante de sua forte valorização, mesmo com especialistas apontando que esse ativo não “tem fundamentos”.

Agora, dois nomes bastante conhecidos da comunidade cripto estão discutindo sobre o potencial dessa moeda digital. Enquanto o CEO da Tesla, Elon Musk, segue elogiando a Dogecoin, o cofundador do Ethereum, Vitalik Buterin, tem apontado diversos problemas com o ativo.

Já faz algum tempo que Musk tem elogiado a criptomoeda criada com base no meme do cachorro da raça Shiba Inu, que segundo ele tem potencial até de superar o Bitcoin caso sejam implementadas algumas melhorias em sua rede.

Respondendo a um comentário comparado a Dogecoin e o Bitcoin no Twitter, o executivo declarou em 15 de maio que a moeda meme poderia derrotar facilmente a maior das criptomoedas se “acelerar o tempo de bloco em 10 vezes, aumentar o tamanho do bloco em 10 vezes e reduzir a taxa em 100 vezes”.

E foi exatamente essa ideia que levou Vitalik a escrever um artigo dizendo que acha difícil realizar todas essas mudanças da rede da Dogecoin. “Vai dar trabalho fazer isso sem sacrificar a descentralização que torna as blockchains tão valiosas”, afirma no texto.

Segundo ele, implementar as propostas de Musk não é simples, principalmente por causa de fatores técnicos que afetam a segurança de um projeto como o da Dogecoin.

Vitalik explica que para uma rede ser verdadeiramente segura é preciso maximizar o número de usuários que podem executar um nó da blockchain.

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Em várias das principais criptomoedas existentes, o processo de criação de novos ativos é feito por meio da mineração, em que computadores resolvem problemas matemáticos para confirmar as operações e como recompensa são geradas novas moedas. Para isso ocorrer é preciso completar um bloco, por isso o nome blockchain (corrente de blocos, em tradução livre), e, quando isso ocorre, se diz que foi executado um “nó”.

Leia também: Bitcoin, ame ou odeie: confira como grandes gestores e analistas se posicionam em relação a investir em criptomoedas

Segundo o cofundador do Ethereum, a proposta de escalabilidade de Musk resulta em um aumento dos requisitos de hardware para os validadores, o que no fim resulta em um movimento oposto a essa maximização de usuários que podem executar o nó.

Ele explica que aumentar em 10 vezes o tempo e o tamanho de um bloco, por exemplo, exigiria uma largura de banda, armazenamento e potência computacional para executar um nó que um usuário comum não tem como conseguir.

Por conta disso, a escalabilidade forçada sugerida por Musk tornaria o processo viável apenas para players maiores e especializados, com equipamentos melhores e mais caros. Vitalik, portanto, diz que isso “não é uma solução”.

“Para que uma blockchain seja descentralizada, é crucial que os usuários regulares sejam capazes de executar um nó e ter uma cultura em que executar nós seja uma atividade comum”, escreveu ele no artigo.

Exemplo da rede Ethereum

No texto, o desenvolvedor cita o exemplo do próprio Ethereum para mostrar os desafios da escalabilidade. A rede do token Ether conta com uma solução chamada sharding, ou fragmentação de blocos, que separa os dados da blockchain em vez centralizar tudo em um único nó, facilitando a validação de transações.

Mesmo assim, ele explica que, no caso do Ethereum, “o design de fragmentação já está bastante próximo dos valores máximos para uma segurança razoável […] As constantes podem ser aumentadas um pouco, mas não muito”.

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Recentemente, a rede Ethereum passou exatamente por uma atualização para ajudar em sua segurança e melhorias do sistema, sendo que há mais novidades esperadas para julho.

A resposta de Musk

Na última segunda-feira (24), Musk escreveu em seu Twitter uma resposta, satirizando o artigo de Vitalik, dizendo que o desenvolvedor tem medo do avanço da Dogecoin sobre outras criptomoedas.

O CEO da Tesla recentemente disse que está trabalhando com os desenvolvedores da Dogecoin para encontrar melhorias e soluções para evoluir a moeda digital.

Apesar do forte rali recente e do apoio de nomes como Musk, especialistas alertam que a criptomoeda não tem fundamentos e os investidores não devem entrar na onda desta alta.

O próprio Musk, apesar de entusiasta, até hoje não apresentou propostas concretas ou nenhuma sinalização mais clara do que pode ser feito para melhorar a rede da Dogecoin. Por outro lado, ele tem feito muitas brincadeiras, como participar do programa Saturday Night Live usando o nome “Dogefather” ou anunciar que vai lançar, usando a sua empresa Space X, um foguete com o nome DOGE-1, a primeira carga útil lunar comercial paga inteiramente em Dogecoin.

Em entrevista ao InfoMoney recentemente, João Marco Cunha, gestor de portfólio da gestora Hashdex, disse que a criptomoeda tem um “baixo engajamento dos desenvolvedores, o que limita sua evolução, sem ter uma proposta de valor convincente”. “A rede ainda é pouco descentralizada e vulnerável. Portanto, é difícil apontar fundamentos para movimento de preços observado”, afirma.

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Já Safiri Felix, diretor de Produtos e Parcerias da Transfero Swiss, reforça que “claramente a Dogecoin é um ativo sem nenhum fundamento”, sendo que a alta é puxada apenas pelo fluxo de mercado, aumentando o risco do ativo.

“Estamos falando de um protocolo que não tem um time de desenvolvedores dedicados, trabalhando em melhorias e novas implementações. Um ativo que tem uma base monetária extremamente inflada, a quantidade total de dogecoins em circulação é muito alta e os saldos são bastante concentrados entre os maiores detentores”, explica.

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Bitcoin tem forte alta após negociar abaixo de US$ 32 mil no domingo, mas segue abaixo dos US$ 40 mil

A semana começa com uma recuperação no mercado de criptomoedas após uma forte queda dos principais ativos na última semana, com bilhões de dólares sendo eliminados do valor de mercado do Bitcoin e do Ethereum.

O Bitcoin opera acima de US$ 37 mil nesta segunda-feira (24), após ir para menos de US$ 32 mil no domingo. Às 9h (horário de Brasília), a alta era de 6,19% na comparação com a cotação de 24 horas atrás, operando a US$ 37.689,54 no horário.

Enquanto isso, o Ethereum, a segunda criptomoeda mais popular do mundo, passou de menos de US$ 1.800 no domingo para mais de US$ 2.300 na segunda-feira. No mesmo horário, estava sendo negociado a US$ 2.355,34, alta de 10,63% em relação ao valor registrado 24 horas atrás.

O dogecoin também mostrou sinais de recuperação, com seu valor subindo de 24 centavos de dólar no domingo para 33 centavos de dólar na segunda-feira.

A última semana foi conturbada para as criptomoedas sendo que, na sexta-feira (21), o Bitcoin caiu forte após o Conselho de Estado da China emitir uma nota sobre uma discussão para reprimir a mineração e negociação da criptomoeda no país.

Em uma declaração do vice-premiê chinês Liu He e do Conselho de Estado, as autoridades disseram que uma regulamentação mais rígida é necessária para proteger o sistema financeiro. Essa foi a primeira vez que um alto órgão do governo discutiu o assunto.

O comunicado, divulgado na noite de sexta-feira no horário da China, disse que é necessário “reprimir a mineração e a negociação de bitcoins e prevenir a transmissão de riscos individuais ao campo social”.

A notícia foi divulgada um dia depois que as autoridades americanas prometeram ser duras com aqueles que usam Bitcoin para realizar “atividades ilegais, incluindo a evasão de impostos”. O Departamento do Tesouro disse que vai exigir relatórios sobre as negociações de criptoativos acima de US$ 10 mil, assim como acontece com dinheiro.

Já a China demonstra ter uma preocupação com diversas outras questões. “É necessário manter o bom funcionamento dos mercados de ações, dívida e câmbio, reprimir severamente as atividades ilegais de títulos e punir severamente as atividades financeiras ilegais”, diz o comunicado.

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A liquidação recente é uma grande reversão para a moeda, que estava ganhando força entre os principais bancos de Wall Street e empresas de capital aberto. O bitcoin também foi atingido nas últimas sessões por uma série de manchetes negativas de grandes influenciadores e reguladores.

O CEO da Tesla, Elon Musk, que ajudou a alimentar o sentimento otimista quando sua empresa anunciou em fevereiro que comprou US$ 1,5 bilhão em bitcoin, acabou abalando o mercado no início deste mês, quando anunciou que a montadora havia suspendido as compras de veículos usando a criptomoeda por causa de preocupações ambientais.

Musk posteriormente enviou mensagens confusas sobre sua posição sobre o bitcoin, sugerindo em um tuíte que a Tesla pode ter vendido suas participações, apenas para esclarecer mais tarde que não o tinha feito.

“A classe de ativos continua a ser altamente volátil, com o potencial de movimentos de preços significativos resultantes de um único tuíte ou comentário público”, disse Stephanie Price, analista da CIBC, em nota na quinta-feira divulgada pela CNBC.

Um relatório do JP Morgan ainda apontou que grandes investidores institucionais estavam se desfazendo do Bitcoin em favor do ouro, levantando questões sobre o apoio institucional à criptomoeda.

Enquanto isso, Cathie Wood, CEO da Ark Invest, segue otimista com o Bitcoin e avalia que pode superar os US$ 500 mil. Saiba mais sobre os diferentes posicionamentos sobre os criptoativos clicando aqui.

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